Primeiro Domingo de Bienal: O que teve?

Literatura

Continuando na nossa saga literária pela 25ª Bienal do Livro de São Paulo, voltei pra contar pra vocês minhas aventuras no primeiro domingo em uma das maiores feiras de livros do Brasil.

Já adianto que meu segundo dia de Bienal foi estupidamente mais corrido que o primeiro, que vocês podem conferir nesse post. Se no sábado foquei em comprar livros e tirar algumas fotos pelos estandes, o domingo foi passado na correria de filas e encontros com autores muito queridos.

Força na peruca ai e vem comigo em mais um capítulo dos Jogos Vorazes Literário!

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Já começamos o dia na maior correria pra conseguir as senhas das sessões de autógrafos que iam acontecer no estande do Grupo Editorial Record. Aprendi minha lição e deixei a Estrela da Morte em casa, chegando ao Pavilhão de Exposições do Anhembi pouco depois das 9h, e ficando levemente surpresa pelo lugar já estar uma loucura, com filas enormes pra entrar, e isso por que o evento só começaria às 10h.

Depois que as catracas foram liberadas me senti dentro do livro/filme “Maze Runner”, correndo loucamente em direção ao estande pra garantir minhas senhas. Graças à fada abençoada da Kah Caroline, do blog Caçadores de Livro, que guardou um lugar pra mim na fila, consegui pegar minhas senhas todas e ser uma das primeiras a ser atendida nas sessões. Essa questão de ser uma das primeiras faz toda a diferença quando você tem um horário muito apertado. Ter amigas tão loucas quanto você, que revezam fila contigo, também.

A primeira autora da minha agenda no domingo foi a Bianca Briones, escritora da série “Batidas Perdidas“, do livro “Como se Fosse Magia” e de “Sonhos de Avalon: A Última Profecia” (do qual, inclusive, eu fui beta, cof cof), que eu autografaria naquele momento. A Bianca é uma das minhas autoras favoritas da vida! Ela tem uma sensibilidade muito grande e um jeito só dela de contar uma história. Não consigo nem dizer qual é o meu livro favorito, por que cada um tem uma história diferente que te ensina algo importante.

Ainda no estande do Grupo Editorial Record, aproveitei pra garantir meu “Heroínas“, que iria autografar logo mais com a Ray Tavares, a Pam Gonçalves e a Laura Conrado, inclusive coloquei a mão também no “Uma História de Verão“, também da Pam Gonçalves, pra aproveitar que ela tava autografando, já que estava levando meu “Boa Noite” (também dela) e meu “Os 12 Signos de Valentina” da Ray Tavares.

Depois dos autógrafos com a Bianca e das minhas comprinhas, dei uma corridinha no estande da Editora Qualis, pra achar a Amanda Ághata Costa (que eu tinha perdido no sábado) e comprar e autografar o lançamento dela, “Nunca Olhe para Dentro“, e também o meu “A Escolhida“, que esperava um autógrafo dessa maravilhosa desde a Bienal de 2016.

Dali, eu e a Kah tínhamos um tempo precioso pra comer algo e tirar umas fotos antes da sessão de autógrafos da coletânea de contos “Heroínas“, então comemos rapidinho e passamos no estande da Intrínseca, por que eu precisava muito dessa foto:

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Com nosso horário super apertado, marchamos para uma das melhores sessões de autógrafos dessa Bienal. Eu tava muito ansiosa pra conhecer a Ray Tavares, escritora de “Os 12 Signos de Valentina“, livro que li ano passado e que me deixou completamente obcecada pela autora, principalmente depois de começar a acompanhá-la pelo Instagram e Twitter e desejar do fundo do coração que ela fosse minha amiga. Creepy, eu sei, mas guardei esses sentimentos pra mim mesma e não sai por aí perseguindo a menina, só acompanhando… de longe.

Enfim, naquela mesma semana eu tinha twittado pra Ray que levaria meu Mapa Astral pra ela autografar. E levei mesmo HAHAHAHAHA e durante a sessão, que também contava com a linda da Laura Conrado e a fada maravilhosa da Pam Gonçalves, houve um momento em que todo mundo estava discutindo o meu Mapa, além do fato de eu ser xará da Pam.

Foi incrivelmente divertido e fui basicamente enxotada pela moça da editora que precisava fazer a fila andar. No fim das contas nunca vou saber se a Ray autografou ou não o meu Mapa Astral, por que ela simplesmente ESQUECEU de me devolver e ficou pra ela.

Dessa sessão, precisei correr para a fila do A.J. Finn, onde encontrei com a Nicole, do Crie Unicórnios, e a Stephanie, e pouco depois com a Karina. Acabamos acompanhando o bate-papo com ele na Arena Cultural ali da fila mesmo, mas garantimos os primeiros lugares na sessão de autografo.

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O A.J. é o escritor do thriller psicológio “A Mulher na Janela“, lançado esse ano aqui no Brasil pela Arqueiro (inclusive ganhei o livro da editora durante o evento para livreiros), e que em breve deve ganhar as telas na adaptação cinematográfica estrelada por nomes como Julianne Moore, Amy Adams e Gary Oldman, apenas.

Nesse ponto já passavam das 14h e a gente tava bem cansada, mas ainda mantivemos nossos sorrisos no rosto e matamos o tempo tirando muita foto divertida na fila. Perto da hora de autografar, encontramos a Frini Georgakopoulos, que mediou o bate-papo, ali na fila e nos engajamos em um papo maravilhoso sobre o musical “O Fantasma da Ópera“, que estreou esse mês no Teatro Reanault, aqui em São Paulo.

Mas, o mais legal de tudo o que rolou nessa sessão, é que o A.J., além de ser MUITO BONITO (sério, eu fui muito pedreira e passei o bate-papo inteiro assobiando pra ele e querendo perguntar se ele era solteiro), também é estupidamente simpático e eu fiquei muito muito muito encantada mesmo por essa figura.

Saindo da sessão de “A Mulher na Janela“, era hora de autografar o meu “Amor Plus Size” e o lançamento da sereia acessível Larissa Siriani, “O Amante da Princesa“. Gente, a Larissa, além de talentosa, é a melhor pessoa do mundo. Super alto astral, super gente boa, acessível até dizer chega. Além dos autógrafos e das fotos, ganhei brindes, abraços e gargalhadas.

Dali, parti para o estande da Astral Cultural, morrendo de medo de perder o horário da sessão de autógrafos do novo livro do Maurício Gomyde, “Todo Tempo do Mundo“. Graças a Deus esse autor maravilhoso é muito talentoso e prestigiado, quando cheguei lá com mais de uma hora de atraso para a sessão, ele ainda estava autografando e eu consegui garantir mais uma assinatura dele em um dos meus livros.

Como nessa Bienal não dava pra perder tempo, corremos em direção à Arena Cultural, pois estava começando o bate-papo com as autoras Laura Conrado, Ana Beatriz Brandão e Carina Rissi, que acompanhamos ali da fila para a sessão de autógrafos mesmo, nos divertindo, como sempre, em tirar fotos.

Com a Ana Bia eu autografei o lançamento “Sob a Luz da Escuridão” e com a Carina Rissi foi a vez do “Quando a Noite Cai“, já que a organização da Bienal esse ano estava um COCOZÃO e não tava deixando ninguém autografar mais de um livro na Arena de Autógrafos. Felizmente ainda teria mais um evento com a Carina, no próximo sábado, e nesse eu conseguiria autografar meus outros dois livros.

Depois disso, saí mais uma vez em busca do Vitor Martins, autor de “Quinze Dias” e do lançamento “Um Milhão de Finais Felizes“, lá no estande da Globo Alt. Graças a Deus, dessa vez encontrei ele lá e consegui autografar o livro novo. Mesmo não lembrando da minha pessoa (nos conhecemos na Bienal do Rio, em 2017), o Vitor é uma das melhores pessoas, aquele ícone bem acessível, e um autor tão talentoso que chega a doer.

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Pra finalizar a minha agenda de autógrafos do domingo, só faltava ela, que me encantou em seus romances anteriores: “Enquanto a Chuva Caia“, “Sob a Luz dos Seus Olhos” e “Sob um Milhão de Estrelas“, Chris Melo.

Nessa bienal ela está lançando seu novo romance, “Uma Noite e a Vida“, e obviamente li a sinopse e me encantei com a história, mas acho que compraria qualquer livro da Chris, mesmo sem saber do que se trata. Ela é aquela escritora sensível e poética, que escreve com o coração. Parece que te pega pela mão durante a leitura e te leva suavemente pelas páginas. Sou estupidamente apaixonada por ela, e mesmo que a gente só se veja uma vez por ano (geralmente nas sessões de autógrafos dos livros dela), sempre rola muito amor e muitas lágrimas, isso por que sempre começamos a discutir suas histórias e tudo volta, daí não seguro o chororô todo.

Nesse dia deixei a Bienal mais cedo. Eram mais ou menos 18h30 quando joguei a toalha e resolvi ouvir os gritos de socorro do meu corpo cansado. Durante o fim de semana foram mais de 20 horas nessa maratona, carregando cerca de 10kg de livros nas costas e percorrendo os corredores lotados como se não houvesse amanhã. Minhas costas estavam gritando, os pés latejando e não vou nem mencionar os ombros e as pernas.

No fim das contas, não foi um dia de muitas compras e nem de muitos brindes. Com a agenda apertada, a correria ficou entre as filas de autógrafos e os encontros e reencontros com os meus autores favoritos. Apesar disso, ainda rolaram umas comprinhas e o saldo segue abaixo:

  • 04 livros comprados;
  • 15 livros autografados;
  • Inúmeros brindes sensacionais;
  • Muitos abraços quentinhos em muita gente querida;

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Fiquem ligados, por que minha saga na Bienal do Livro 2018 ainda não acabou! Ainda vai ter post sobre minhas visitas durante a semana e também a loucura do ultimo fim de semana de evento.

E vocês, visitaram a feira? Me contem tudo aqui nos comentários!

6 comentários sobre “Primeiro Domingo de Bienal: O que teve?

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