Estreias da Semana (11/04/2019)

Cinema, Nas Telonas

Mais uma quinta-feira e mais um bocado de filme bacana chegando aos cinemas brasileiros nesta semana! Peguem a pipoca e acomodem-se, por que vem aí as Estreias da Semana de 11/04/2019:


After

Data de lançamento: 11 de abril de 2019
Duração: 1h 46min
Direção: Jenny Gage
Gêneros: Romance, Drama
Nacionalidade: EUA

Tessa Young (Josephine Langford) é uma jovem de 18 anos que acaba de ingressar na faculdade. De roupas recatadas e bastante ingênua, ela é apresentada ao mundo das festas através de sua colega de quarto, Steph (Khadijha Red Thunder), bem mais liberal. Logo conhece Hardin (Hero Fiennes Tiffin), um jovem rebelde que renega o amor, apesar de ter lido os principais romances sobre o tema. Aos poucos os dois se aproximam, iniciando uma ardente paixão.


Ayka

Data de lançamento: 11 de abril de 2019
Duração: 1h 54min
Direção: Sergey Dvortsevoy
Gênero: Drama
Nacionalidades: Rússia, Alemanha, Polônia, Casaquistão, China

Ayka (Samal Yeslyamova) é uma jovem de origem cazaque, que vive ilegalmente em Moscou. Ela dá à luz num hospital local, mas abandona o seu filho por medo de ser descoberta e deportada. Logo depois, ela enfrenta as complicações pós-parto, a fome, a solidão, a falta de emprego e a perseguição da máfia local, a quem deve dinheiro. Um dia, os mafiosos exigem que Ayka volte ao hospital, recupere o bebê e entregue a eles.


Border

Data de lançamento: 11 de abril de 2019
Direção: 1h 50min
Direção: Ali Abbasi
Gêneros: Drama, Fantasia
Nacionalidades: Suécia, Dinamarca

Tina (Eva Melander) é uma policial que trabalha no aeroporto fiscalizando bagagens e passageiros. Depois de ser atingida por um raio na infância, ela desenvolveu uma espécie de sexto sentido, fazendo com que seja capaz de “ler as pessoas” apenas pelo o olhar. Isso sempre representou uma vantagem na sua profissão, mas tudo muda quando ela identifica um criminoso em potencial e não consegue achar provas para justificar sua intuição. Após o episódio, ela passa a questionar seu dom, ao mesmo tempo em que fica obcecada em descobrir qual o verdadeiro segredo de Vore (Eero Milonoff), seu único suspeito não legitimado.


De Pernas pro Ar 3

Data de lançamento: 11 de abril de 2019
Duração: 1h 48min
Direção: Julia Rezende
Gênero: Comédia
Nacionalidade: Brasil

O sucesso da franquia Sex Delícia faz com que Alice (Ingrid Guimarães) rode o mundo, visitando os mais diversos países em uma correria interminável. Sem tempo para se dedicar à família, quem assume a casa é seu marido João (Bruno Garcia), que cuida dos filhos Paulinho (Eduardo Mello) e Clarinha (Duda Batista), de apenas seis anos. Cansada de tanta agitação, Alice decide se aposentar e entregar o comando dos negócios à sua mãe, Marion (Denise Weinberg). Porém, o surgimento de Leona (Samya Pascotto), uma jovem competidora, faz com que mude seus planos.


Em Trânsito

Data de lançamento: 11 de abril de 2019
Duração: 1h 41min
Direção: Christian Petzold
Gênero: Drama
Nacionalidades: Alemanha, França

Quando Georg (Franz Rogowski) tenta fugir da França após a invasão nazista, ele rouba os manuscritos de um autor falecido e assume sua identidade. Preso em Marseille, acaba conhecendo Marie (Paula Beer), que está desesperada para encontrar seu marido desaparecido – o mesmo que ele está fingindo ser. Para complicar ainda mais, ele começa a se apaixonar por ela.


Horácio

Data de lançamento: 11 de abril de 2019
Duração: 1h 26min
Direção: Mathias Mangin
Gênero: Drama
Nacionalidade: Brasil

Durante um único dia, diversas figuras marginalizadas se cruzam pela cidade de São Paulo: um jogador sem talento, uma prostituta sem sorte, um capanga encontrando seu amor, um chefe autoritário, a filha dele, um agiota… Entre essas pessoas, um contrabandista de 80 anos de idade (Zé Celso) entra em desespero ao descobrir que o capanga por quem está apaixonado não o ama.


Los Silencios

Data de lançamento: 11 de abril de 2019
Duração: 1h 29min
Direção: Beatriz Seigner
Gênero: Drama
Nacionalidades: Colômbia, Brasil, França

Amparo (Marleyda Soto) é mãe de dois filhos pequenos e está fugindo dos conflitos armados da Colômbia. Na tríplice fronteira do país com o Peru e o Brasil, ela e os meninos se abrigam em uma pequena ilha com casas de palafita no Rio Amazonas. No local, eles encontram o pai (Enrique Diaz), que supostamente estava morto.


Meditation Park

Data de lançamento: 11 de abril de 2019
Duração: 1h 34min
Direção: Mina Shum
Gênero: Drama
Nacionalidade: Canadá


Maria (Pei-Pei Cheng) e Bing (Tzi Ma) são um casal que imigraram de Hong Kong para o Canadá 40 anos atrás. Uma mãe, esposa e dona de casa dedicada sua vida toda, Maria se vê obrigada a procurar por independência quando sua realidade é balançada por encontrar roupas íntimas de outra mulher no bolso de seu marido.


Primeiro Ano

Data de lançamento: 11 de abril de 2019
Duração: 1h 32min
Direção: Thomas Lilti
Gênero: Drama
Nacionalidade: França

Benjamin (William Lebghil) acaba de se formar no ensino médio e está começando seu primeiro ano da faculdade de medicina. Já Antoine (Vincent Lacoste) está começando o primeiro ano pela terceira vez. Quando os dois se conhecem, uma amizade logo se forma e os dois se unem para enfrentar noites mal dormidas, um ambiente extremamente competitivo e a pressão das expectativas para seu futuro.


Superação – O Milagre da Fé

Data de lançamento: 11 de abril de 2019
Duração: 1h 56min
Direção: Roxann Dawson
Gêneros: Drama, Biografia
Nacionalidade: EUA

John Smith, um menino de 14 anos, passeava com a família em uma manhã de inverno no Lago St Louis, no Missouri, quando, acidentalmente, sofreu uma queda e se afogou. Chegando ao hospital, John foi considerado morto por mais de 60 minutos até que sua mãe, Joyce Smith, juntou todas as suas forças e pediu a Deus para que seu filho sobrevivesse. Sua prece poderosa foi responsável por um milagre inédito.


Suspíria – A Dança do Medo

Data de lançamento: 11 de abril de 2019
Duração: 2h 32min
Direção: Luca Guadagnino
Gênero: Terror
Nacionalidades: Itália, EUA

Susie Bannion (Dakota Johnson), uma jovem bailarina americana, vai para a prestigiada Markos Tanz Company, em Berlim. Ela chega assim que Patricia (Chloë Grace Moretz) desaparece misteriosamente. Tendo um progresso extraordinário, com a orientação de Madame Blanc (Tilda Swinton), Susie acaba fazendo amizade com outra dançarina, Sara (Mia Goth), que compartilha com ela todas suas suspeitas obscuras e ameaçadoras.


E aí, gente? Quais dessas estreias pretendem ver no cinema nesse fim de semana?

Me contem aqui nos comentários 🙂

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ESTREIAS DA SEMANA (04/04/2019)

Cinema, Nas Telonas

Quinta-feira no BR é dia de estreia nos cinemas!

Como falei nesse post aqui, a partir de agora, toda semana, vocês vão poder conferir todos os filmes lançados em território nacional, e já se programar pra pegar aquele cineminha safado no final de semana.

Então preparem a pipoca e partiu conferir as estreias da semana:


Duas Rainhas

Data de lançamento: 4 de abril de 2019
Duração: 2h 04min
Direção: Josie Rourke
Gêneros: Histórico, Drama
Nacionalidades: EUA, Reino Unido

Mary (Saoirse Ronan), ainda criança, foi prometida ao filho mais velho do rei Henrique II, Francis, e então foi levada para França. Mas logo Francis morre e Mary volta para a Escócia, na tentativa de derrubar sua prima Elizabeth I (Margot Robbie), a Rainha da Inglaterra.


Bio – Construindo uma Vida

Data de lançamento: 4 de abril de 2019
Duração: 1h 45min
Direção: Carlos Gerbase
Gêneros: Drama, Ficção científica
Nacionalidade: Brasil
  
Nascido em 1959 e morto em 2070, um homem tem uma patologia especial que não o permite mentir. Depois de sua morte, amigos e membros de sua família se reúnem para relembrar acontecimentos especiais pelos quais passaram juntos e que montam um interessante retrato da biografia do rapaz. 


Família Submersa

Data de lançamento: 4 de abril de 2019
Duração: 1h 31min
Direção: Maria Alché
Gênero: Drama
Nacionalidades: Argentina, Brasil, Alemanha, Noruega

Quando Rina morre repentinamente, a vida de sua irmã e companheira de vida Marcela é completamente abalada. O velório é sobreposto por conversas sobre o passado e assuntos familiares que incomodam Marcela, principalmente por estar recebendo todos em sua casa.


Milagre

Data de lançamento: 4 de abril de 2019
Direção: Mauro Ventura
Gênero: Documentário
Nacionalidade: Brasil


Apesar dos milagres serem o elemento central da fé cristã, atualmente, são poucos os que se propõem  a adentrar o tema. Através de conversas com pensadores como Olavo de Carvalho, Raphael de Paola e Wolfgang Smith, o diretor Mauro Ventura inicia uma investigação filosófica acerca desse fenômeno, com o objetivo de dissecá-lo de forma profunda e desvendar os seus enigmas para a contemporaneidade.


Mussum – Um Filme do Cacildis

Data de lançamento: 4 de abril de 2019
Duração: 1h 15min
Direção: Susanna Lira
Gênero: Documentário
Nacionalidade: Brasil

A trajetória do humorista e sambista Antônio Carlos Bernado Gomes, o “Mussum”, é contada de diferentes ângulos. São reveladas facetas mais sérias da figura que foi eternizada no imaginário popular brasileiro por sua participação no programa “Os Trapalhões”. Por trás de sua persona humorística e debochada, Antônio Carlos mantinha uma rotina de responsabilidades com sua família, projetos e compromissos. A sinopse oficial ainda não foi divulgada.


O Chalé é uma Ilha Batida de Vento e Chuva

Data de lançamento: 4 de abril de 2019
Duração: 1h 12min
Direção: Letícia Simões
Gênero: Documentário
Nacionalidade: Brasil
 
Após uma viagem para o Pará, a diretora Letícia Simões entrou em contato com o livro de Dalcídio Jurandir. O documentário é uma homenagem ao romancista, que, enquanto escrevia os livros que compõem sua saga de 10 volumes, subia e descia o Rio Tapajós de barco para trabalhar como inspetor de escola.


O Tradutor

Data de lançamento: 4 de abril de 2019
Duração: 1h 47min
Direção: Rodrigo Barriuso, Sebastián Barriuso
Gênero: Drama
Nacionalidades: Cuba, Canadá

Trabalhando na Universidade de Havana, um professor de literatura russa é obrigado a trabalhar como tradutor para crianças vítimas do desastre nuclear de Chernobyl quando elas são enviadas até Cuba para tratamento médico.


Quando Margot encontra Margot

Data de lançamento: 4 de abril de 2019
Duração: 1h 35min
Direção: Sophie Fillières
Gêneros: Comédia , Romance
Nacionalidade: França

Depois de se esbarrarem em uma festa na noite parisiense, Margot, de 45 anos; e Margot, de 20 anos, percebem que são a mesma pessoa, com um quarto de século de diferença. A partir de então, elas desenvolvem uma estranha amizade, na qual uma delas passa por momentos da vida que a outra já conhece; e a outra tenta auxiliar a mais nova a não cometer os mesmos erros desnecessários.


Shazam!

Data de lançamento: 4 de abril de 2019
Duração: 2h 12min
Direção: David F. Sandberg
Gêneros: Ação, Fantasia
Nacionalidade: EUA

Billy Batson (Asher Angel) tem apenas 14 anos de idade, mas recebeu de um antigo mago o dom de se transformar num super-herói adulto chamado Shazam (Zachary Levi). Ao gritar a palavra SHAZAM!, o adolescente se transforma nessa sua poderosa versão adulta para se divertir e testar suas habilidades. Contudo, ele precisa aprender a controlar seus poderes para enfrentar o malvado Dr. Thaddeus Sivana (Mark Strong).


Três Faces

Data de lançamento: 4 de abril de 2019
Duração: 1h 40min
Direção: Jafar Panahi
Gênero: Drama
Nacionalidade: Irã

Uma famosa atriz iraniana recebe um vídeo perturbador de uma garota implorando por ajuda para escapar de sua família conservadora. Ela então pede seu amigo, o diretor Jafar Panahi, para descobrir se o vídeo é real ou uma manipulação. Juntos, eles seguem o caminho para a aldeia da menina nas remotas montanhas do norte, onde as tradições ancestrais continuam a ditar a vida local.


Um Funeral em Família

Data de lançamento: 4 de abril de 2019
Duração: 1h 49min
Direção: Tyler Perry
Gênero: Comédia
Nacionalidade: EUA

Madea (Tyler Perry) e seus companheiros achavam que estavam indo para uma reunião de família como outra qualquer. Porém, tudo se transforma em um pesadelo quando de repente eles precisam planejar um funeral no meio de sua viagem a Georgia.


E aí, pessoal? O que vão assistir no fim de semana?

Contem pra mim aqui nos comentários 🙂

Estreias da Semana (28/03/2019)

Cinema, Nas Telonas

Desde o começo do ano estou louca para implementar uma “coluna” fixa aqui no blog. Como vocês que acompanham o Pamelisses puderam perceber, eu ando um pouco sumida e normalmente isso acontece quando o volume de trabalho aumenta e fico tão esgotada mentalmente que mal consigo alimentar o hobby da escrita.

Uma forma de sempre atualizar a parte de Literatura do Blog foi criar a “coluna” mensal das “Leituras do Mês“, mas sinto muita falta de poder fazer isso com a parte de Cinema aqui do Pamelisses, então, unindo o útil ao agradável e matando dois coelhos com uma cajadada só, eis que nasce a coluna semanal fixa de Estreias da Semana!

A partir de agora, toda quarta-feira (véspera da virada das cinessemanas no Brasil e, consequentemente, data que antecede as estreias de filmes nos cinemas), vocês vão poder conferir um resumo que tudo que vai estrear nos cinemas naquela semana e já se programar pra assistir aquele filme safado.

Agora, sem mais delongas, fiquem com as Estreias da Semana de 28/03/2019:


A Rebelião

Data de lançamento: 28 de março de 2019
Duração: 1h 49min
Direção: Rupert Wyatt
Gêneros: Ficção científica, Suspense
Nacionalidade: EUA

Sinopse: Em um bairro de Chicago, quase uma década após uma invasão alienígena no planeta Terra, acompanhamos como é a vida das pessoas nos dois lados do conflito, o dos colaboradores e o dos dissidentes.




António Um Dois Três

Data de lançamento: 28 de março de 2019
Duração: 1h 35min
Direção: Leonardo Mouramateus
Gênero: Drama
Nacionalidades: Portugal, Brasil

Sinopse: Lisboa, Portugal. António (Mauro Soares) é um jovem que, após passar a noite fora de casa, é cobrado pelo pai devido a uma carta anônima que recebeu, dizendo que o filho abandonou a faculdade há cerca de um ano. Diante da situação, António foge de casa e encontra refúgio na casa de Mariana (Mariana Dias), uma ex-namorada. Lá ele conhece Débora (Deborah Viegas), uma brasileira que alugou um quarto por um único dia, com quem acaba se envolvendo.


Dumbo

Data de lançamento: 28 de março de 2019
Lançamento: 1h 52min
Direção: Tim Burton
Gêneros: Família, Aventura
Nacionalidade: EUA

Sinopse: 1919, Joplin, Estados Unidos. Holt Farrier (Colin Farrell) é uma ex-estrela de circo que, ao retornar da Primeira Guerra Mundial, encontra seu mundo virado de cabeça para baixo. Além de perder um braço no front, sua esposa faleceu enquanto estava fora e ele agora precisa criar os dois filhos. Soma-se a isso o fato de ter perdido seu antigo posto no circo, sendo agora o encarregado em cuidar de uma elefanta que está prestes a parir. Quando o bebê nasce, todos ficam surpresos com o tamanho de suas orelhas, o que faz com que de início seja desprezado. Cabe então aos filhos de Holt a tarefa de cuidar do pequenino, até que eles descobrem que as imensas orelhas permitem que Dumbo voe.


Gloria Bell

Data de lançamento: 28 de março de 2019
Duração: 1h 41min
Direção: Sebastián Lelio
Gêneros: Romance, Comédia dramática
Nacionalidade: EUA

Sinopse: Uma mulher sozinha com 50 anos e espírito livre (Julianne Moore) ocupa suas noites buscando amor em boates para adultos solteiros em Los Angeles. Sua frágil felicidade muda no dia em que conhece Arnold (John Turturro). Sua intensa paixão deixa ela alternando entre esperança e desespero, até ela descobrir uma nova força e que agora, surpreendentemente, ela consegue brilhar mais do que nunca.


Happy Hour – Verdades e Consequências

Data de lançamento: 28 de março de 2019 
Duração: 1h 54min
Direção: Eduardo Albergaria
Gênero: Comédia dramática
Nacionalidades: Brasil, Argentina

Sinopse: Após um acidente, Horácio (Pablo Echarri) muda completamente suas perspectivas de vida e decide confessar para sua esposa, Vera (Letícia Sabatella), que deseja ter relações com outras pessoas, embora ainda queira continuar o casamento. Confusa e inserida em um momento profissionalmente complicado, ela não gosta da ideia mas percebe que precisa, mais do que nunca, continuar seu casamento.


Inezita

Data de lançamento: 28 de março de 2019 
Duração: 1h 25min
Direção: Hélio Goldsztejn
Gêneros: Documentário, Biografia
Nacionalidade: Brasil

Sinopse: Tendo comandado o programa Viola, Minha Viola por mais de 30 anos, Inezita Barroso foi um dos grandes expoentes da música popular brasileira. No entanto, a caminhada até o sucesso não foi nada fácil. Nascida em 1925, a artista teve que romper com preconceitos e estigmas que excluíam as mulheres da cena musical sertaneja do país, além de batalhar muito para mostrar seu valor como pesquisadora folclórica.


Minha Obra-Prima

Data de lançamento: 28 de março de 2019
Duração: 1h 41min
Direção: Gastón Duprat
Gênero: Comédia
Nacionalidades: Espanha, Argentina

Sinopse: Renzo Nervi (Luis Brandoni) já foi um pintor bem-sucedido em Buenos Aires, mas hoje não consegue vender um único quadro. Seu amigo Arturo Silva (Guillermo Francella), negociante de obras de arte, faz o possível para valorizar os quadros de Nervi, porém a personalidade arrogante do artista não ajuda nos negócios. Um dia, um acidente inesperado proporciona aos dois uma possibilidade inédita (e ilegal) de ganharem dinheiro dentro do corrupto mercado de obras de arte.


Os Últimos Dias de Copacabana Jack

Data de lançamento: 28 de março de 2019
Duração: 1h 15min
Direção: Rob Curvello
Gêneros: Policial, Drama
Nacionalidade: Brasil

Sinopse: Vivendo em um pequeno apartamento situado no coração de Copacabana, um sexagenário solitário cumpre rigorosamente sua monótona rotina todos os dias. Quando ele assiste na TV sobre diversas investigações que apontam o aparecimento de misteriosos pacotes manchados de sangue nas ruas, percebe que seus hábitos podem ser o segredo para desvendar a identidade de um assassino em série. 


The Cleaners

Data de lançamento: 28 de março de 2019 
Duração: 1h 25min
Direção: Hans Block, Moritz Riesewieck
Gênero: Documentário
Nacionalidades: Alemanha, Brasil

Sinopse: No sombrio submundo da internet, quem é responsável por controlar o que vemos e o que pensamos? Um olhar analítico sobre a indústria virtual responsável por fazer limpezas digitais, apagando e controlando os conteúdos que ficam visíveis online.


Uma Viagem Inesperada

Data de lançamento: 28 de março de 2019
Duração: 1h 27min
Direção: Juan José Jusid
Gênero: Comédia dramática
Nacionalidades: Argentina, Brasil

Sinopse: Pablo (Pablo Rago) é um engenheiro argentino que mora no Brasil. Ele trabalha como responsável pela criação de uma nova plataforma de petróleo numa empresa localizada no Rio de Janeiro. Morar longe de sua família é algo que gerou certo afastamento. Porém, quando seu filho passa por um problema, Pablo viaja para seu país natal em busca de soluções.


Vox Lux – O Preço da Fama

Data de lançamento: 28 de março de 2019 
Duração: 1h 50min
Direção: Brady Corbet
Gêneros: Drama, Musical
Nacionalidade: EUA

Sinopse: Celeste (Natalie Portman) é uma menina que sobrevive após uma grande tragédia, o que a torna conhecida nacionalmente. Após um tempo, ela se lança como cantora e alcança o estrelato.


Enfim, gente!

Espero que tenham gostado dessa novidade. Se tiverem alguma ideia de conteúdo que vocês gostariam de ver aqui, e que seja bem a cara do Pamelisses, me digam lá nos comentários 😉

E aproveitem pra me contar qual desses filmes vai fazer a cabeça de vocês nesse fim de semana!

Oscar 2019: Os Vencedores da Noite

Cinema

Na noite do último domingo (24/02) foi ao ar a cerimônia do Oscar 2019 e quem me acompanha pelo Instagram pôde conferir em momento real a premiação. Se você perdeu meus surtos, não se preocupe! Tá tudo registradíssimo nos destaques da minha bio, e você pode conferir aqui.

Esse Oscar me deu algumas rasteiras, e várias coisas que eu considerava como certas acabaram se revelando equivocadas. Entre elas: o flop de “A Favorita”, um dos meus filmes prediletos dessa temporada, que teve 10 indicações e acabou levando apenas uma estatueta, e essa estatueta era justamente a que eu jurava já pertencer à Glenn Close, atualmente a atriz viva com mais “derrotas” no Oscar (parece que ela caiu na Maldição do DiCaprio).

Eu, assistindo esse Oscar

Sem mais delongas, vou listar abaixo os filmes vencedores e tecer alguns comentários:

Bohemian Rhapsody, foi o grande vencedor da noite, abocanhando 4 estatuetas, entre elas:

Melhor Edição de Som;
Melhor Mixagem de Som;
Melhor Montagem;
Melhor Ator;

E eu tô bem pistola com esses prêmios todos. Sério gente, a Academia surtou geral. Ou esse Oscar tá comprado. São as únicas explicações pra “Bohemian Rhapsody”, um longa divertido e sobre uma banda que todo mundo ama, sim, porém cheio de problemas técnicos e com uma das Montagens mais cagadas que já vi na vida ter levado esse prêmio.

Eu, assistindo esse Oscar

E não vou nem falar do desgosto que foi esse Oscar de Melhor Ator pro lip sync mais caricato de todos os tempos. Eu sei que a atuação do Rami Malek dividiu opiniões, mas sinceramente, eu não senti que ele estava atuando ali, achei a imitação dele do Fred Mercury tremendamente irrisória e não entendi por que resolveram premiar isso. Todos os atores que concorriam nessa categoria tinham atuações muito mais consistentes que a do Malek, até o Bradley Cooper merecia mais.

Sobre os prêmios de som, faz sentido, com todas aquelas cenas de shows, porém, se fosse pra ir por esse lado, preferia que “Nasce Uma Estrela” levasse.

Rami Malek, vencedor do Oscar de Melhor Ator por “Bohemian Rhapsody”

Green Book, mesmo cercado por diversas polêmicas, não se deixou abater e garantiu 3 estatuetas, entre elas a do prêmio principal:

Melhor Filme;
Melhor Roteiro Original;
Melhor Ator Coadjuvante;

Olha gente, sinceramente gostei muito de Green Book, e achei sim que ele tinha condições de levar Melhor Roteiro e Melhor Filme, ENTRETANTO, e esse é um grande entretanto, premiar um filme envolvido em diversos escândalos que vão do racismo ao assédio sexual, é um tapa na cara que transforma todos os esforços de inclusão que a Academia teve ao indicar filmes como “Infiltrado na Klan”, “Pantera Negra”, “Roma” e “Se a Rua Beale Falasse”, em pó. É como se estivessem legitimando preconceito e misoginia. Não faz sentido e ainda me faz pensar que a Academia está mudando sim, mas para pior.

Sinceramente, só não questiono o Oscar do Mahershala Ali.

Mahershala Ali, vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “Green Book: O Guia”

Roma, um dos grandes favoritos da noite, com 10 indicações, levou apenas 3 estatuetas e me deixou bem desconfortável por não ter levado o prêmio de Melhor Filme, que além de merecido, ia mostrar pra industria qual era a nova cara da Academia. Seus prêmios foram:

Melhor Direção;
Melhor Fotografia;
Melhor Filme Estrangeiro;

Acho que quando foi anunciado o prêmio de Melhor Filme Estrangeiro eu já sabia que Roma não levaria o prêmio principal da noite, mas não esperava a rasteira que citei aqui em cima. No mais, temos que exaltar muito Alfonso Cuarón, que roteirizou, produziu, fez a fotografia e dirigiu essa verdadeira obra de arte.

Alfonso Cuarón com seus prêmios de Melhor Direção, Melhor Fotografia e Melhor Filme Estrangeiro

Pantera Negra, com 7 indicações, o primeiro filme de herói a ser indicado na categoria principal do prêmio, também não decepcionou e faturou 3 estatuetas:

Melhor Direção de Arte;
Melhor Figurino;
Melhor Trilha Sonora;

Eu não tenho do que reclamar desses prêmios. Apesar de só ter apostado que levariam Melhor Figurino, cada uma dessas estatuetas foi mais do que merecida.

Jay Hart e Hannah Beachler, vencedores do Oscar de Melhor Direção de Arte por “Pantera Negra”

Vice, que era um dos favoritos, com 8 indicações, e que na minha opinião deveria ter levado os prêmios de Melhor Montagem e Melhor Ator também, acabou ficando apenas com a estatueta de Melhor Maquiagem.

Outro queridinho tombado, A Favorita, com 10 indicações, levou apenas o inesperado Oscar de Melhor Atriz para Olivia Colman. Não que a performance de Olivia tenha sido ruim, passou bem longe disso, ela foi incrível neste longa, porém dividia o protagonismo do filme com Emma Stone e Rachel Weiz (inclusive acredito que todas elas tenham praticamente o mesmo tempo de tela, o que me deixou bem confusa com essa indicação), e além de tudo tem a questão de que tava todo mundo contando com esse Oscar pra Glenn Close.

Esse provavelmente foi aquele momento em que pensaram “Eita, esquecemos de premiar um dos favoritos, toma esse Oscar aqui mesmo”.

Olivia Colman, vencedora do prêmio de Melhor Atriz por “A Favorita”

Meus tombos prosseguiram com os vencedores das categorias a seguir:

Melhor Curta-Metragem: Skin;
Melhor Documentário: Free Solo;
Melhores Efeitos Visuais: O Primeiro Homem;

Mesmo tendo errado esses palpites, o único que me incomodou levar o prêmio foi O Primeiro Homem. Eu até entendo os motivos: se pararmos pra pensar nos Efeitos Visuais que realmente tornaram reais os acontecimentos do filme, é bem merecido, nunca vou esquecer a primorosidade daquela cena do primeiro pouso na Lua.

Porém, em “Vingadores: Guerra Infinita” vemos pousos ATRAVÉS DO UNIVERSO, um monte deles aliás, bando de arrombado!

Desculpa, mas fico com a impressão que a Academia deu esse prêmio só para O Primeiro Homem levar alguma coisa pra casa, tipo um “cala boca”, e além disso ainda entra ai aquele velho preconceito que o Oscar tem com os filmes da Marvel.

Paul Lambert, Ian Hunter, Tristan Myles e J.D. Schwalm, vencedores do Oscar de Melhores Efeitos Visuais por “O Primeiro Homem”

Graças a Deus nem só de rasteiras foi esse Oscar! Também acertei mais algumas categorias, que, obviamente, na minha opinião, foram prêmios mais do que merecidos e aqueles que mais vibrei:

Melhor Curta de Animação: Bao;
Melhor Curta Documentário: Period. End of Sentence.;
Melhor Animação: Homem Aranha no Aranhaverso;
Melhor Roteiro Adaptado: Infiltrado na Klan;
Melhor Atriz Coadjuvante: Regina King, por “Se a Rua Beale Falasse”;
Melhor Canção Original: “Shallow” de “Nasce uma Estrela”;

Spike Lee recebendo seu Oscar pelo Melhor Roteiro Adaptado de “Infiltrado na Klan”, em um dos meus momentos favoritos dessa premiação!

No fim das contas acabei contabilizando 12 acertos daqueles palpites que dei aqui nesse post. E apesar da revolta ser bem grande, não apenas pelos prêmios que não acertei, mas por aqueles que acredito piamente não terem sido merecidos, foi uma cerimônia bacana, com momentos incríveis!

Entre os melhores momentos da noite estão: a abertura com o show do Queen + Adam Lambert; o discurso emocionante de Regina King ao receber sua estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante; Keegan-Michael Key, encarnando a Mary Poppins e descendo de guarda-chuva no meio da cerimônia; o discurso da Lady Gaga ao tomar posse de seu prêmio de Melhor Canção Original; e claro, O MEU MOMENTO FAVORITO, NÃO SÓ DO OSCAR, MAS DO ANO INTEIRO, Lady Gaga subindo ao palco com Bradley Cooper para cantar “Shallow”.

E é com o vídeo dessa performance incrível que eu termino o post de hoje ♥

Lady Gaga e Bradley Cooper performam “Shallow” de “Nasce uma Estrela

E vocês, pessoal, acertaram muita coisa ou também foram tombados como eu?

Contem pra mim aqui nos comentários 😉

Oscar 2019: Palpites e Previsões

Cinema

A noite do próximo domingo (24/02), que coroa os melhores na industria cinematografia, se aproxima e, conforme prometido nesse post, chegou a hora de dividir com vocês meus palpites e previsões sobre os prováveis vencedores do Oscar 2019.

Ainda não consegui assistir todos os filmes que concorrem este ano e, infelizmente, não acredito que vá conseguir. Algumas categorias, como Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Documentário, Melhor Curta, Melhor Curta Documentário e Melhor Curta de Animação irão sofrer com a minha falta de embasamento para minhas opiniões.

É extremamente difícil encontrar os filmes que concorrem nessas categorias e salvo um ou outro, sei que não vou conseguir assistir a maioria, mas, tendo finalizado a maratona com os longas que concorrem nas categorias principais, me sinto preparada pra vir aqui palpitar.

Lembrando que sou apenas uma entusiasta da 7ª arte, minha gente… longe de mim vir aqui com a pretensão de ser algum tipo de guru no assunto. Deus sabe que o cinema pra mim é um hobby e nunca estudei a fundo pra ter alguma propriedade profissional nesse quesito.

Com esse ponto devidamente esclarecido, passemos às previsões desta reles fã que vos fala:

Melhor Curta de Animação

Começando pelas categorias que tenho menos conhecimento, aqui acredito que o vencedor seja o Curta “Bao”, da Pixar. Pra quem não conhece, a Animação esteve em cartaz junto com “Os Incríveis 2” e fala sobre a maternidade de um jeito bem diferente. Faz algum tempo que assisti, mas me lembro de ficar profundamente emocionada com a metáfora, que trata do poder nocivo da superproteção dos pais. O curta problematiza a maternidade superprotetora e chama atenção para a importância de não centralizar a vida emocional da mãe no filho ou na filha. 

Por se tratar de um curta atemporal, poético e provocador, pra mim é um dos favoritos para receber o Oscar nesta categoria.

Cena de “Bao”, indicado na categoria “Melhor Curta de Animação”

Melhor Curta-Documentário

Nesta categoria, infelizmente não consegui assistir nenhum filme, mas com alguma pesquisa sobre os indicados e os favoritos da crítica, minha aposta é em “Period. End of Sentence.”. O documentário explora os costumes de uma aldeia rural nos arredores de Delhi, na Índia, onde as mulheres lideram uma revolução silenciosa. Eles lutam contra o estigma profundamente enraizado da menstruação. O filme fala sobre esse triste cenário, em que são proliferadas informações errôneas, disseminando distorções que desembocam em constrangimentos sociais.

Conseguindo desenhar um esboço contundente da força das outrora subjugadas mulheres que arregaçam as mangas em função da própria liberdade, na minha opinião este é o vencedor nessa categoria.


Cena de “Period. End of Sentence.”, indicado na categoria “Melhor Curta-Documentário”

Melhor Curta-Metragem

Mais uma categoria que não consegui assistir nenhum dos filmes, então, me baseando no enredo dos indicados e na opinião da critica, minha aposta é em “Marguerite”, o curta que mostra o relacionamento de uma mulher idosa e sua enfermeira, e como elas desenvolvem uma amizade que a inspira a descobrir desejos não reconhecidos e, assim, ajudá-la a fazer as pazes com seu passado.

Aqui dou meu palpite baseada na opinião da crítica.


Cena de “Marguerite”, indicado na categoria “Melhor Curta-Metragem”

Melhor Documentário

Nesta categoria, minha aposta é o documentário “RBG”, que conta a história de Ruth Bader Ginsberg, justificando a fama da diligente juíza norte-americana, que dedicou sua carreira a lutar contra a discriminação de gênero, fazendo isso com impressionante resiliência e estratégia, foi responsável por momentos decisivos para a evolução das leis dos EUA que, pela precedência e poder de influência do país, tiveram impactos progressistas em todo o mundo.

Escolhido como o Melhor Documentário de 2018 pelo National Board of Review, acredito que levará a estatueta de Melhor Documentário no domingo à noite.


“RBG”, indicado na categoria “Melhor Documentário”

Melhor Filme Estrangeiro

Confesso que só assisti a um dos filmes que concorrem nesta categoria, e foi o sucesso de critica, distribuído pela Netflix e dirigido por Alfonso Cuarón. Com 10 indicações ao Oscar, “Roma” é um dos favoritos em diversas categorias e não precisei pensar muito para elegê-lo o “Melhor Filme Estrangeiro”. Na verdade, o longa tem grandes chances de abocanhar o principal prêmio da noite.

Cena de “Roma”, indicado à “Melhor Filme Estrangeiro”

Melhor Mixagem de Som

Chegando às categorias mais técnicas, finalmente posso me basear nos meus próprios feelings, tendo assistido à todos os filmes indicados aqui, acredito que este prêmio fique com “O Primeiro Homem”, a cinebiografia de Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua. Gente, a inteligência de toda a Equipe de Som deste filme é surreal! Tanto a mixagem, quando a edição, são insanas!

Melhor Edição de Som

E é por isso que acredito que “O Primeiro Homem” também leva a estatueta de “Melhor Edição de Som” este ano. Tanto na pré, quanto na pós produção, a sonoridade do longa é impecável. Não vejo como nenhum dos concorrentes nessas categorias possam superar a qualidade da Mixagem e Edição deste longa.

“O Primeiro Homem” indicado nas categorias “Melhor Mixagem de Som” e “Melhor Edição de Som”

Melhor Edição

No quesito edição, pra mim, “Vice”, é imbatível! O filme sobre Dick Cheney, ex vice-presidente americano, que é completamente anti-Dick Cheney, foi indicado em mais 7 categorias e encanta pela montagem! A forma genial como são intercaladas cenas metafóricas com as situações apresentadas no longa e uma das sequências finais, que mescla cenas de um transplante de coração com um desastre, com certeza vai render a estatueta de “Melhor Edição” pra esse filme, na minha opinião.

“Vice”, indicado à “Melhor Edição”

Melhores Efeitos Visuais

Aqui eu vou seguir meu coração e ser bem tendenciosa. Isso por que todos os filmes que concorrem nessa categoria são surreais no quesito Efeitos Visuais! Todos eles são sensacionais e não deixam a desejar quando falamos de trazer o irreal para o mundo real. São filmes com efeitos impecáveis e quando olhei pra lista de concorrentes soltei um riso nervoso, por que me parece impossível decidir entre eles. Nessa sinuca de bico, resolvi favorecer “Vingadores: Guerra Infinita” no meu palpite. Além de ter sido um espetáculo cinematográfico, o longa foi um dos meus favoritos em 2018 e nunca vou me esquecer dos efeitos visuais que transformaram o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, aqui no Brasil, no Planeta Vormir.

Cena de “Vingadores: Guerra Infinita”, indicado à categoria de “Melhores Efeitos Visuais”. Aqui podemos ver Thanos no Planeta Vormir, que ganhou vida graças às gravações no Maranhão.

Melhor Maquiagem

Aqui, novamente, acredito que o vencedor seja “Vice”. O trabalho impecável da equipe transformou Christian Bale em Dick Cheney e eu nem sequer reconheci o Sam Rockwell quando assisti o filme, minha gente! Vi o nome dele nos créditos e fui procurar que personagem ele tinha interpretado por que “não vi” ele no longa. Quase caí pra trás quando me dei conta de que ele interpretou o ex-presidente George W. Bush filho.

Christian Bale e Sam Rockell, caracterizados, respectivamente, como Dick Cheney e George W. Bush, em “Vice”, que concorre ao prêmio de “Melhor Maquiagem”

Melhor Figurino

Essa categoria me deixou completamente confusa. Os concorrentes também são impecáveis no quesito figurino e fiquei tão cheia de dúvidas quanto na categoria de Efeitos Visuais. Depois de muito pensar cheguei à dois favoritos: “Pantera Negra” e “A Favorita” e aqui vou usar o mesmo critério de desempate que utilizei com a questão dos efeitos: vou apostar em um dos meus filmes favoritos do ano passado, um gigante que não pode ser considerado apenas um filme de super herói, com sua crítica social e politica e reflexões tão atuais. É um prazer poder presenciar uma produção como essa ser indicada em 7 categorias do maior prêmio do cinema! Pode entrar “Pantera Negra”, você não merece apenas a estatueta de “Melhor Figurino”, você merece o mundo!

Cena de “Pantera Negra” que concorre na categoria “Melhor Figurino”

Melhor Trilha Sonora

Acredito que a partir de agora vou me repetir bastante falando sobre como fiquei em dúvida entre 2 ou mais filmes por categoria. Aqui fiquei entre dois filmes, que apesar de muito diferentes, possuem semelhanças incríveis, entre elas a Trilha Sonora espetacular. Falo mais uma vez de “Pantera Negra” e “Se a Rua Beale Falasse”, novo filme do diretor de “Moonlight”, que concorre em mais 2 categorias. Mesmo sendo encantada pela trilha sonora de “Pantera Negra”, desta vez meu critério de desempate é a opinião da crítica, que coroa “Se a Rua Beale Falasse” como o favorito nesta categoria. Não por menos, já que é possível perceber o quanto o trabalho executado pelo compositor é fundamental para se acompanhar esse drama de um homem injustamente acusado de ter cometido um estupro e a luta de sua família para livrá-lo da condenação.

Cena de “Se a Rua Beale Falasse”, indicado à categoria “Melhor Trilha Sonora”

Melhor Canção Original

Aqui eu sigo meu coração descaradamente! E é possível perceber isso desde esse post aqui. Por sorte, acredito que meu coração possa estar com a razão, se a gente levar em consideração a opinião da crítica sobre o grande favorito nesta categoria. “Shallow”, canção do filme estrelado por Bradley Cooper e Lady Gaga e interpretada pelos dois no sucesso de público e crítica “Nasce Uma Estrela” é, sem sombra de duvidas, umas das minhas canções favoritas de todos os tempos. O remake dirigido por Cooper ainda concorre em mais 7 categorias e na minha opinião vai garantir pelo menos a estatueta de “Melhor Canção Original”.

Lady Gaga e Bradley Cooper interpretando a canção “Shallow” no longa “Nasce Uma Estrela”, que concorre à “Melhor Canção Original”

Melhor Animação

Pra mim, o vencedor dessa categoria poderia facilmente ser indicado na de Melhor Filme também. Estou falando de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, animação da Sony Pictures que narra as aventuras de Miles Morales sob o manto do Homem-Aranha. Aqui no blog fiz inclusive uma critica ao filme, rasgando elogios e apostando na indicação dele ao prêmio máximo do cinema. Na minha opinião, o longa não é apenas a Melhor Animação do ano, É A MELHOR DE TODOS OS TEMPOS!!! Se você leu a minha crítica ou assistiu ao filme vai concordar comigo sobre a qualidade superior dessa animação em relação as outras, que são ótimas também, mas “HOMEM-ARANHA NO ARANHAVERSO” É DISRUPTIVO! Essa animação está muito à frente das outras…

Cena de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, que concorre na categoria “Melhor Animação”

Melhor Roteiro Adaptado

Essa categoria é disputada por filmes geniais, que poderiam levar, cada um, uma estatueta pela adaptação sensacional do roteiro. Mais uma vez sou obrigada a seguir meu coração e eleger “Infiltrado na Klan”, de Spike Lee, como o favorito à “Melhor Roteiro Adaptado”. Além de ter tido uma passagem meteórica por Cannes, recebendo diversos elogios pela sua história, seu roteiro genial, repleto de tapas na cara, tem tudo para levar esse prêmio.

“Infiltrado na Klan” disputa o prêmio de “Melhor Roteiro Adaptado”

Melhor Roteiro Original

Mais uma vez divida entre dois filmes espetaculares, neste caso “Roma” e “A Favorita”, precisei pensar não apenas com meu coração aqui, mas ler muitas críticas pra conseguir desempatar os dois longas. Depois de muito matutar, elejo “A Favorita” como o possível vencedor do prêmio de “Melhor Roteiro Original” devido aos seus diálogos afiados e humor negro sensacional. É um dos roteiros mais elogiados da temporada, narrando um jogo político de poder repleto de manipulações e subterfúgios. É um filme inteligentíssimo, que acredito levar a melhor sobre o roteiro dramático de “Roma” no próximo domingo.

Cena de “A Favorita”, indicado à “Melhor Roteiro Original”

Melhor Fotografia

A verdade é que “Roma” e “A Favorita” são os maiores indicados da noite, cada um concorrendo em 10 categorias, e isso não é por acaso, a qualidade dos dois longas é inegável, e fruto de muita dúvida, pelo menos pra mim, na hora de apontar um possível vencedor. No quesito “Melhor Fotografia” nem se fala! Enquanto o filme de Yorgos Lanthimos abusa dos planos abertos com lentes panorâmicas, rendendo um resultado estupidamente original à fotografia, Alfonso Cuarón aposta na simplicidade de um longa todo em preto e branco, mas de forma aguçada, trabalha os movimentos de câmera com uma expertise descomunal. Por esse motivo, acredito que quem leva essa estatueta seja “Roma”.

“Roma”, indicado à “Melhor Fotografia”

Melhor Direção de Arte

E o embate entre “A Favorita” e “Roma” prossegue. Aqui, acredito que o longa estrelado por Emma Stone, Rachel Weiz e Olivia Colman seja o favorito, principalmente por que produções de época sempre são prestigiadas pela Academia e, nas últimas dez cerimônias, quatro filmes do gênero saíram com o prêmio.​ Além disso, “A Favorita” trata-se de um filme belíssimo, visualmente encantador, com cenários construídos de forma que nunca vi igual… é uma produção de tirar o fôlego!

“A Favorita”, indicado à “Melhor Direção de Arte”

Melhor Atriz Coadjuvante

Uma das categorias que me deixou mais confusa foi essa. Na hora que fizeram as indicações esqueceram a Claire Foy, que foi uma das melhores coisas em “O Primeiro Homem”; tiraram o nome da Marina de Tavira só Deus sabe de onde; e indicaram Emma Stone e Rachel Weiz, ambas de “A Favorita”, como coadjuvantes, quando poderiam ter indicado Olivia
Colman, que facilmente levaria a estatueta nessa categoria. Aqui fica a dúvida entre Amy Adams (Vice) e Regina King (Se a Rua Beale Falasse), mas acredito que esta ultima fature a estatueta, já que, no papel da mãe da uma garota que vê seu noivo sendo injustamente acusado de um crime e tendo que pagar por isso, ela é a força moral do filme, em uma atuação contida, porém nunca menos que segura.

Regina King em “Se a Rua Beale Falasse”, indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante

Melhor Ator Coadjuvante

Aqui eu não tive nenhuma dúvida! E acho que ninguém deve ter também… Apesar de ter admirado a performance de Richard E. Grant em “Poderia me Perdoar?” não tem como ignorar o talento absurdo de Mahershala Ali, que brilha insanamente em “Green Book: O Guia”. Baseei minha previsão aqui particularmente em uma cena do longa de Peter Farrelly, aquela na chuva, onde o personagem de Ali perde a compostura pela primeira vez no filme, e fala sobre como é ser um homem negro e gay, que não se encaixa com seu “próprio povo” devido à sua cultura e muito menos é tratado com dignidade pelos brancos americanos no final dos anos 60. Essa cena, amigos, me tirou o folego, me deixou toda arrepiada e a emoção nos olhos de Mahershala me fez chorar.

Mahershala Ali concorre ao Oscar de “Melhor Ator Coadjuvante” pelo longa “Green Book: o Guia”

Melhor Atriz

Se eu fosse seguir meu coração, daria esse Oscar pra Lady Gaga, que me surpreendeu e emocionou em “Nasce Uma Estrela”. Porém, quando olho para suas concorrentes, acredito que a performance dela não tem força pra brigar pela estatueta. Aqui descarto Olivia Colman, que não me pareceu uma protagonista em “A Favorita” e Yalitza Aparicio, de “Roma”, que não parece ter culhões pra essa briga de cachorro grande. Fiquei em dúvida entre Melissa McCarthy e seu trabalho incrível em “Poderia me Perdoar?” (gente, eu juro que essa mulher se transforma quando não tá tentando ser engraçada) e Glenn Close, numa performance METEÓRICA em “A Esposa”. Mesmo cheia de dúvidas, meu palpite é na Glenn, que durante o longa conseguia transmitir as mais diversas emoções apenas com um olhar.

Glenn Close, indicada ao Oscar de “Melhor Atriz” por “A Esposa”

Melhor Ator

Mesmo competindo com gigantes como Willem Dafoe (que acabou com a minha vida na pele de Van Gogh, durante o longa “No Portal da Eternidade”) e Viggo Mortensen de “Green Book: O Guia”, acredito que esse Oscar pertença à Christian Bale e sua transformação em Dick Cheney no filme “Vice”. Mesmo que aqui o favorito seja Rami Malek e seu Freddie Mercury de “Bohemian Rhapsody”, não vou conseguir respeitar a Academia se ela premiar a performance que mais imita do que atua de Malek.

Christian Bale em “Vice”, que disputa o prêmio de “Melhor Ator”

Melhor Direção

Minha aposta aqui é em Alfonso Cuarón por “Roma”. Além de ter sido indicado e saído vitorioso nas principais cerimônias do cinema, Cuarón representou, através de “Roma”, uma infinidade de coisas para o universo da sétima arte e ainda conseguiu emplacar um filme nada comercial, que não tem efeitos grandiosos, tem um ritmo lento, é todo preto e branco e ainda conta uma história muito particular sobre a vida e a dor de uma pessoa comum.  O sucesso desse longa desconstrói preconceitos, padrões e métricas para o cinema e suas pomposas premiações.

Alfonso Cuarón dirige Yalitza Aparicio em cena de “Roma” e concorre na categoria de “Melhor Direção”

Melhor Filme

Essa é a categoria que mais me deixou confusa e principal pivô da demora para que esse post visse a luz do dia. A razão é muito simples: EU NÃO FAÇO A MENOR IDEIA DE QUEM PODE LEVAR ESSE PRÊMIO!

“A Favorita”, que já mencionei ser brilhante em inúmeros quesitos é um dos meus favoritos nessa categoria, e talvez “Green Book: O Guia”, que é excelente, mas que não deve ir muito longe devido aos escândalos em que foi envolvido. “Infiltrado na Klan” é um filme genial, mas que não sei se tem condições de levar essa estatueta. Não acredito que a Academia premiaria “Pantera Negra” ou “Bohemian Rhapsody” e eleger o remake de um remake, como “Nasce Uma Estrela”, parece meio bizarro. “Vice” possui montagem e atuações estupendas, mas seria o bastante pra fazer dele o Melhor Filme?

Cenas dos Indicados ao Oscar de “Melhor Filme”

No fim das contas, sempre acabo voltando pra um filme: “Roma”.

Sei que “Roma” enfrenta inúmeras desvantagens em relação aos outros indicados. Como citei acima, trata-se de um filme nada comercial, que não tem efeitos grandiosos, tem um ritmo lento, é todo preto e branco, não é falado em língua inglesa e ainda por cima foi distribuído por um serviço de Streaming, para horror da Academia. Porém, não consigo deixar de apostar as minhas fichas nesse sucesso de crítica.

Então, seja o que Deus quiser. Mesmo cheia de dúvidas, tá na hora de fechar meu bolão particular e eleger meu palpite na categoria de “Melhor Filme”, e é em “Roma” que eu aposto.

“Roma”, indicado à “Melhor Filme”

Pra você que chegou até aqui, neste que foi o maior post que já escrevi na minha vida, meus parabéns! Se tiver interesse em conferir todos os indicados em todas as categorias do Oscar 2019, o link para o post esta aqui 😀 e também vou dividir a planilha que usei para me organizar na hora de assistir todos os filmes, dividida por prioridades (quantidade de indicações e categorias mais importantes), que ainda conta com a aba de palpites.

Obrigada pelas visitas e não deixem de compartilhar comigo suas opiniões e apostas para os grandes vencedores do Oscar 2019 aqui nos comentários!

Confira os Indicados ao Oscar 2019

Cinema

Atenção, cinéfilos e cinéfilas do meu Brasil!

A espera finalmente acabou!

Foi liberada hoje (terça-feira, 22/01), às 11h20 (horário de Brasília) a tão aguardada lista com os filmes que concorrem ao prêmio máximo do cinema!

Apertem os cintos, e confiram abaixo os Indicados ao Oscar 2019:

Melhor Filme

Pantera Negra
Infiltrado na Klan
Bohemian Rhapsody
A Favorita
Green Book: O Guia
Roma
Nasce Uma Estrela
Vice

“Green Book”

Melhor Atriz

Yalitza Aparicio (Roma)
Glenn Close (A Esposa)
Olivia Colman (A Favorita)
Lady Gaga (Nasce Uma Estrela)
Melissa McCarthy (Poderia Me Perdoar?)

Melhor Ator

Christian Bale (Vice)
Bradley Cooper (Nasce Uma Estrela)
Willem Dafoe
Rami Malek (Bohemian Rhapsody)
Viggo Mortensen (Green Book: O Guia)

“Nasce uma Estrela”

Melhor Atriz Coadjuvante

Amy Adams (Vice)
Marina De Tavira (Roma)
Regina King (Se a Rua Beale Falasse)
Emma Stone (A Favorita)
Rachel Weisz (A Favorita)

Melhor Ator Coadjuvante

Mahershala Ali (Green Book)
Adam Driver (Infiltrado na Klan)
Sam Elliott (Nasce uma Estrela)
Richard E. Grant (Poderia Me Perdoar?)
Sam Rockwell (Vice)

“Vice”

Melhor Direção

Spike Lee
Pawel Pawlikowski
Yorgos Lanthimos
Alfonso Cuarón
Adam McKay

Melhor Roteiro Original

The Favourite
First Reformed
Green Book
Roma
Vice

“Infiltrado na Klan”

Melhor Roteiro Adaptado

The Ballad of Buster Scruggs
BlacKkKlansman
Can You Ever Forgive Me?
If Beale Street Could Talk
A Star is Born

Melhor Figurino

The Ballad of Buster Scruggs
Pantera Negra
A Favorita
O Retorno de Mary Poppins
Duas Rainhas

“A Favorita”

Melhor Cabelo

Border
Mary Queen of Scots
Vice

Melhor Direção de Arte/Design de Produção

Black Panther
The Favourite
First Man
Mary Poppins Returns
Roma

“Roma”

Melhor Trilha Sonora

Pantera Negra
Infiltrado na Klan
Se a Rua Beale Falasse
Ilha de Cachorros
O Retorno de Mary Poppins

Melhor Canção Original

All the Stars – Black Panther
I’ll Fight – RBG
The Place Where Lost Things Go – Mary Poppins Returns
Shallow – A Star is Born
When A Cowboy Trades His Spurs For Wings – Ballad of Buster Scruggs

“Pantera Negra”

Melhor Fotografia

Cold War
The Favourite
Never Look Away
Roma
A Star is Born

Melhor Edição

Infiltrado na Klan
Bohemian Rhapsody
A Favorita
Green Book: O Guia
Vice

“Bohemian Rhapsody”

Melhor Edição de Som

Pantera Negra
Bohemian Rhapsody
O Primeiro Homem
Um Lugar Silencioso
Roma

Melhor Mixagem de Som

Pantera Negra
Bohemian Rhapsody
O Primeiro Homem
Roma
Nasce Uma Estrela

“O Primeiro Homem”

Melhores Efeitos Visuais

Avengers: Infinity War
Christopher Robin
First Man
Ready Player One
Solo: A Star Wars Story

Melhor Documentário

Free Solo
Hale County This Morning, This Evening
Minding the Gap
Of Fathers and Sons
RBG

“Vingadores – Guerra Infinita”

Melhor Animação

Os Incríveis 2
Ilha de Cachorros
Mirai
Wifi Ralph
Homem-Aranha no Aranhaverso

Melhor Filme Estrangeiro

Capernaum
Cold War
Never Look Away
Roma
Shoplifters

“Homem-Aranha no Aranhaverso”

Melhor Curta Metragem – Animação

Animal Behavior
Bao
Late Afternoon
One Small Step
Weekends

Melhor Curta Metragem – Documentário

Black Sheep
End Game
Lifeboat
A Night at the Garden
Period. End of Sentence.

“Animal Behavior”

Melhor Curta Metragem – Live-Action

Detainment
Fauve
Marguerite
Mother
Skin

Já estou preparando meu plano de ação para assistir a maioria desses filmes antes da cerimônia e fazer as minhas previsões, mas não é preciso ser um grande gênio para afirmar que “Green Book” e “Roma” são os favoritos da noite.

A cerimônia do Oscar vai ao ar no dia 24 de fevereiro, domingo, a partir das 22h (horário de Brasília).

E vocês, gente? Já têm suas apostas?

Me contem aqui nos comentários 😉

“Homem-Aranha no Aranhaverso”

Cinema, Nas Telonas

Durante a CCXP de 2017 pude acompanhar o painel da Sony Pictures e assistir em primeira mão a entrevista com os produtores Christopher Miller e Phil Lord, que nos apresentaram, com exclusividade, o primeiro teaser de “Homem-Aranha no Aranhaverso”.

Desde então estou completamente obcecada com a ideia desse filme e praticamente fiz um calendário mental para contar os dias até sua estreia.

A espera acabou na última quinta-feira, 10 de janeiro, quando chegou aos cinemas de todo Brasil a mais nova animação do Teioso.

Situada no Universo Ultimate, a trama acompanha os passos do jovem Miles Morales, que se tornou o Homem-Aranha inspirado no legado de Peter Parker, já falecido. Entretanto, ao visitar o túmulo de seu ídolo em uma noite chuvosa, ele é surpreendido com a presença do próprio Peter, vestindo o traje do herói aracnídeo sob um sobretudo. A surpresa fica ainda maior quando Miles descobre que ele veio de uma dimensão paralela, assim como outras versões do Homem-Aranha.

“Homem-Aranha no Aranhaverso” é um respiro delicioso depois de todos os longas centrados em Peter Parker. Parece que a Sony finalmente entendeu que o público já estava meio cansado da mesma história de origem e resolveu investir em um novo protagonista, com uma nova história, novos dilemas e novos problemas.

A animação é uma das coisas mais bonitas e diferentes que já vi. Não EXISTE nada assim na história do cinema e parece que estamos assistindo a um quadrinho animado em três dimensões. Sério, a Direção de Arte desse filme é inacreditável, tudo nele é visualmente impressionante.

Além do visual belíssimo, que mistura diversos estilos de animação, o filme ainda faz várias referências aos quadrinhos, com os quadros de pensamento e os sons e barulhos. Fora todas as homenagens sutis aos Aranhas anteriores, não só os animados, mas também os live-actions e até os memes da internet.

O design é impecável e equilibra muito bem os traços em 2D dos Aranhas secundários com os em 3D do trio principal. Amei a clara referência aos animes com a Peni Parker e aos cartoons com o Porco Aranha, e tudo isso sem forçar a barra, é muito natural e bonito na tela.

Falando em coisas naturais e bonitas na tela, a interação entre os personagens é fantástica e cada um deles têm seu espaço para brilhar. Até mesmo os vilões, que tem pouco tempo em tela, são apresentados com uma profundidade palpável.

Outro ponto alto da animação é a trilha sonora, que estou escutando desde que sai do cinema:

O roteiro é impecável e muito bem desenvolvido, com diálogos coerentes e uma trama super convincente. O longa sabe equilibrar perfeitamente as sequências de ação, com a comédia e os momentos mais emocionantes. Perdi as contas de quantas vezes gargalhei no cinema, quantas vezes vibrei e gritei pelos personagens, e também quantas chorei em momentos de emoção pura.

“Homem-Aranha no Aranhaverso” não é apenas a melhor animação que já assisti, quiça o melhor filme do Homem-Aranha já feito. Talvez seja também o melhor longa de Super Heróis da atualidade.

Além de cair no gosto do público, o filme ainda levou o Globo de Ouro e o Critics Choice Movie Awards de Melhor Animação e estou com os dedos cruzados e torcendo muito para que ele receba também uma estatueta do Oscar

E aí, já foi aos cinemas conferir a nova aventura do Cabeça de Teia?

Me conta o que achou aqui nos comentários 😉

P.S.: a animação conta não apenas com uma, mas com duas cenas pós-créditos e, acredite em mim, você não vai querer sair do cinema sem assisti-las!

“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”

Cinema, Nas Telonas

Na semana passada estreou nos cinemas de todo o Brasil um novo capítulo do “Wizard Word” concebido por J.K. Rowling, autora da série de livros do bruxo mais famoso do mundo. Desta vez a aventura é nas telas dos cinemas com “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald“, que conta com roteiro da própria Rowling e direção de David Yates, o responsável pelos quatro últimos filmes da série “Harry Potter” nos cinemas.

O segundo filme da franquia “Animais Fantásticos” se passa na Paris de 1928, apenas alguns meses após os acontecimentos de seu antecessor:

No longa, Newt Scamander (Eddie Redmayne) reencontra os queridos amigos Tina Goldstein (Katherine Waterston), Queenie Goldstein (Alison Sudol) e Jacob Kowalski (Dan Fogler). Ele é recrutado pelo seu antigo professor em Hogwarts, Alvo Dumbledore (Jude Law), para enfrentar o terrível bruxo das trevas Gellert Grindelwald (Johnny Depp), que escapou da custódia da MACUSA (Congresso Mágico dos EUA) e reúne seguidores, dividindo o mundo entre seres mágicos de sangue puro e seres não-mágicos.

Como Potterhead assumida, vou confessar que tinha grandes expectativas quanto à essa sequência, mas antes mesmo de comparecer aos cinemas para conferi-la fui bombardeada com inúmeros headlines de críticas negativas.

Obviamente evitei ler os textos pra não haver nenhuma influência na minha opinião, mas baixei minhas expectativas consideravelmente e devo dizer, nem isso ajudou muito.

Não é que o filme seja de todo ruim. Ele tem suas partes satisfatórias, como por exemplo o belíssimo visual, como todos os outros filmes desse Mundo Mágico, não decepciona. 
“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” pode muito bem receber indicações ao Oscar por “Melhores Efeitos Visuais”, “Melhor Maquiagem e Penteado” e “Melhor Figurino”. Inclusive o 3D desse longa é uma das melhores experiências que já tive, e olha que não sou muito fã, mas neste filme foi quase como magia, rs.

Outro ponto alto do filme foi a participação de Jude Law na pele de Alvo Dumbledore. Embora com pouco tempo de tela, o ator nos mostrou toda sua versatilidade ao cumprir com louvor a missão de interpretar um personagem tão icônico quanto o futuro Diretor de Hogwarts em sua versão mais jovem. É incrível como até alguns trejeitos de Michael Gambon (o Dumbledore da franquia “Harry Potter”) foram incorporados à performance de Law e trouxeram muito mais veracidade para o personagem.

Outra atuação digna foi a de Johnny Depp, que retornou como Gerardo Grindelwald. Embora eu não saiba muito bem se foi a performance de Depp que foi boa ou se meu ranço pelo ator transcendeu e contribuiu pro meu ódio pelo personagem… O caso é que Depp é tremendamente convincente na pele desse vilão, que não distribui sorrisos ou trejeitos bizarros como seus personagens anteriores, mas é frio e polido, sem exageros, e não convence seus seguidores pelo medo, como o cruel Voldermort, mas sim pela lábia afiada.

No cinema até brincamos chamando o personagem de “Bolsonaro Bruxo” e no final das contas essa foi a comparação mais verdadeira que fizemos quanto ao antagonista desta franquia. Foi assustador de tão verídico acompanhar como ele arrebanhava discípulos com apenas um discurso distorcido.

Infelizmente os pontos altos do filme ficam por aqui e não foram suficientes para fazer de 
“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” um longa satisfatório. Precisamos encarar um simples fato: J.K. Rowling é uma estupenda escritora de literatura, mas não é assim tão boa quando se trata de escrever um roteiro para o cinema.

E acho que o maior exemplo disso é o pouco brilho que o quarteto protagonista tem em tela. Não é um desempenho ruim, mas não é algo memorável como estamos acostumados em se tratando do Mundo Mágico (passaram bem longe de Harry, Rony e Herminone). Acho, inclusive, que se a gente tirasse Newt, Tina, Jacob e Queenie, a narrativa ficaria na mesma.

Me lembro da época em que “Animais Fantásticos e Onde Habitam” estreou nos cinemas e muita gente caiu matando em cima e criticou demais o roteiro da escritora, enquanto me mantive firme defendendo uma das minhas heroínas. E a verdade é que o roteiro do filme anterior da franquia não foi tão ruim e tão cheio de pontas soltas quanto esse. Muita gente vai dizer que essas pontas soltas na verdade são ganchos para as sequências, mas a sensação que tive na sala de cinema foi só a de enormes buracos na história. Assim não da pra te defender, J.K..

E que história, não é mesmo? Estou procurando pelos “Crimes de Grindelwald” até agora. E também pelos “Animais Fantásticos”. E se perguntarem, não consigo traçar uma linha clara do enredo desse filme. Parece que não acontece nada, mesmo que um milhão de coisas tenham acontecido. Juro que foi como sair do cinema depois da sessão de “O Hobbit: A Desolação de Smaug”: o mesmo filme longo, parado e em alguns pontos meio chato, com graves problemas de continuidade e sem nenhum clímax.

Mas pelo menos em O Hobbit eles tinham o dragão.

Acredito que se o roteiro tivesse focado em apenas dois plots e desenvolvido eles com propriedade, o filme teria sido um sucesso. Porém é muito difícil dar foco em 84 tramas diferentes no cinema. Pode ficar incrível nas páginas de um livro, mas as telas são uma mídia completamente diferente e algumas coisas precisam ser cortadas pelo bem do desenvolvimento do enredo.

Não quero nem comentar no desperdício da personagem Leta Lestrange, vivida por Zoë Kravitz, que poderia ter tido muito mais atenção e um plot muito mais bem desenvolvido. A história da personagem era incrível, mas acredito que se tivesse tido mais tempo para desenvolvimento em filmes futuros teria sido mais bem aproveitada. E olha que ela foi apenas um dos meus botes de expectativa afundados por esse longa. Decepção define.

Minha outra canoa naufragada foi a do Nicolau Flamel, que só apareceu como fan service e não fez nada de útil além de ser engraçadinho na cena com o Jacob. Gente, pra que colocar um dos nomes de mais peso no Mundo Bruxo num filme, se ele só vai aparecer pra ser inútil, contradizendo tudo o que ouvimos falar dele na saga “Harry Potter”?

E esse também é o caso da Nagini, concebida apenas pra ser a broderzinha do Credence, sem nenhuma relevância real para a história. E mais uma vez eu repito: pra que enfiar essa personagem no enredo? Pra que mais um plot com desenvolvimento precário?

Enfim, como puderam notar este é o relato de uma fã ensandecida de desgosto. Posso ficar aqui o dia todo falando mal desse filme, mas não garanto não jogar nenhum spoiler cabeludo na cara das pessoas.

No fim das contas  o que precisam saber é que é um filme lindo (visualmente falando), que, se você é um fã de Harry Potter, vale a pena sim conferir e tirar suas próprias conclusões. Se no final você não curtir, vai ter valido a pena por rever Hogwarts mais uma vez, ficar todo arrepiado (a) e chorar um pouquinho de saudade. Vai valer pelo Dumbledore e também pelo 3D mais magnifico que assistirá na vida.

Agora, é impontante ir preparado para um filme com muitos plots, onde nenhum deles é desenvolvido com eficiência, momentos em que você não sabe o que está acontecendo (e não de um jeito bom), e momentos totalmente desnecessários e que não fazem sentido algum.

Mas, talvez o mais importante: esteja preparado para um filme sem nenhum clímax no final e com um gancho para a sequência que deveria ser um plot-twist-mind-blowing, mas só conseguiu deixar os fãs confusos e furiosos, e gritando FAKE NEWS na sala de cinema. Inclusive, todos os possíveis plot twists dessa narrativa (e aqui inclui-se a mudança de lado de alguns personagens) foram tão mal elaborados que só pareceram um negócio meio sem pé nem cabeça.

E aí? Já assistiram “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”?

Me contem aqui nos comentários o que acharam.

“Venom”

Cinema, Nas Telonas

Semana passada chegou aos cinemas BR a tão aguardada adaptação do filme encabeçado pelo clássico vilão dos quadrinhos do Homem-Aranha: “Venom”.

Esculachado pela crítica em suas sessões de teste e pré-estreias, e até mesmo comparado à fiascos como “Mulher-Gato” (2004) e “Quarteto Fantástico” (2015), o longa não é assim tão ruim, inclusive achei “legalzinho”, aquele filme meio “Temperatura Máxima”, que não é terrível, mas está bem longe de empolgar.

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Girando em torno do famoso jornalista Eddie Brock, o longa não faz nenhum tipo de referência ao Cabeça de Teia, inclusive, no meu entendimento, parece se passar em um Universo Paralelo, que nem conta com a existência do Teioso.

Imagino que talvez essa tenha sido a intenção da Sony depois das negociações de cessão de direitos do Homem-Aranha com a Marvel. Eles não deixam exatamente claro que o filme se passa em um outro universo, meio que jogando aquele verde pra ver se conseguem se encaixar dentro do MCU caso a oportunidade surja.

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Fica muito claro que o estúdio não quer perder uma franquia nesse nicho de super-heróis, que faz tanto sucesso no mercado cinematográfico atualmente, e depois de sucessos como “Deadpool” e “Logan”, enxergaram em “Venom” sua grande oportunidade de abocanhar aquela fatia de mercado destinada aos anti-heróis, e cair no gosto do público com um filme mais adulto e mais violento.

E teria sido ótimo, se não tivessem cagado legal no pau, já que o filme não tem nada de adulto e muito menos de violência.

San Francisco, Estados Unidos. Eddie Brock (Tom Hardy) é um jornalista investigativo, que tem um quadro próprio em uma emissora local. Um dia, ele é escalado para entrevistar Carlton Drake (Riz Ahmed), o criador da Fundação Vida, que tem investido bastante em missões espaciais de forma a encontrar possíveis usos medicinais para a humanidade. Após acessar um documento sigiloso enviado à sua namorada, a advogada Anne Weying (Michelle Williams), Brock descobre que Drake tem feito experimentos científicos em humanos. Ele resolve denunciar esta situação durante a entrevista, o que faz com que seja demitido. Seis meses depois, o ainda desempregado Brock é procurado pela dra. Dora Skirth (Jenny Slate) com uma denúncia: Drake estaria usando simbiontes alienígenas em testes com humanos, muitos deles mortos como cobaias.

Primeiramente, pra dar aquela reduzida safada na classificação etária do filme, e conseguir levar um maior publico composto por adolescentes aos cinemas, o estúdio cortou praticamente todas as cenas “violentas” do longa. Existe, claro, uma menção à violência, que nunca é mostrada. Por exemplo: mal me lembro de ver sangue na tela de cinema, mesmo depois do Venom sair devorando cabeças por aí.

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O ritmo é lento. Parece que o primeiro ato, aquele de apresentação dos personagens, acaba invadindo pelo menos metade do ato de desenvolvimento, e a história em si não anda! Fica todo mundo esperando o Eddie Brock ficar pronto, toda a trama em stand-by, no aguardo do mocinho chegar lá para alcança-la.

O roteiro é bem clichê, tremendamente comum e nada surpreendente. Tem um bocado de incoerências bizarras e aquelas conveniências escrachadas que dão uma bela de uma vergonha alheia. Temos toda uma sequência de invasão à um laboratório de última geração, onde nenhum dos personagens parece se importar com as câmeras de segurança, por exemplo.

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Outro ponto fraquíssimo é a comédia pastelão inserida no meio da trama. As cenas que eram pra ser engraçadas, com aquele humor ácido dos filmes adultos (e esse NÃO É um filme adulto), acabou ficando forçado e despropositado. Olha, eu amo o Tom Hardy e acho que ele fez um esforço descomunal nesse filme pra fazer a coisa toda funcionar, mas haviam momentos em que as expressões dele eram tão exageradas que beiravam o ridículo.

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E a Michelle Williams gente, 4 vezes indicada ao Oscar, totalmente desperdiçada nessa narrativa, e usando a pior peruca da história do cinema. Eu passei tanto tempo incomodada com a peruca, que nem consegui prestar muita atenção na performance dela.

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Porém, ninguém me incomodou mais em “Venom” do que o Riz Ahmed, que encarnou o vilão Carlton Drake. Tenho certeza que a intenção dele era parecer um daqueles ricaços blasé, mas o tiro saiu pela culatra, e nem assim ele convence. O vilão não tem carisma nenhum, não cativa, e tem uma motivação bem porca e sem sentido.

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Acho que o problema de “Venom” foi a preguiça no desenvolvimento do roteiro. Parece que escolheram o caminho mais fácil, aquela jornada mais clichê impossível, a receita saída de um filme de ação dos anos 90, bem raso e bem fraco. Faltou sangue, faltou personalidade, faltou culhões da produção.

A CGI é meio precária, tanto que a produção usou e abusou das cenas escuras e noturnas, dos cortes abruptos onde não da pra ver direito o que tá acontecendo naquela sequência de ação, e desconfio que tudo isso foi pra disfarçar a pobreza dos efeitos especiais.

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Acho que eles poderiam ter sido muito mais felizes no desenvolvimento do projeto se tivessem dado um foco maior na relação Brock/Venom, que ficou meio sem pé nem cabeça, muito mal aproveitada e cheia de mais incoerências.

No todo, não é um filme assim tão ruim, mas todos esses probleminhas no decorrer de 2 horas e 20 minutos incomodam um pouco. Se formos parar pra pensar, o filme não entrega nada menos do que foi prometido nos trailers liberados. É exatamente aquilo lá, sem nenhuma pretensão além. Minha dica é ir assistir despretensiosamente, sem grandes expectativas.

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Ah, e o longa conta com 2 cenas pós-créditos: uma fazendo alusão a um personagem muito esperado em uma possível sequência, inclusive com Woody Harrelson, que aparece apenas nessa cena. A outra é uma prévia de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, a animação protagonizada por Miles Morales, que estreia em 20 de dezembro aqui no BR e promete ser infinitamente melhor do que “Venom”.

Enfim, agora quero saber a opinião de vocês.

Já assistiram “Venom”? O que acharam?

Me contem aqui nos comentários!

A ansiedade para “Nasce uma Estrela” e minha obsessão musical da semana

Cinema, Música, Nas Telonas, Nos Fones de Ouvido

Na próxima semana, aqui no Brasil, vai rolar a estreia do remake de “Nasce uma Estrela”, protagonizado pelo ícone Lady Gaga e por Bradley Cooper, que além de ter dado uns pitacos no roteiro, também é o responsável pela direção do longa.

O engraçado é que esse filme já teve 3 versões anteriores:

A primeira, de 1937, estrelada por Janet Gaynor e Fredric March, tratava-se de um drama sobre uma jovem sonhadora, que chega à Hollywood na década de 30 com o desejo de se tornar uma estrela do cinema, e seu sonho vira realidade quando um famoso ator coloca os olhos nela numa festa em que trabalhava como garçonete. Apaixonado, ele impulsiona sua carreira e a transforma realmente em uma estrela.

A Star is Born (1937)

A segunda versão, de 1954, protagonizada por Judy Garland e James Mason, carrega o mesmo enredo da primeira, porém, desta vez, veio em formato de musical.

A Star is Born (1954)

As coisas mudam na versão de 1976, que apesar de ter sido um grande sucesso popular nos anos 70, é considerada pela crítica como a pior versão das três produções. Estrelando Barbra Streisand e Kris Kristofferson, a história desta vez gira em torno de uma jovem cantora iniciante que se envolve romanticamente com um famoso astro do rock. Ele a ajuda a deslanchar sua carreira, e ela começa também a se tornar uma estrela.

A Star is Born (1976)

A nova versão de 2018 possui o roteiro mais similar à sua predecessora, porém já vem sendo um sucesso de critica desde suas exibições de teste, e há quem fale em Oscars de Melhor Atriz para Lady Gaga e Melhor Ator e Diretor para Bradley Cooper.

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Uma curiosidade é que esse papel inicialmente não seria da Gaga e sim de Beyoncé, que precisou abandonar o projeto por causa da gravidez. Outra é que, originalmente, quem teve a ideia de uma nova versão de “Nasce uma Estrela”, foi Clint Eastwood, mas só Deus sabe o por quê de ele ter abandonado a direção do longa…

O caso é que parece que não perdemos nada com a saída de Clint Eastwood, pois enquanto Bradley Cooper surpreende como Diretor e também como cantor, Lady Gaga se revela uma grande atriz, que, além de ter composto grande parte das canções que recheiam o remake, também pediu para que todas as músicas do filme fossem gravadas ao vivo enquanto filmavam as cenas, em vez de em estúdio.

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E foi por causa de uma dessas canções que o post de hoje veio à luz.

Na semana passada foi liberada a primeira faixa da trilha sonora do filme: “Shallow”, e eu estou completamente O-B-C-E-C-A-D-A por ela.

Do tipo que ouve o dia inteiro em looping infinito.

Do tipo que toda vez que assiste ao clipe chora igual um bebê.

A obsessão pela música foi tanta que acabou extravasando para o filme e então precisei escrever esse texto pra dividir com vocês a minha paixão absurda e precoce, além da ansiedade louca pra conferir esse longa nos cinemas.

E pra jogar ainda mais combustível na minha obsessão, hoje foi liberada a Soundtrack completa do filme, que conta com 34 faixas:

Enquanto o remake não estreia no Brasil, a gente segue aqui, completamente ansiosa e apaixonada por essa história que mal conhecemos, mas já consideramos pacas, e ouvindo essa trilha sonora inteira pra já chegar no cinema no dia 11 de outubro cantando junto com os personagens.

E vocês, ansiosos para a estreia de Lady Gaga nas telonas?