[2019] Leituras de Julho

Literatura

Um minuto de silêncio por esse post maravilhoso que marca o momento da minha volta aos trilhos na questão literatura. Finalmente, depois das férias e de todo o resto, sinto que consegui voltar ao meu ritmo de leitura normal.

Pelo menos uma coisa tinha que voltar pros trilhos nessa minha vida, não é mesmo?

Então que seja a melhor parte: a literária!

É com muito orgulho que apresento à vocês a listinha de livros lidos no mês de julho, acompanhados por um resuminho das minhas impressões de cada leitura:


1 . “Cinco” – Larissa Siriani

Jade e Lavínia estão juntas há cinco anos. Cinco anos de amor, de companheirismo, de cumplicidade – mas também cinco anos de brigas, de dificuldades, de enfrentamentos. E é no dia mais importante de suas vidas que todas as lembranças dos últimos cinco anos voltam com força total.

Caramba, eu adorei esse conto! Amei cada pedacinho dele, desde a forma como a história foi contada, até a construção de cada personagem. Em apenas 40 páginas a Larissa Siriani conseguiu me emocionar e até mesmo me arrancar algumas lágrimas. Vocês podem ler essa história de graça pelo Kindle Unlimited ou adquiri-la pela bagatela de R$ 2,99, na Amazon. E gente, eu garanto, vale muito a pena!


2. “Torre do Alvorecer” – Sarah J. Maas

No novo volume da série best-seller do The New York Times acompanhamos Chaol em uma tortuosa viagem a um império distante. 

Chaol Westfall sempre se definiu por sua lealdade inquebrável, sua força e sua posição como capitão da Guarda. Mas tudo mudou desde que o Castelo de Vidro se quebrou, seus homens foram abatidos e o rei de Adarlan o poupou de um golpe de morte, mas deixou seu corpo quebrado. Sua única chance de recuperação reside nos lendários curandeiros da Torre Cesme em Antica ― a fortaleza do poderoso império do continente do sul.

E é para lá que ruma Chaol, acompanhado de Nesryn, única mulher na Guarda Real e sua nova capitã, depois de Chaol ter sido nomeado Mão do Rei. Mas com a guerra se aproximando de Dorian e com Aelin lutando por seu trono de direito, Chaol pode ser uma peça-chave para a sobrevivência dos dois jovens monarcas, convencendo outros governantes a se aliarem a eles.

O que Chaol e Nesryn descobrem na Antica, no entanto, vai mudar os dois ― e ser mais vital para salvar Erilea do que eles poderiam ter imaginado.

Olha gente, eu preciso confessar que o Chaol era o personagem que eu mais detestava na série do Trono de Vidro e a perspectiva de ler um livro focado nele fez com que eu atrasasse a leitura desse livro o máximo possível. Porém, com o lançamento do último volume da saga, me vi forçada a encarar o que eu achava que seria um verdadeiro calvário. Como eu me enganei. Achei que sentiria uma falta terrível dos meus personagens favoritos, mas mal me lembrei da existência deles quando fui apresentada à novos, e à toda uma nova cultura. Devorei as quase 700 páginas desse romance em tempo recorde! Não tem jeito, Sarah J. Maas arrasa sempre, e é impossível não ficar completamente viciada na escrita apaixonante dela!


3. “Reino de Cinzas” – Sarah J. Maas

A conclusão épica e inesquecível da série Trono de Vidro.

Trancada em um caixão de ferro, Aelin luta para permanecer forte e resistir às torturas de Maeve, pois sabe que a sobrevivência de seu povo depende disso. Mas a cada dia que passa, parece mais difícil manter a determinação. Em Terrasen, Aedion, Lysandra e seus aliados se esforçam para conter a ameaça iminente, porém a força dessa aliança pode não ser o suficiente para barrar as hordas de Erawan e proteger Terrasen da destruição total. Enquanto isso, do outro lado do oceano, Rowan não irá desistir de encontrar seu amor, sua parceira, sua rainha.

À medida que os fios do destino se entrelaçam no explosivo final da série Trono de Vidro, todos devem lutar se quiserem uma chance de sobreviver.

Eu não tenho nem o que dizer desse livro. Quase mil páginas lidas em 2 dias. Ele foi tudo o que eu esperei e mais um pouco. Expectativas totalmente atendidas. Nunca uma conclusão foi tão épica e esteve tão à altura de toda a série. Confesso que até esperava mais mortes, mas não vou reclamar do rumo que as coisas tomaram, como todos os plots e personagens tiveram resoluções à altura, como tudo se encaixou perfeitamente no final. Vibrei, me emocionei, chorei e me diverti! Esse é um livro completo, minha gente. Aliás, toda a saga do Trono de Vidro merece o Tocantins inteiro, por que palmas não são suficientes. Nunca vi um misto de aventura, romance e magia tão bem orquestrado quanto esse, onde cada livro é melhor que o anterior. Sinceramente não sei como a Sarah J. Maas consegue, alguém devia dar um prêmio pra essa mulher, apenas.


4. “Malícias & Delícias” – Tara Sivec

CUIDADO: Esta história de amor pode matar você de tanto rir. Ah, e está escandalosamente lotada de porres homéricos e, hummm, sexo da melhor qualidade!

Claire é uma espirituosa jovem de vinte e poucos anos que trabalha num bar (não era esse o plano, mas…) e, muito a contragosto, resolveu ajudar a melhor amiga (uma expert em malícias) a vender brinquedos eróticos bem safadinhos. Na verdade, seu sonho é viver de delícias, ou melhor, abrir uma confeitaria dedicada exclusivamente a doces, cookies e bolos feitos com muuuito chocolate. Quando Carter, um rapaz que conheceu numa festa de faculdade e com quem passou uma única noite (o suficiente para mudar sua vida para sempre!), reaparece na cidade sem demonstrar reconhecê-la, a não ser pelo profundo aroma de chocolate que Claire exala no ar, ela se mostra determinada – aaaai que loucura! – a fazê-lo nunca mais se esquecer dela. Só que existe uma terceira pessoa na relação (divertidíssimo, porém desbocado e inconveniente). Alguém que Carter desconhece e que, das duas uma: ou o obrigará a comprar uma passagem só de ida para o Polo Norte ou o fará o homem mais feliz do mundo!!!

Depois de mais de 1.500 páginas de um romance épico, cercada por batalhas e cabeças rolando, tudo o que eu precisava era um romance engraçadinho e despretensioso. Não se deixem assustar por essa capa horrorosa, que eu nunca teria coragem de expor em público (Kindle Unlimited novamente salvando vidas aqui), essa história é divertida e gostosa ao extremo, com um romance super gostoso, de fazer o coração bater mais rápido e te fazer suspirar. Apesar da boneca inflável na capa, já li livros muito mais eróticos. Inclusive não achei, em momento nenhum, cena alguma desnecessária. A escritora escreve com muita consciência, desenvolve muito bem seus personagens e as situações pela qual eles passam. Achei tudo bem crível, sem lenga-lenga e, de novo, estupidamente divertido. Vale a leitura, amigos, principalmente se você estava, assim como eu, saindo de uma ressaca literária terrível.


5. “A Pequena Livraria dos Corações Solitários” – Annie Darling

Era uma vez uma pequena livraria em Londres, onde Posy Morland passou a vida perdida entre as páginas de seus romances favoritos. Assim, quando Lavinia, a excêntrica dona da Bookends, morre e deixa a loja para Posy, ela se vê obrigada a colocar os livros de lado e encarar o mundo real. Porque Posy não herdou apenas um negócio quase falido, mas também a atenção indesejada do neto de Lavinia, Sebastian, conhecido como o homem mais grosseiro de Londres. Posy tem um plano astucioso e seis meses para transformar a Bookends na livraria dos seus sonhos — isso se Sebastian deixá-la em paz para trabalhar. Enquanto Posy e os amigos lutam para salvar sua amada livraria, ela se envolve em uma batalha com Sebastian, com quem começou a ter fantasias um tanto ardentes. Resta saber se, como as heroínas de seus romances favoritos, Posy vai conseguir o seu “felizes para sempre”. O primeiro livro da série A Livraria dos Corações Solitários!

Seguindo a linha romances levinhos, resolvi pegar um mais bonitinho dessa vez. No começo estranhei muito, principalmente por que tinha acabado de finalizar um livro meio desbocado, com uma escrita leve e despreocupada. Mas com o passar das páginas fui pegando o ritmo e me apaixonei por essa história e pelos personagens. A autora escreve tão bem que consegue fazer com que tenhamos as mesmas emoções de sua protagonista. No começo não via como eu ia gostar do mocinho, mas com o passar dos capítulos comecei a nutrir a mesma obsessão que a personagem principal. Este livro é doce, leve e instigante, ao mesmo tempo que é muito bem escrito, te faz torcer pelos personagens e rir e se emocionar junto com eles.


6. “Amor Verdadeiro Na Livraria dos Corações Solitários” – Annie Darling

Este é mais um romance delicioso da série A Livraria dos Corações Solitários, sobre a vida dos funcionários da livraria, um “alegre bando de desajustados”, que por uma razão ou outra desistiram do amor e, ainda assim, o encontram quando menos esperam. É uma verdade universalmente conhecida que uma mulher solteira, em posse de um bom emprego, quatro irmãs mandonas e um gato carente, deve estar em busca do seu verdadeiro amor. Será? Verity Love — fã de carteirinha de Jane Austen e uma introvertida em um mundo de extrovertidos — está perfeitamente feliz sozinha, muito obrigada. E seu namorado fictício, Peter Hardy, é muito útil para ajudá-la a escapar de eventos sociais indesejados. Mas, quando um mal-entendido a obriga a apresentar um total estranho como namorado para suas amigas, a vida de Verity de repente se torna muito mais complicada. Uma namorada fictícia também pode ser bem útil para Johnny. Indo contra todos os instintos de Verity, ela se deixa convencer a fazer uma parceria com ele para um único verão recheado de casamentos, aniversários e festas no jardim, com apenas uma promessa: não se apaixonarem um pelo outro. Mas isso não tem nem chance de acontecer, pois Verity jurou nunca mais ter um namorado, e o coração de Johnny já tem dona…

Eu não achava que fosse possível, mas esse segundo livro é ainda melhor que o primeiro. Apesar de seguir com a mesma escrita leve e ter todos os elementos do primeiro volume, este é totalmente diferente do anterior! Além de sair mais do ambiente da livraria, já que este romance é cheio de festas e viagens, temos uma protagonista completamente diferente daquela do primeiro livro, e eu não esperava que fosse gostar tanto dela e de tudo que diz respeito a ela como gostei. Mais uma vez tive aquela sensação de que jamais iria me apaixonar pelo mocinho e lá fui eu novamente, junto com a personagem principal, descobrindo sentimentos controversos pelo meio do caminho. Depois de apenas dois livros já me considero fã da autora que escreve romances com maestria e consegue despertar diversos sentimentos dentro da gente!


7. “Loucamente Apaixonada Na Livraria dos Corações Solitários” – Annie Darling

Novo romance da série A Livraria dos Corações Solitários, sobre a vida dos funcionários da livraria que por uma razão ou outra desistiram do amor e, ainda assim, o encontram quando menos esperam. 

Cheia de tatuagens e com o cabelo cor-de-rosa, a dublê de pinup Nina adora bad boys — quanto mais cara de mau, melhor. Apesar dos receios de seus amigos, ela acredita firmemente que o amor verdadeiro só tem uma forma: selvagem, intenso e pontuado por brigas tempestuosas — como na história de Heathcliff e Cathy, o casal angustiado de O Morro dos Ventos Uivantes. E ela não vai se contentar com nada menos que isso. Mas anos de encontros marcados por aplicativo não trouxeram nada além de caras esquisitos e paqueras banais, e Nina não está nem um pouco mais perto de encontrar o amor.

Quando um homem de seu passado entra na livraria, Nina sabe que não tem nada a temer: o garoto mais nerd da escola se tornou um analista de negócios tedioso que combina o terno com a gravata, sem chance de fazer seu coração bater mais rápido. O que só mostra quão pouco Nina sabe sobre bad boys, analistas de negócios e o próprio coração.

Este é mais um romance delicioso da série A Livraria dos Corações Solitários, sobre a vida dos funcionários da livraria, um “alegre bando de desajustados”, que por uma razão ou outra desistiram do amor e, ainda assim, o encontram quando menos esperam.

Não vou mentir, a Nina sempre foi uma das minhas personagens favoritas, desde o primeiro livro da série, fiquei ansiosa pra chegar ao volume em que ela era a protagonista da história e vou dizer, não me decepcionei nem um pouquinho. Não sei como a Annie Darling consegue fazer isso, mas cada livro que ela lança é melhor que o anterior. Este consegue ser ainda mais apaixonante que os dois primeiros. Adorei a jornada de auto descoberta da Nina, todo o desenvolvimento da personagem foi incrível, e correndo o risco de me tornar repetitiva, mas uma vez me vi tendo os mesmos sentimentos que a personagem a respeito do mocinho, desde o inicio, indo da total falta de interesse à paixão em questão de capítulos. Não faço ideia se esse é o último livro da série ou se vamos ter mais romances ambientados nessa livraria maravilhosa, então se alguém tiver alguma informação eu vou ser imensamente grata!


8. “O Beijo Traiçoeiro” – Erin Beaty

Com sua língua afiada e seu temperamento rebelde, Sage Fowler está longe de ser considerada uma dama — e não dá a mínima para isso. Depois de ser julgada inapta para o casamento, Sage acaba se tornando aprendiz de casamenteira e logo recebe uma tarefa importante: acompanhar a comitiva de jovens damas da nobreza a caminho do Concordium, um evento na capital do reino, onde uniões entre grandes famílias são firmadas.

Para formar bons pares, Sage anota em um livro tudo o que consegue descobrir sobre as garotas e seus pretendentes — inclusive os oficiais de alta patente encarregados de proteger o grupo durante essa longa jornada. Conforme a escolta militar percebe uma conspiração se formando, Sage é recrutada por um belo soldado para conseguir informações.

Quanto mais descobre em sua espionagem, mais ela se envolve numa teia de disfarces, intrigas e identidades secretas. E, com o destino do reino em jogo, a última coisa que esperava era viver um romance de tirar o fôlego.

Se “Mulan” e “Orgulho e Preconceito” tivessem um filho, o nome dele seria “O Beijo Traiçoeiro”. Minha gente, vocês não tem noção do que é esse livro até começar a lê-lo! Eu ainda to meio zonza com essa história apaixonante. Tão bem escrita que eu nem vi o plot twist vindo, e olha que com o passar dos anos eu acabei desenvolvendo uma habilidade incrível pra manjar os plot twists das histórias, por isso é bem difícil me surpreender. Com uma mescla perfeita de romance, trama politica e arte da guerra, eu não consegui largar esse livro de jeito nenhum! Adorei todos os personagens, a trama complexa que se desenvolve bem debaixo do nosso nariz e, claro, o romance! Que romance apaixonante! Mal posso esperar pra ler os próximos livros!


Bom gente, é isso! Nem vou falar de novo o orgulho que estou de mim mesma por ter conseguido ler todos esses livros nesse mês, e isso por que 2 deles eram gigantescos e acho que valiam por 2 cada um! Fora que todas minhas leituras foram incríveis e eu nem consigo começar a dizer qual foi meu romance favorito desse mês.

Só espero continuar nessa maré de sorte, lendo bastante e só bons títulos! Então mês que vem tem mais livros e eu mal posso esperar para compartilhar as leituras de agosto 😀

E vocês? O que andam lendo? Me contem aqui nos comentários 😉

Estreias da Semana (25/07/2019)

Cinema, Nas Telonas

Alô, alô! Tá na hora de conferir todos os filmes que estreiam nos cinemas brasileiros nessa quinta-feira! Preparem a pipoca, por que tem filme pra todos os gostos:


Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal

Lançamento: 25 de julho de 2019
Duração: 1h 50min
Gênero: Suspense, Drama, Biografia
Direção: Joe Berlinger

Cinebiografia de Ted Bundy (Zac Efron), serial killer que matou, pelo menos, 30 mulheres em sete estados norte-americanos durante a década de 1970. Bundy se tornou famoso em todo o país, em parte por causa da fama de sedutor, que levou a conquistar várias fãs, e em parte por ter efetuado sua própria defesa nos tribunais. A trajetória do psicopata é contada pelo ponto das mulheres que amou: Liz Kendall (Lily Collins), com quem se casou, e Carole Ann Boone (Kaya Scodelario), amante que o apoiou durante o longo julgamento nos tribunais.


As Trapaceiras

Lançamento: 25 de julho de 2019
Duração: 1h 34min
Gênero: Comédia
Direção: Chris Addison

Josephine (Anne Hathaway) e Penny (Rebel Wilson) são duas manipuladoras, conhecidas pela arte de extorquir milionários por quem fingem estar apaixonadas. No entanto, enquanto a primeira é sofisticada, a segunda tem métodos muito menos elegantes. O caminho das trapaceiras se cruza na Riviera Francesa, onde ambas procuram por um novo algo. Apesar de competirem pela fortuna de Thomas Westerburg (Alex Sharp), um prodígio da tecnologia, Josephine e Penny logo descobrem que talvez tenham mais chances de sucesso se trabalharem juntas.


O Mistério do Gato Chinês

Lançamento: 25 de julho de 2019
Duração: 2h 09min
Gênero: Fantasia, Drama, Suspense
Direção: Chen Kaige

Durante a dinastia Tang, na China, um gato misterioso começa a atacar altos membros da Corte Imperial, deixando uma série de mortos. Dois homens muito diferentes, o poeta chinês Bai Letian (Huang Xuan) e o monge japonês Kûkai (Shôta Sometani) decidem unir forças para descobrir o que existe por trás do animal místico. Aos poucos, eles descobrem segredos na história da nobreza, envolvendo uma bela concubina amada pelo Imperador, mas atacada pelo povo. O gato constituiria, na verdade, o acerto de contas por um crime jamais solucionado.


As Rainhas da Torcida

Lançamento: 25 de julho de 2019
Duração: 1h 31min
Gênero: Comédia
Direção: Zara Hayes

Diagnosticada com câncer terminal, a solitária Martha (Diane Keaton) decide se livrar de todos os seus pertences pessoais e se mudar para uma comunidade de idosos com o intuito de esperar a morte chegar. Em seus últimos meses, ela quer uma vida tranquila, lendo livros e interagindo com poucas pessoas, mas ao conhecer sua nova vizinha, Sheryl (Jacki Weaver), uma mulher ativa e barulhenta, Martha vê seus planos indo por água abaixo, já que a nova companhia faz questão de se manter constantemente presente. A medida que a relação das duas se desenvolve, uma forte amizade surge e Sheryl incentiva Martha a treinar os passos de líder de torcida novamente, como fazia na época da escola. Resistente, a protagonista topa a ideia e juntas elas montam um clube para empoderar diversas mulheres acima dos 60 anos. Para fazer isso, elas precisam enfrentar o preconceito de todos e treinar para uma importante competição.


A Serpente

Lançamento: 25 de julho de 2019
Duração: 1h 13min
Gênero: Drama
Direção: Jura Capela

Lígia e Guida (ambas interpretadas por Lucélia Santos) são duas irmãs que vivem na mesma casa. Quando a doce Lígia enfim se casa com Décio (Sílvio Restiffe), ela espera ser deflorada na noite de núpcias, mas o homem é impotente. Mais tarde, ele a troca por uma lavadeira. Sentindo-se rejeitada, a recém-casada tenta o suicídio, mas é resgatada no último momento por Guida. A partir deste momento, a irmã virgem cede aos flertes do cunhado Paulo (Matheus Nachtergaele) e faz sexo com ele. Quando Guida descobre a traição em sua própria cama, a família entra em crise. Uma cova é cavada do lado de fora da casa, e fica claro que alguém precisa morrer.


O Professor Substituto

Lançamento: 25 de julho de 2019
Duração: 1h 43min
Gênero: Suspense
Direção: Sébastien Marnier

Um professor comete suicídio se jogando pela janela da sala de aula, em frente aos alunos adolescentes. Em seu lugar é contratado Pierre Hoffman (Laurent Lafitte) como professor substituto, que logo percebe que um grupo de seis dos seus novos alunos parece indiferente ao que acontece à sua volta. Aos poucos, Hoffman nota que este pequeno grupo exerce uma estranha influência sobre o resto da escola, inclusive na direção. Cada vez mais obcecado por eles, o professor passa a segui-los até descobrir quais são seus planos.


O Mistério de Henri Pick

Lançamento: 25 de julho de 2019
Duração: 1h 40min
Gênero: Comédia , Drama
Direção: Rémi Bezançon

Daphné Despero (Alice Isaaz) é uma ambiciosa editora em busca de novos romances para publicar. Um dia, enquanto visita seu pai, ela conhece uma livraria de manuscritos rejeitados. Lá, ela se encanta com uma história nunca antes publicada, escrita por um pizzaiolo bretão chamado Henri Pick. Admirada com o talento encontrado, ela começa a pesquisar sobre o autor e acaba descobrindo que ele faleceu há dois anos. Com o apoio da família de Pick, o manuscrito é publicado e imediatamente vira uma febre em toda a França, entrando para a lista de mais vendidos e gerando fascínio sobre a história do autor. Como parte da turnê de divulgação do livro, Daphné e a família de Pick são convidadas para ir ao programa de Jean-Michel Rouche (Fabrice Luchini), um crítico literário pedante e desagradável, que não hesita em questionar todos os pontos da história de Henri Pick. Convencido de que se trata de uma farsa, Jean-Michel inicia uma trajetória em busca da verdade sobre o mais novo best-seller francês.


E aí, pessoal? Qual desses despertou o interesse de vocês?

Me contem aqui nos comentários o que pretendem assistir essa semana 😀

O Rei Leão (2019)

Cinema, Nas Telonas

Chegou aos cinemas do mundo inteiro nesta semana a adaptação em “live action” de uma das animações mais aclamadas de todos os tempos: “O Rei Leão”.

O filme de 1994, vencedor de 2 Oscars, é um dos meus favoritos da vida. Passei a minha infância perdida em locadoras de VHS, sempre levando pra casa a mesma fita cassete. Chegou ao ponto dos meus pais comprarem o filme pra mim. Dito isso, da pra perceber que minhas expectativas estavam bem altas para conferir a releitura dirigida por Jon Favreau.

E daí a gente volta para a velha história das expectativas e como elas são extremamente tóxicas. Gente, sempre que forem fazer qualquer coisa na vida, não vão com expectativas altas. Por que quase sempre a coisa não vai ser tão boa quanto você imagina e daí você se frusta e acaba ficando mais chateado do que se tivesse ido preparado para o pior.

O caso com esse novo “O Rei Leão” não é a qualidade dos efeitos visuais ou do CGI. A trilha sonora também não é problema, já que está impecável, inclusive foi a responsável por me fazer chorar desde os primeiros acordes de “Circle of Life“. Todas as canções, instrumentais ou não, me remetiam ao longa original, e eu não fui capaz de segurar a emoção em nenhum momento onde aquele tema dos “Grandes Reis do Passado” (realmente não sei o nome dessa música, mas é aquela que sempre toca quando Simba tem um momento com seu pai) começava a tocar, já que me lembrava da morte injusta de Mufasa e da falta que ele fazia ao seu filho.

A sequência inicial do filme foi perfeita. A emoção foi sem tamanho, com a sala de cinema inteira aplaudindo até mesmo a abertura com o logo da Disney. As cenas do inicio são exatamente iguais às da animação original, repetindo até mesmo os enquadramentos.

Fora isso, infelizmente, não tenho mais elogios.

A palavra pra definir os personagens deste longa é: APATIA.

Minha impressão foi a de que ficaram tão preocupados em fazer os animais parecerem animais de verdade, que se esqueceram de adicionar aquela pitada de emoção nas expressões dos bichos.

Apesar de ter chorado igual um bebê basicamente o filme inteiro (e isso única e exclusivamente graças à trilha sonora), sai do cinema com a mesma sensação de quando assisti “A Bela e a Fera”: não gostei. Não consegui sentir uma ligação com nenhum personagem, parecia tudo muito raso e superficial, quase como se eu estivesse assistindo um documentário do Animal Planet e ouvindo a trilha sonora no Spotify.

Até mesmo o Scar, um dos vilões mais icônicos do cinema, aquele personagem super debochado e caricato, com um carisma dos diabos e frases celebres que até hoje fazem parte da minha vida (“Perdoe-me por não pular de alegria, as minhas costas doem.”, “Eu estou cercado de idiotas.”, “Era hoje? Me desculpe, devo ter perdido a memória.”), foi deturpado nessa versão. Nada de vilão sarcástico e astuto aqui, apenas um leão meio detonado, invejoso e, novamente, APÁTICO (desculpem, não consigo encontrar outra palavra pra definir esse filme).

Timão e Pumba nem se fala: super apagados. Aquele trechinho no final do ultimo trailer deles cantando “The Lion Sleeps Tonight” foi um dos únicos momentos dos dois que realmente valeu a pena. Ainda estou bem chateada de Timão não aparecer fantasiado dançando a hula.

Tem também o fato de ser bem difícil diferenciar as leoas. Fiquei muito confusa durante o filme, sem saber quem era Sarabi, quem era Nala ou quem era Sarafina. Todas elas pareciam exatamente iguais e o roteiro não facilitou pra gente conseguir identificar as personagens, já que não deu nenhuma construção mais profunda pra nenhuma delas.

Nem o Donald Glover foi capaz de trazer o Simba à vida. Não me entendam mal, não acho que tenha sido um problema de dublagem, por que as vozes estavam ótimas. Mas parecia que elas não saiam de dentro dos personagens. Na real, me lembrei daqueles filmes onde cachorros falavam nos anos 80, sabe? Que pegavam os bichos e davam algo pra eles mastigarem enquanto dublavam? A sensação é a mesma!

Nessa onda de tentar fazer as coisas mais reais a magia se perdeu. “A Just Can’t Wait to Be King” ficou pobre, sem cor, sem animação. Sem falar que DESTRUÍRAM Be Prepared“, uma das minhas canções favoritas do original, que teve sua letra e seu ritmo totalmente alterados, ficou totalmente sem carisma e sem emoção, e pra mim isso aí foi imperdoável.

Apesar de tudo, gostei do arco do Scar com as hienas, achei que foi mais bem explorada aqui essa relação dos personagens do que no original. Mas talvez essa tenha sido a única parte do roteiro que fez algum sentido. Eu sei que no desenho as coisas acontecem num ritmo muito mais acelerado, mas já que se propuseram a fazer um “live action”, essa coisa mais realista, deviam ter se atentado e levado essa realidade ao roteiro.

Os diálogos são bem fraquinhos e os argumentos meio fracos. As coisas acontecem num ritmo estranho pra um filme que se propõe a não ser uma animação. Novamente me lembrou muito da adaptação de “A Bela e a Fera”, onde eu não via muitos motivos pra Bela se apaixonar pela Fera, mesmo que as cenas fossem iguais às da animação, faltou muita química. Tive a mesma sensação à respeito da relação Nala x Simba, e acho que com todas as relações apresentadas na tela. “Aladdin” teve muito mais sucesso nesse ponto, construindo relações verossímeis, fugindo um pouco do roteiro original, mas sem deixar de se ater ao assunto principal.

Também detestei as cores desse filme. A fotografia te prende em um tom pastel infinito. O negócio se passa no meio da savana africana sabe, onde poderiam ter explorado todo tipo de tons quentes e fortes, cores vivas! Em vez disso tudo parece meio embalado num filtro Valencia do Instagram.

Enfim, sinto que esse post foi mais um desabafo do que uma critica. Ainda pretendo assistir ao filme mais uma vez, desta vez com a dublagem BR pra poder ouvir a rainha IZA arrasando em “Nesta Noite o Amor Chegou“, e até pra tentar digerir melhor a história toda, quem sabe sem o peso das expectativas a coisa não melhora?

De todo jeito, queria muito saber a opinião de quem já assistiu o filme. Será que fui só eu que odiou tudo, exceto as músicas?

Me contem aqui nos comentários 😉

Estreias da Semana (18/07/2019)

Cinema, Nas Telonas

A semana do dia 18 de julho de 2019 chegou trazendo uma das estreias mais esperadas deste ano!

Porém, mesmo com a ansiedade para assistir a adaptação do “live action” de um dos maiores clássicos da Disney, não da pra esquecer que tem mais filmes chegando às telonas dos cinemas brasileiros nesta semana!

Então força na peruca, e confiram abaixo a lista com as Estreias da Semana de 18/07/2019 e já comecem a se programar pro cineminha do fim de semana:


O Rei Leão

Lançamento: 18 de julho de 2019
Duração: 1h 58min
Gênero: Aventura, Animação
Direção: Jon Favreau

Simba (Donald Glover) é um jovem leão cujo destino é se tornar o rei da selva. Entretanto, uma armadilha elaborada por seu tio Scar (Chiwetel Ejiofor) faz com que Mufasa (James Earl Jones), o atual rei, morra ao tentar salvar o filhote. Consumido pela culpa, Simba deixa o reino rumo a um local distante, onde encontra amigos que o ensinam a mais uma vez ter prazer pela vida.


O Bar Luva Dourada

Lançamento: 18 de julho de 2019
Duração: 1h 50min
Gênero: Drama, Suspense
Direção: Fatih Akın

Na década de 70, os habitantes da cidade de Hamburgo sofrem quando os jornais começam a noticiar o desaparecimento sucessivo de vários cidadãos seguindo um padrão específico. Começa então uma das mais complexas investigações de assassinatos em série que o local já havia presenciado até o momento.


Jornada da Vida

Lançamento: 18 de julho de 2019
Duração: 1h 44min
Gênero: Drama, Comédia
Direção: Philippe Godeau

Um ator francês (Omar Sy) de descendência senegalesa faz uma viagem à África para promover o seu livro. No local, descobre que um de seus maiores fãs é Yao, um garotinho que efetuou uma longa viagem sozinho para vê-lo. Comovido com a história do menino, decide acompanhá-lo de volta à sua casa, e no percurso, confronta-se às suas próprias raízes.


Palace II – Três Quartos com Vista para o Mar

Lançamento: 18 de julho de 2019
Duração: 1h 20min
Gênero: Documentário
Direção: Rafael Machado, Gabriel Correa e Castro

No dia 22 de fevereiro de 1998, o conhecido prédio Palace II sofreu um desabamento inesperado, deixando 8 mortos e quase 200 famílias desabrigadas. Considerado um dos maiores desastres na história da engenharia civil brasileira, até hoje alguns dos culpados não foram punidos pelo descaso, e as pessoas envolvidas no acidente lembram-se muito bem dos momentos cruciais, antes, durante e depois da queda.


Em Busca da Cerveja Perfeita

Lançamento: 18 de julho de 2019
Duração: 1h 01min
Gênero: Documentário
Direção: Heitor Dhalia

Durante uma viagem de mais de 10.000 km, o diretor Heitor Dhalia explora o universo cervejeiro com o objetivo de responder a pergunta “Existe uma cerveja perfeita?”. Para tentar descobrir, ele conversa com mais de 20 especialistas no assunto e traça um panorama completo da bebida, que é uma das mais amadas do mundo.


E aí, pessoal? Qual desses filmes vocês estão mais ansiosos para assistir?

Me contem aqui nos comentários 😉

Ninguém é invencível na 3ª temporada de Stranger Things

Na TV

Estreou pela Netflix no último 4 de julho a nova temporada do fenômeno mundial: Stranger Things, e graças ao abençoado feriadão em São Paulo nesse último fim de semana, consegue maratonar os novos episódios e já adianto: o show protagonizado por Winona Ryder e David Harbour chegou à seu terceiro ano sem perder a mão e muito mais assustador do que de costume.

Dispensando maiores apresentações, deixo aqui meu aviso de possíveis spoilers no texto a seguir, que vai abordar a minha humilde opinião e os meus sentimentos sobre as novas aventuras de Eleven, Mike, Will, Dustin, Lucas e Max, tentando impedir mais uma ameaça iminente, diretamente do Mundo Invertido.

Primeiramente é preciso dizer que este novo ano está diferente dos anteriores. Não que as Coisas Estranhas do título sejam realmente estranhas ao público, pelo contrário, acredito que as esquisitices já estejam mais familiares e talvez perdendo um pouco da graça, já que retornamos ao mesmo ciclo de “opa, portal pro Mundo Invertido sendo aberto, opa, Devorador de Mentes devorando mentes”. Porém, essa nova temporada traz algumas coisas novas aos espectadores.

Acho que a mudança mais gritante são as próprias crianças, que já não são mais tão crianças assim. O susto é grande logo no começo, quando, já no primeiro episódio, somos apresentados a nova dinâmica entre Eleven e Mike: aquela onde eles não conseguem tirar a língua de dentro da boca um do outro.

Mas calma. Não é algo gratuito e nem recorrente pelo resto da temporada. Acredito que tenha sido uma daquelas coisas pra ilustrar como eles realmente cresceram. E a temporada foi recheada desses momentos: como em certo episódio, quando vemos alguns flashbacks das crianças na primeira temporada e ali é GRITANTE como eles amadureceram.

E aí, meus amigos, com grandes poderes vem grandes responsabilidades. Por que nessa temporada percebemos como as crianças não são mais intocáveis. Não vou negar que fiquei horrorizada com cenas em que eles levavam PORRADA! Foi muito chocante perceber que eles estavam apanhando igual gente grande.

Outro ponto, um que Mike vem batendo na tecla a algum tempo, é a questão da invencibilidade de Eleven. É bem claro como o grupo depende da garota para combater os inimigos, e acaba apostando todas as fichas em suas habilidades. Mas e quando nem ela é forte o bastante para lutar contra essa ameaça?

Acho que essa temporada também serviu para que nós mesmos, e não apenas os personagens de Strangers Things, não dependêssemos tanto dos dons de Eleven, afinal ela ainda é apenas uma garota, de carne e osso, que se esgota, se machuca e toma porrada na cara também.

Mais uma diferença entre essa e as demais temporadas é a fragmentação do grupo. É meio clássico do show desenvolver plots diferentes pelos diversos núcleos da trama. Cada grupo sempre teve um arco próprio, que ia se desenvolvendo em paralelo a algum aspecto da trama, e no final todos esses personagens juntavam os pedaços de seus quebra-cabeças e tinham a visão total do enredo. Sempre achei esse um recurso bem instigante. Além da curiosidade com o que viria a seguir, tinha também a ansiedade para o momento em que todo mundo finalmente se encontraria e compartilhariam as informações para enfrentarem juntos a ameaça maior!

Isso ainda acontece nessa temporada, porém temos uma divisão no grupo principal das crianças e algumas adições muito interessantes. Aqui Dustin se sente meio que deixado de lado pelos amigos e recorre à Steve para ajudá-lo a decifrar um código russo captado por Cérebro (qualquer referencia à X-Men não é mera coincidência), o super rádio desenvolvido por ele no acampamento de ciências.

Claramente os dois não são capazes de decifrar o código sozinhos e contam com a ajuda de Robin, interpretada por Maya Hawke (sim, a filha de Uma Thurman e Ethan Hawke), que trabalha com Steve no Scoops Ahoy do Starcourt Mall, o grande Shopping que virou o novo point dos habitantes de Hawkins. Mais tarde Erica, irmã mais nova de Lucas, se une ao grupo para tentar desvendar o que os russos estão aprontando numa cidadezinha no interior de Indiana.

E este é o quarteto que eu nem sabia que precisava até vê-los em ação na tela. Mais uma coisa que eu não sabia que precisava até ver é a amizade desenvolvida entre Eleven e Max nesta temporada. A ruiva abre os olhos de nossa amiga super poderosa para todas as possibilidades que uma amizade entre garotas pode ter, ao invés de ficar só agarrada com o namorado o tempo inteiro. Obrigada Max, por ensinar o feminismo pra Eleven ♥

Ainda sobre as diferenças dessa nova temporada para as demais, da pra dizer, com certeza, que esse é o ano MAIS NOJENTO da trama. Cada vez que eu achava que não podia ter nada mais repugnante do que ratos explodindo em gosma e virando um monstro de gosma gigante, vinha alguma outra coisa muito mais repulsiva: tipo um mini monstro saindo de dentro de alguém, no melhor estilo “Alien: O 8º Passageiro”.

Desta vez o Devorador de Mentes resolveu deixar o nosso menino Will em paz (obrigada Deus, já tava cansada de ele ser sempre o cordeiro do sacrifício), e o garoto agora foi meio que reduzido à um detector de Devorador de Mentes, sentindo sempre a presença do bichão quando este está por perto. O novo hospedeiro escolhido do vilão acabou sendo o Billy, que muitos diriam que é tão podre quanto ele, mas que no decorrer da temporada acabou me fazendo simpatizar um pouco com o personagem. Obviamente ele é um escroto, e nada justifica os atos dele, mas crescer com um pai abusivo deve mexer demais com a cabeça de uma pessoa. Então eu até entendo o personagem, mas nada do que ele faz é justificável.

No fim das contas, eu vi muita gente falando mal dessa nova temporada. Seja por que acharam que era só mais do mesmo, ou por que acreditam que não tem mais história pra abordar, ou até por que a primeira parte é mais lenta, mas pra mim essa foi a melhor temporada até aqui.

Vejam todas as diferenças que apontei dessa para as outras temporadas. Olhando além das ameaças que os habitantes de Hawkins precisam enfrentar, vejam todos os elementos abordados nessa história. A ambientação é incrível, a fotografia é linda, a trilha sonora é impecável, sem falar dos figurinos, maquiagem, cabelo… Ainda temos, por trás disso tudo, uma história sobre amadurecimento, sobre crescer e perceber que não é mais criança e que precisa arcar com as consequências de seus atos, ninguém é intocável.

Enfim, como sempre, não foi uma resenha ou critica ou texto super elaborado e cheio de tecnicalidades sobre a nova temporada da série. Sempre acabo escrevendo textos enormes só sobre as minhas impressões, os pontos que mais me chamaram a atenção, o que mais gostei e o que menos gostei naquilo que assisti. Basicamente um monte de sentimentos vomitados na tela.

Como vocês, sou só uma fã, ainda à espera de uma confirmação da Netflix sobre uma 4ª temporada, coisa que ainda não aconteceu, porém os irmãos Duffer já saíram falando por aí sobre suas ideias para um possível 4º ano do show, como ele seria completamente diferente do que vimos até agora e como abrangeria mais.

Por isso, ficamos só na expectativa por enquanto.

E aí? Já conseguiram assistir todos os episódios?

Me contem aqui nos comentários o que acharam 😀

P.S.: aaaaah, não desliguem a tv quando acabarem de assistir, tem cena pós-créditos depois do episódio final!

Estreias da Semana (11/07/2019)

Cinema, Nas Telonas

Depois de um hiato de exatamente 3 meses, o Estreias da Semana está de volta ao blog com o resuminho dos principais filmes que chegam aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (11).

Esta é uma semana de poucas estreias e sem grandes Blockbusters, mas com algumas opções bem interessantes.

Confiram abaixo a lista:


Amor à Segunda Vista

Lançamento: 11 de julho de 2019
Duração: 1h 58min
Gênero: Comédia, Romance  
Direção: Hugo Gélin

Do dia para a noite, Raphael (François Civil) acorda em um universo paralelo onde ele nunca conheceu Olivia (Joséphine Japy), o amor da sua vida. Agora ele precisa reconquistar a sua esposa, mesmo sendo um completo estranho para ela. Enquanto Raphael tenta entender exatamente o que aconteceu, ele corre contra o tempo para não perdê-la.


Atentado ao Hotel Taj Mahal

Lançamento: 11 de julho de 2019
Duração: 2h 05min
Gênero: Drama
Direção: Anthony Maras

Mumbai, Índia, 2008. Um grupo de terroristas chega à cidade de barco, disposto a promover uma série de ataques em locais icônicos da cidade. Um deles é o luxuoso hotel Taj Mahal, bastante conhecido pela quantidade de estrangeiros e artistas que nele se hospeda. Quando os ataques começam, o humilde funcionário Arjun (Dev Patel) tenta ajudar todos a se protegerem, enquanto David (Armie Hammer) e Zahra (Nazanin Boniadi) buscam algum meio de retornar ao quarto em que estão hospedados, já que nele está seu bebê e Sally (Tilda Cobham-Hervey), sua babá.


A Pequena Travessa

Lançamento: 11 de julho de 2019
Duração: 1h 42min
Gênero: Família, Aventura
Direção: Joachim Masannek

Lilli Susewind (Malu Leicher) tem a habilidade de falar com animais, mas fora seus pais, ninguém sabe deste segredo. Quando ela conhece Jess (Aaron Kissiov), um menino divertido e misterioso de sua nova escola, decide contar para ele. Juntos, os dois precisam achar o filhote de elefante que foi roubado do zoológico da cidade.


Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar

Lançamento: 11 de julho de 2019
Duração: 1h 25min
Gênero: Documentário
Direção: Marcelo Gomes

Na cidade de Toritama, considerada um centro ativo do capitalismo local, mais de 20 milhões de jeans são produzidas anualmente em fábricas caseiras. Orgulhosos de serem os próprios chefes, os proprietários destas fábricas trabalham sem parar em todas as épocas do ano, exceto o carnaval: quando chega a semana de folga eles vendem tudo que acumularam e descansam em praias paradisíacas.


Inocência Roubada

Lançamento: 11 de julho de 2019
Duração: 1h 43min
Gênero: Drama
Direção: Andréa Bescond, Eric Métayer

Aos oito anos, Odette (Andréa Bescond) gostava de pintar e desenhar, como todo criança inocente. Eventualmente, ela também brincava com os adultos, por isso não recusou participar de uma “guerra de cócegas” com um homem mais velho, amigo de seus pais. Anos depois, Odette é uma adulta assombrada pelos traumas da infância, algo que ela vem tentando esquecer através da dança, atividade que ela pratica profissionalmente.


E aí, algum desses filmes despertou a curiosidade de vocês?

Me contem aqui nos comentários 😉

[2019] Leituras de Junho

Literatura, Na Estante

O mês de junho culminou no retorno das minhas férias enlouquecidas em Nova York. Foi um mês de readaptação à rotina e não da pra dizer que estou tendo muito sucesso nisso.

Um mês fora pode até parecer pouco, já que o tempo corre quando estamos nos divertindo, mas a mudança na rotina que esse mês causou é bem difícil de ser equilibrada de novo.

E com a minha rotina de leitura não podia ser diferente.

Graças a Deus consegui ler mais do que metade de um livro esse mês (ainda não me recuperei muito bem da vergonha do mês passado), mas ainda não estou em plena forma, como vocês podem conferir abaixo, com as minhas Leituras de Junho:


  1. “Meus dias depois de você” – Chris Melo

Em seu texto mais íntimo, Chris Melo aborda pela primeira vez os percalços da maternidade. É um grande presente para as mães, que vão se enxergar e refletir os momentos pelos quais passaram e para as filhas e filhos que poderão sentir as felicidades e inseguranças indecifráveis da maternidade de um ponto de vista desconhecido.

Muito além de um breve conto, ‘Meus Dias Depois de Você’ é um ensaio, uma conversa sincera sobre o que é ser mãe.

“Talvez o que vou dizer agora não devesse ser pronunciado, mas a verdade é que o meu vazio existencial nunca foi preenchido, ganhou apenas a companhia de uma angústia feliz. Um sentimento controverso, mas não duvidoso. Ser mãe é amar demais e nada pode ser mais angustiante e feliz do que isso.”

Todo mundo que me acompanha nesse blog ou no meu Instagram sabe que eu sou obcecada pela Chris Melo. Ela é a minha autora nacional (e acho que até mesmo internacional) favorita e eu não canso de dizer isso. Qualquer livro, conto ou texto que ela escreva eu vou querer botar as mãos e ler, sem me preocupar com a sinopse. E ela sempre me surpreende, mesmo que eu não me identifique com o mote da história, suas palavras sempre me tocam e me fazem chorar. Não foi diferente com este conto curtinho, que está disponível na Amazon. Mesmo não entendendo nada sobre maternidade, pois não sou mãe e nem quero ser, consegui me emocionar absurdamente em pouquíssimas páginas, graças a maestria com que a autora escreve. Vale a pena, se você for mãe ou não, se apaixonar por mais essa história da Chris Melo.


2. “Hacker” – Ray Tavares

Hannah Knight é uma jovem estudante da Universidade de São Paulo, completamente comum e com alguns problemas de socialização, dona do incrível dom de sempre passar despercebida.

Assim, é na rede que ela consegue ser ela mesma – conhecida por suas habilidades em tecnologia, a hacker é contratada para atuar em pequenos trabalhos em troca de remuneração e ensinamentos de seu melhor amigo e tutor, L. Love.

Além disso, é online que a garota consegue se comunicar com o seu único e grande amor, Oliver Morais. Porém, quando ela aceita o desafio de investigar Sergio Maia, o poderoso agente literário de Oliver, a sua vida começa a mudar.

Mais um livro incrível disponibilizado através da Amazon, escrito por mais uma escritora nacional estelar! A Ray Tavares ganhou todo o meu amor com “Os 12 Signos de Valentina” e desde então estou lendo tudo dela em que coloco as mãos, seja através dos livros publicados pelo Grupo Editorial Record, pela Amazon ou pelo Wattpad! Qualquer que seja a plataforma de publicação, você pode ter certeza de que não vai se decepcionar com a escrita descolada dessa autora! Em “Hacker” ela combina romance, bom humor, criticas sociais, suspense e mistério em uma aventura super gostosa de ler! Não é um livro pra te fazer refletir sobre a vida, mas é um entretenimento de qualidade, ideal pra esfriar a cabeça e se divertir!


3. “A Linguagem do Amor” – Lola Salgado

Aos 17 anos, a única coisa que realmente importa para Rebecca é se formar com louvor na faculdade de Letras para, no futuro, realizar o sonho de trabalhar em uma grande editora, perto de todos os livros de fantasia incríveis com as quais cresceu. Morando em uma nova cidade e longe da proteção dos avós, por quem foi criada, ela lutará para não seguir os passos errantes da mãe.

Estaria tudo nos conformes se não fosse o murmurinho percorrendo os corredores da universidade: Adônis, o novo professor de Produção Textual, é um verdadeiro carrasco. Rude, solitário e mal humorado, ele tenta, na verdade, fugir dos fantasmas passados.

A Linguagem do Amor é um romance intenso e divertido, mas, acima de tudo, uma história sobre dar uma nova chance para a vida quando tudo parece ter saído dos eixos.

Não me julguem, mas este é outro romance de uma das minhas ídolas nacionais e também publicado via Amazon! Eu já falei varias vezes aqui da Lola Salgado e como descobrir essa escritora foi uma das melhores coisas que me aconteceram ano passado! E não estou exagerando! A cada livro que leio dela, mais fica cimentada a sua capacidade incrível de contar histórias! São romances apaixonantes e reflexivos, com cenas quentes descritas com perfeição! Nesta obra, somos inundados pela intensidade de seus dois protagonistas, aparentemente diferentes, mas como semelhanças abrasadoras. Prepare os lencinhos, por que diferente dos livros mais leves e engraçados que li da autora, esse vai arrancar lágrimas dos olhos de qualquer um! E sério, não deixem de conferir as histórias dela publicadas também no Wattpad, são totalmente de graça e igualmente sensacionais!


4. “As Pequenas Coisas” – Lola Salgado

“O problema é que a felicidade não é sólida e inatingível como uma parede de concreto. Pelo contrário. A vida é inconstante e, mesmo nos momentos mais felizes, existem espaços de vazio e incerteza.”

Depois de 6 anos de casados, Rebecca tinha tudo para estar vivendo o seu ‘felizes para sempre’, mas quando a rotina se instala e as dificuldades do dia-a-dia aparecem, é impossível ignorar a enorme sensação de se encontrar em uma rua sem saída, incapaz de seguir adiante.

Tudo o que Adônis mais anseia é ajudá-la, porém em meio as suas frequentes viagens a trabalho, eles parecem se desencontrar cada vez mais.
Aos poucos, eles vão perceber que só há um jeito de recuperar a relação e encontrar o equilíbrio — descobrindo o valor das pequenas coisas.

Chamar de “conto” é minimizar toda a estrutura dessa obra. Do alto de suas quase 200 páginas, “As Pequenas Coisas” deveria ser chamado de livro. Igualmente emocionalmente, me peguei morrendo de chorar logo nas primeiras páginas dessa história. NUNCA VOU TE PERDOAR, LOLA SALGADO! NUNCA! E ela sabe muito bem o por quê! Esse romance complementa o livro anterior e é incrível por que nos mostra como não devemos nos acomodar com o “felizes para sempre”. Amei a abordagem da autora, que trouxe um assunto tão pertinente à nossa geração de uma maneira didática e encantadora. Quem tiver curiosidade, esse “conto” também está disponível na Amazon.


5. “Corte de Gelo e Estrelas” – Sarah J. Maas

O aguardado spin-off da série Corte de Espinhos e Rosas.

Feyre, Rhys e seu círculo íntimo de amigos ainda estão ocupados reconstruindo a Corte Noturna e tentando manter a paz, conquistada a base de muito esforço e perdas pessoais, após a queda da muralha.

Mas o Solstício de Inverno finalmente está próximo e, com isso, um alívio merecido. Compras, festas, celebração e a promessa de dias tranquilos. A atmosfera festiva não consegue, entretanto, impedir que as sombras da guerra se aproximem.

Em seu primeiro Solstício como Grã-Senhora, Feyre ainda lidando com os horrores do passado recente, e percebe que seu parceiro e sua família têm mais cicatrizes do que ela esperava – cicatrizes que podem impactar o futuro, e a paz, de sua Corte.

Olha gente, todo mundo sabe que é Deus no céu e Sarah J. Maas na Terra, mas puta que pariu, como ela encheu linguiça nesse livro. Amo essa série, amo as histórias que essa mulher conta, amo sua escrita e suas personagens femininas fortes e maravilhosas, mas sinto que o conteúdo deste livro poderia ter sido resumido em um conto com facilidade. Tem pontos importantíssimos, inclusive ele fecha aquele ciclo de “Corte de Asas e Ruína” (que na real já tinha ficado bem fechadinho) e começa a introduzir os conflitos e personagens que serão apresentados na próxima série dentro deste universo. Não que tenha sido ruim, foi ótimo matar as saudades de personagens tão amados e ainda acompanhar os pontos de vista de alguns deles, como Mor, Cassian e Nestha, porém, novamente, dava pra ter feito tudo isso numa short story.


Bom gente, estas foram as minhas singelas leituras de junho! Notem que o Kindle vai dominar a minha vida e 90% delas foram lidas pela plataforma digital da Amazon!

Mês que vem tem mais e se Deus quiser MUITO MAIS LEITURAS!

Não se esqueçam de me contar aqui nos comentários o que vocês andam lendo 😉

O Projeto 2019

Eu Mesma

Desde o começo deste ano eu venho comentando com vocês, em alguns posts aqui no blog, sobre meu Planejamento 2019, sobre um projeto pessoal que fiz pra mim mesma neste ano, e prometendo dividir com todo mundo as minhas pretensões para o ano da virada.

Acontece que 2019 está correndo tão rápido quanto o próprio Flash! Eu pisquei e o primeiro semestre – o SEMESTRE, SEIS FUCKING MESES – já haviam se passado e eu nunca vim aqui conversar sobre o meu projeto… ou mesmo avancei muito nele.

Decidi que o primeiro passo pra botar todas essas coisas em prática (além de ter escrito elas no meu caderninho, no começo do ano) seria dividi-las aqui, assim eu teria gente me cobrando (ou não, realmente não sei se vocês se importam a esse ponto), ou pelo menos teria algo público cobrando minhas promessas a mim mesma.

Sempre achei que as promessas que nos fazemos são as mais importantes que podemos fazer. E as mais difíceis de cumprir também. Temos uma tendência absurda a nos colocarmos sempre em segundo lugar… é mais fácil cumprir um acordo com uma outra pessoa do que com a gente mesmo. E é por isso que vou colocar minhas promessas aqui, assim sinto que elas são de todo mundo também.

O meu objetivo, quando pensei nesse Projeto, era ter uma espécie de Resolução de Ano Novo 2.0, mas eu não queria colocar ali coisas como “entrar na academia”, “perder 5kg” ou qualquer das promessas de Ano Novo que fazemos e nunca cumprimos.

Eu queria alguns objetivos que iriam guiar a minha vida nos próximos anos e fazer de mim uma pessoa melhor. A melhor versão de mim mesma. Incluindo, por que não, começar a colocar em prática alguns dos meus sonhos.

O erro do jovem hoje em dia é ficar esperando a vida começar, sem nunca de fato fazer algo a respeito disso. A nossa vida já começou, nada de espetacular vai acontecer nela a não ser que façamos algo a respeito. E eu passei tempo demais deixando pra amanhã o que poderia fazer hoje. Por esse motivo, lá no final de 2018 decidi que 2019 seria o ANO DA VIRADA!

Mesmo com todos os desastres acontecidos no ano passado (alô, eleições 2018), este ano seria melhor. Não só por que meu Mapa Astral me disse isso (alô, Retorno de Saturno), mas também por que eu finalmente decidi fazer com que fosse melhor.

Antes de dividir com vocês a minha listinha, que nem é tão desafiadora assim, mas se baseia em cuidar de mim e de tudo o que eu amo, preciso salientar que uma parte dessas Resoluções 2.0 também foram inspiradas pelo meu atual emprego.

Hoje em dia sou Analista de Marketing numa empresa de tecnologia e inovação chamada Foursys. Aqui tem uma coisa muito legal chamada “Desafios Pessoais”. Todo ano eles pedem que cada funcionário eleja um Desafio Pessoal para ser cumprido, em data estipulada pelo próprio colaborador. Pode ser qualquer coisa, desde que te desafie pessoalmente (acho que isso ficou claro).

No meu primeiro ano aqui meu desafio era este Blog. Fui a primeira ganhadora dos Desafios Pessoais da Foursys e como prêmio recebi uma ajudinha financeira para custear minha CCXP 2018. Este ano meu Desafio Pessoal é escrever um livro e publicá-lo na Amazon.

Se vocês viram o primeiro post desse blog, sabem que minha grande paixão é escrever. Eu escrevia histórias antes mesmo de saber que estava escrevendo histórias. Eu já escrevia inclusive antes de descobrir o meu amor pela leitura. O meu grande problema na vida sempre foi ser uma ariana hiperativa, que nunca teve a paciência de terminar de escrever qualquer coisa que tenha começado.

Entretanto, mesmo a empresa onde trabalho sendo super legal, eu já percebi que esse não é o meu caminho. Essa coisa com Marketing e Publicidade já está me matando aos poucos (e eu não tenho nem 30 anos ) e sou infeliz pra caralho fazendo essa merda. Foi por isso que resolvi fazer desse Desafio Pessoal o incio de outra coisa. Resolvi dar aquele passo importante pra alcançar os sonhos e fazer aquilo que eu amo.

Então eu vou escrever um livro e, se Deus quiser, vou escrever mais um bocado depois deste. E a maior parte do meu Projeto 2019 gira em torno disso (salvo algumas outras coisas para cuidar de mim). E em torno desse bloguinho também, que amo de paixão. A principio algumas coisas podem nem parecer ter alguma relação com isso, mas acreditem, elas têm!

Por isso, finalmente, depois de muitos parágrafos de ladainha, se você chegou até aqui, merece ler essa singela listinha de Resoluções para 2019:

  1. Publicar um livro na Amazon!
  2. Manter e expandir meu Blog;
  3. Escrever diariamente:
    1. Pelo menos uma página do livro por dia;
    2. Pelo menos um post no Blog por semana;
  4. Planejar um canal no Youtube para o Blog;
  5. Alimentar as Redes Sociais:
    1. Instagram: Blog e Pessoal (diariamente);
    2. Facebook: Blog (semanalmente);
    3. IGTV (semanalmente);
  6. Ler diariamente;
  7. Ver séries diariamente;
  8. Assistir filmes semanalmente;
  9. Assistir musicais e espetáculos de teatro mensalmente;
  10. Estudar Planejamento Financeiro:
    1. Começar a investir;
  11. Vender o carro;
  12. Fazer uma limpeza geral:
    1. Vender coisas novas que não estou usando;
    2. Separar roupas e calçados para doação;
  13. Viagem para Nova York:
    1. Comprar celular novo;
    2. Comprar notebook;
    3. Comprar câmera;
  14. Começar a planejar a saída da casa dos meus pais;
  15. Procurar cursos:
    1. Fotografia;
    2. Captura de Vídeo;
    3. Edição de Vídeo;
    4. Roteiro;
    5. Escrita Criativa;
  16. Pensar em novas faculdades:
    1. Produção Audiovisual;
    2. Cinema;
  17. Intercâmbio?
  18. Ser voluntária em alguma causa social;
  19. Manter uma rotina de cuidados comigo mesma:
    1. Cuidados com a pele diariamente;
    2. Cronograma Capilar semanalmente;
    3. Manicure semanalmente;
    4. Pedicure mensalmente;
    5. Sobrancelhas mensalmente;
    6. Depilação mensalmente;
  20. Encontrar um esporte:
    1. Natação?
    2. Pilates?

Não preciso nem dizer que estou falhando miseravelmente em vários destes itens, não é mesmo? Mas ainda tenho mais seis meses pra fazer essa listinha acontecer!

Uma coisa interessante é que fiz esse “guia” no começo do ano e alguns dos objetivos já não me parecem tão urgentes, tais como: vender meu carro e sair da casa dos meus pais. Mas quis deixa-los ai pra ser fiel à minha visão do Projeto 2019 original e também para não esquecê-los como objetivos… posso já não querer mais fazer isso agora, mas não quer dizer que não sejam metas pros próximos anos.

O mesmo vale pra algumas coisas que talvez não saiam do papel ainda em 2019… nada vai impedir de saírem em 2020, ou até depois. O importante é não perder os sonhos de vista e trabalhar pra eles, por que se a gente seguir em frente uma hora a coisa sai!

Prometo fazer um balanço no inicio de 2020 e contar pra vocês o que saiu do papel e o que ainda não saiu. E também prometo deixar vocês saberem quando meu livro estiver pronto 😉

Mas agora gostaria de saber: vocês costumam fazer listas com metas e objetivos? Isso ajuda/facilita seus planos e sonhos a virarem realidade?

Me contem aqui nos comentários ♥

[2019] Leituras de Maio, ou a resenha de “Rainha do Ar e da Escuridão”

Literatura, Na Estante

Não é surpresa pra ninguém que o mês de maio foi O PIOR MÊS DE LEITURA pra mim, desde 2018. Eu já esperava por isso, já que estava e férias e viajando.

A parte boa é que finalmente consegui ler o livro que me tomou metade do mês anterior.

A parte ruim é que só li metade de um livro em maio.

Vocês acompanham abaixo o resuminho do livro e a minha opinião sobre ele. Prometo explicar o porquê de ter demorado tanto nessa leitura:


1) “Rainha do Ar e da Escuridão” – Cassandra Clare

Rainha do Ar e da Escuridão é a conclusão épica para outra grande trilogia do universo de Instrumentos Mortais da autora best-seller Cassandra Clare.

Sangue inocente foi derramado nos degraus do Salão do Conselho, e o mundo dos Caçadores de Sombras se encontra à beira de uma guerra civil. Parte da família Blackthorn foge para Los Angeles, em uma tentativa de descobrir a origem da doença que está acabando com os bruxos. Enquanto isso, Julian e Emma tomam medidas desesperadas e embarcam em uma perigosa missão para o Reino das Fadas a fim de recuperar o Volume Negro dos Mortos. O que encontram é um segredo capaz de destruir o Mundo das Sombras e abrir um caminho tenebroso para um futuro que nunca poderiam ter imaginado. Em uma corrida contra o tempo, Emma e Julian devem salvar o mundo dos Caçadores de Sombras antes que o poder mortal da maldição parabatai destrua tudo o que amam.


Vou até mudar um pouco o formato desse post pra poder falar mais um pouco sobre o livro, já que foi o único concluído nesse mês. Não vai ser bem uma resenha, pois não vou detalhar nem nada, mas vou falar dos meus sentimentos a respeito.

Obviamente eu tenho uns mixed feelings aqui.

Entendam, Cassie Clare é uma das minhas autoras favoritas e eu passei os últimos 12 anos lendo as histórias dos Shadowhunters, então meio que sempre vou amar tudo o que ela escreve.

Minhas expectativas estavam altíssimas para ler a conclusão da trilogia de Os Artifícios das Trevas e o encerramento do arco de Julian e Emma em “Rainha do Ar e da Escuridão”, mas acabei quebrando a cara ao ir com muita sede ao pote e as coisas não serem tão perfeitas quanto eu achei que seriam.

Tipo, não foi ruim! Foi muito bom, mas tiveram coisas que me atrapalharam bastante e o primeiro problema é que esses livros demoram demais para serem lançados.

Eu havia lido “Senhor das Sombras”, o livro 2 da trilogia, em 2017, ou seja, HÁ DOIS ANOS ATRÁS. E acreditem, isso impactou muito a minha leitura. Claro que tiveram acontecimentos no final do livro anterior que foram inesquecíveis, mas grande parte daquele conteúdo se perdeu na minha memória e eu passei os primeiros capítulos do livro 3 completamente perdida.

Não bastasse estar super perdida no começo da história, o livro também começa com um ritmo bem lento e 84 pontos de vista diferentes.

Ok, não são realmente 84 POVs, mas a impressão que dá é essa, por que são muitos e nem todos eram tão interessantes assim. Pra mim isso é meio que um problema e impacta diretamente no meu ritmo de leitura. Acho que isso explica muito o por que de eu ter demorado 15 dias pra ler 300 páginas.

Deixando de lado o fato do livro enrolar demais e demorar pra pegar ritmo, ter todos aqueles pontos de vista que achei meio inúteis e que acho que poderiam ser facilmente cortados, quando ele entra nos trilhos a história suga a sua alma.

“Rainha do Ar e da Escuridão” é dividido em 3 partes e a coisa começa a ficar boa a partir da parte 2. Se eu demorei 15 dias pra ler 300 páginas, as outras 442 foram lidas basicamente em 2 dias e me deixou completamente desnorteada.

Mesmo com esses problemas no começo, é uma história muito bem estruturada e que aborda diversos plots. Acho que ali tinha história pra 2 ou 3 livros em vez de apenas 1.

Particularmente eu curto muito o arco d’A Tropa. Apesar de me deixar sempre muito puta quando lia (e ser até meio chato de ler, confesso), acho muito importante e muito legal quando autores fazem essa metáfora sobre problemas reais do governo atual dentro de seus livros. Infelizmente vivemos no Brasil um momento muito parecido com o que os norte-americanos vivem nos Estados Unidos, o que sempre faz com que a gente reflita e se identifique quando algo assim acontece. Nesse post sobre a série Supergirl eu falo um pouquinho sobre isso.

Claras referências à esses dois senhores

Apesar de ter gostado muito desse arco, detestei o final dele. Não vou dar nenhum tipo de spoiler aqui, mas a resolução pareceu meio forçada. Achei meio sem pé nem cabeça e bem conveniente (não pros mocinhos da história, sabe? por que deu merda e tal). Pareceu que a autora estava forçando uma situação que poderia ser resolvida de mil outras formas, mas que ela precisava que fosse dessa maneira. Provavelmente o final de “Rainha do Ar e da Escuridão” ficou como ficou devido à necessidade do plano de fundo da trilogia final que vai fechar as Crônicas dos Caçadores de Sombras: Os Poderes Perversos.

Fora os pontos negativos, a escrita da Cassie é impecável. Ela consegue misturar com maestria uma trama politica, caça à demônios e romance. Aconteceu tanta coisa nesse livro que me fez pirar que eu poderia ficar escrevendo aqui a noite inteira. Vou destacar algumas coisas pra vocês não acharem que só falei mal da história:

  • Toda a trajetória de Emma e Julian tem uma conclusão arrebatadora que me fez gritar e chorar, mas acredito que esse seja um dom da Cassie: seus protagonistas sempre sofrem de formas inimagináveis por amor. Você não conheceu o verdadeiro amor impossível até ler um livro da Cassandra Clare, meu bem;
  • Ty e Kit, e não vou falar mais pra não dar spoiler, mas o plot deles nesse livro foi uma das coisas que mais me causaram nervoso e me fizeram passar mal até o final. Além do mais eu shippo muito esses dois, aff…
  • Christina e todo o romance que a envolveu. Eu não quero falar demais pra não estragar a experiência de quem vai ler esse livro e berrar de excitação em certas partes, POR QUE O NEGÓCIO É BOM! Partiu meu coração no final? Partiu. Mas todo o percurso e descoberta foram incríveis! Amo como a Cassie consegue ser pioneira em inserir todas as formas de amor em seus livros de maneira super natural e verídica, sem forçar a barra. E amo e odeio o quanto ela faz até os personagens coadjuvantes sofrerem por amor;
  • Thule. Marquem esse nome, não vou dizer o que significa, mas tem todo um arco nesse livro e suspeito que ainda vá ser muito importante na última trilogia;
  • Os Blackthorn. Que família, amigos! Eles são completamente apaixonantes e já passaram por tanta merda que eu só queria que a próxima trilogia não fosse focada neles POR QUE JÁ CHEGA DE FAZER MEUS BEBÊS SOFREREM. Mas obviamente vai e com certeza não vai ser fácil pra eles.

Tem mais um milhão de pontos que eu queria citar, tanto plot, tanta coisa aconteceu nesse livro! Como disse ali em cima, foi história pra 3 partes. A única coisa que digo é: vai ser difícil de ler no começo, mas vai valer muito a pena. Com a Cassandra Clare e os nossos Caçadores de Sombras sempre vale a pena.

Acho que no final das contas isso aqui ficou realmente com cara de resenha, uma coisa meio descoordenada, mas avisei né: muitos mixed feelings aqui.

Agora que junho começou e eu voltei pra minha rotina, vamos apenas esperar que meu ritmo de leitura melhore e que eu possa trazer um post recheado de muitos livros lidos no próximo mês!

Não deixem de me contar aqui nos comentários o que vocês andam lendo 😉

Game of Thrones: Do Luxo ao Lixo

Na TV

Se você é um ser humano e vive num planeta chamado Terra, mesmo que não assista, com certeza sabe que no último domingo foi ao ar o episódio final da série Game of Thrones, baseada na saga de livros de George R. R. Martin.

Não vou me estender muito na introdução desse post, por que se você assistiu a série por tantos anos quanto eu, não vai precisar de um resumo sobre o show produzido por David Benioff e D. B. Weiss. E se você não assistiu nada da série, provavelmente odeia a galera obcecada que enche sua timeline toda semana com discussões sobre os episódios, e não vai se interessar nem um pouco pelo que tenho a dizer hoje.

E o que eu tenho a dizer, meus amigos, nada mais é do que um desabafo. Eu preciso falar sobre o final e sobre os meus sentimentos a respeito da trajetória desta que foi uma das minhas séries favoritas por tanto tempo.

Agora, você que é fã, assim como eu, não espere uma crítica com análise intrincada e profissional. Isso não é uma crítica. É só uma pessoa desabafando sobre sentimentos, muitas vezes confusos e contraditórios. E atenção, estejam preparados, por que não vou poupar spoilers abaixo:

Acho que o ideal é começar dizendo que não estou exatamente surpresa pelos acontecimentos deste último episódio. Todo mundo notou como a série decaiu a partir da sétima temporada, como todas aquelas tramas complexas e enigmáticas acabaram transformadas em plots fracos e preguiçosos. Sendo assim, minhas expectativas já estavam extremamente baixas, porém não da pra dizer que não fiquei decepcionada.

A impressão que tive foi a de que os produtores estavam mais interessados em chocar e surpreender o público do que em desenvolver com coerência o arco dos personagens e da própria série.

Tantos anos desenvolvendo Daenerys Targaryen como uma mulher forte, que lutava pelos fracos e oprimidos, que sempre batalhou contra o legado de seu pai louco e cruel, e que inclusive prendeu seus dragões, SEUS FILHOS, por que um deles matou uma criança inocente. De repente, essa mesma personagem começa a incinerar qualquer um que não dobre o joelho. De repente ela queima uma CIDADE INTEIRA CHEIA DE INOCENTES.

E não adianta vir me jogar a cartada de que ela enlouqueceu, de que ela estava com raiva e que ela sempre teve o temperamento explosivo. Primeiro que não deu tempo de enlouquecer, e segundo que nem nos momentos de maior fúria da personagem ela machucou inocentes sem motivo algum.

Mas David Benioff e D. B. Weiss não cagaram só na cabeça da Mãe dos Dragões. Não vamos nos esquecer que Jon Snow, lá na quinta temporada, quando a série ainda tinha algum embasamento nos livros, morreu com inúmeras facadas por defender o que era certo acima de tudo. Que descaracterização medonha nesta temporada, onde o personagem virou, com o perdão da expressão grosseira, um “escravo de buceta”, assistindo todas as barbaridades de cabeça baixa, justificando as atitudes hediondas de sua rainha, completamente cego de amor.

E desculpa, gente, mas nunca engoli esse romance forçado entre Daenerys e Jon. Nem quando ele estava com a Ygritte, em um relacionamento muito mais bem desenvolvido, ele deixou o amor ficar no caminho do que era certo. No final ele só fez alguma coisa quando o Tyrion o convenceu, ameaçando a segurança de suas irmãs.

Falando em Tyrion, cadê o personagem que sempre se guiou pela INTELIGÊNCIA e não pela EMOÇÃO? Onde foi parar o estrategista brilhante da Batalha do Água Negra, que previu com facilidade todos os movimentos do inimigo com uma frieza impressionante?

Aparentemente ele também estava muito ocupado ficando cego de amor para perceber a enorme bandeira de perigo balançando no horizonte. Nem nosso amigo Varys virando churrasquinho foi capaz de previnir o personagem mais inteligente da série de que tinha caroço nesse angu.

Não vou nem mencionar a Cersei e como ela não chorou nem na situação toda do “Shame”, onde humilharam ela de todas as formas possíveis, fazendo a mulher CAMINHAR PELADA PELA CIDADE INTEIRA ENQUANTO JOGAVAM FRUTAS PODRES E PEDRAS NELA!

Agora a personagem que sempre tinha uma carta na manga, aquela que estava disposta a ir até as ultimas consequências, ficou apenas chorando enquanto observava a cidade queimar? A personagem mais astuta, que cagou na cabeça de todo mundo, morreu soterrada, chorando e abraçada com o irmão? Desculpa, mas Cersei Lannister merecia uma morte melhor.

A impressão que fica é a de que os produtores estavam com muita preguiça de desenvolver todas as tramas e sub-tramas dessa história. É possível perceber isso ainda no final da sexta temporada, quando metade do elenco explodiu dentro do Septo de Baelor. O resultado foi esse final obtuso e, apesar de todos os esforços de D&D para surpreender, previsível.

Mas nem tudo são espinhos. Lá em cima eu disse que não detestei tudo, e é verdade. É possível apreciar algumas coisas dessa finale, na medida do possível. Como a primeira vez em que Emilia Clarke apareceu em cena nesse episódio. Foi belíssimo o abrir de asas de Drogon ao fundo, dando a impressão de que Daenerys estava abrindo suas asas ali.

O fato do dragão queimar o Trono de Ferro em vez de Jon quando encontra o corpo da mãe também foi poético. É como se Drogon soubesse que quem de fato matou Dany foi o seu desejo pelo Trono. Apesar de tudo, gostei muito dessa analogia.

O destino de Arya também não foi de todo ruim, aliás, foi um dos mais coerentes se a gente pensar na lambança toda que fizeram. Eu imagino que alguém que passou por tudo que ela passou não ia conseguir apenas voltar pra casa e brincar de casinha com a família. Muito menos se casar e virar a Lady de algum castelo. O destino de Arya ou era a morte ou esse que deram pra ela, correr livre por aí, como sua loba, Nymeria. Particularmente eu preferia a morte, acho que iria condizer muito mais e fazer sentido na jornada da personagem.

Agora, a coisa mais coerente que aconteceu nessa season finale foi a coroação de Sansa Stark como QUEEN IN THE NORTH (sim, eu falei isso gritando).

Entendam, eu sempre odiei a Sansa, e achava a personagem insuportável, irritante, mimada, egoísta e sonsa. Porém, no decorrer das últimas temporadas, acompanhando tudo o que ela passou, todo o sofrimento na mão de inúmeros homens, percebi como ela cresceu e aprendeu com os próprios erros. Talvez a Sansa tenha sido a personagem que mais cresceu e mais se desenvolveu na série, e seu final honrou toda a trajetória espetacular da personagem.

E foi só isso que eu gostei mesmo.

Pra mim a maior piada foi o Broken King de Bran Stark como soberano dos agora Seis Reinos. Essa foi a coisa mais sem pé nem cabeça de toda a história de Game of Thrones, ganhando inclusive da Arya matando o Night King. É nessas duas situações que podemos ver com absoluta certeza a preocupação dos produtores em apenas chocar e surpreender o público, se esquecendo completamente da coerência.

Onde foi parar aquela história de “Não sou Bran”, “Não sou Lorde” e “Sou o corvo de três olhos”? O segredo mais bem guardado de toda essa história, o maior plot twist da série, a verdadeira ascendência de Jon Snow e seu direito como herdeiro legitimo ao Trono de Ferro foi basicamente pra NADAAAAAAA!

Pra que tanto desenvolvimento, pra que toda essa trajetória preparando o personagem pra ser um grande líder, um guerreiro inspirador? Foi só pra ele voltar exatamente pro mesmo lugar em que estava no primeiro episódio da série? Se fosse pra ser assim, era melhor deixar ele morto lá na quinta temporada mesmo.

Pelo menos dessa vez, quando reencontrou o lobo que quase morreu por ele, o personagem não foi um cuzão e fez pelo menos um afago no Ghost. Não vou mentir, rever o lobo gigante sem orelha me fez chorar como um bebê e eu segui assim até bem depois dos créditos.

Chorei pelo lobo negligenciado desde o final da quinta temporada. Chorei pelo dragão que perdeu os irmãos e a mãe a troco de nada. Chorei pela Brienne que só ficou ali escrevendo sobre a morte do homem que amava. Chorei pela descaracterização de todos esses personagens tão brilhantemente construídos no inicio. Chorei por que acabou, pelo final, esse que foi porquíssimo e aquele que poderia ter sido. Poderia ter sido tão melhor, gente.

No fim das contas foi tão descabido. Uma desconstrução de tudo o que foi construído nas primeiras temporadas. Uma distorção dos personagens pra satisfazer as conveniências porcas desse roteiro chulo, que vem sendo feito nas coxas desde o finalzinho da sexta temporada. Sinceramente não fiquei surpresa com esse fim, depois de tudo que vimos nessa ultima temporada de bosta, ficou até condizente e não tive expectativas melhores, porém não teve como não ficar desapontada com o rumo que as coisas tomaram.

Só resta dizer que foi de partir o coração ver uma série com o potencial pra ser a melhor série de todos os tempos ter essa morte horrível e ir, literalmente, do luxo ao lixo.

E vocês? O que acharam dessa Series Finale?

Me contem aqui nos comentários 🙂