Aquela música do Maroon 5 que não parece uma música do Maroon 5

Música, Nos Fones de Ouvido

Como vocês já repararam, eu sou meio atrasada com algumas coisas. Acho que literalmente sou a última a saber de alguns lançamentos, principalmente quando a gente fala de música.

Neste caso, acho que o principal motivo é que não ouço as rádios, e também não sou muito dada à modinhas. Minhas playlists consistem, em sua maior parte, em músicas desconhecidas que vou ouvindo nas séries, novelas, filmes e pegando das playlists dos livros que leio.

Salvo quando a gente fala dos meus artistas queridinhos, como Shawn Mendes, Ed Sheeran e Taylor Swift, é bem capaz que eu só vá conhecer algumas músicas famosas, de artistas mais famosos ainda, uns anos depois.

Atualmente estou viciadíssima numa das faixas do sexto álbum de estúdio do Maroon 5, o “Red Pill Blues“, lançado em novembro de 2017.

red-pill-blues

Esse disco conta com sucessos como: “Don’t Wanna Know”, em parceria com o Kendrick Lamar, “Cold”, com Future, “Whiskey” em colaboração com o rapper  A$AP Rocky, “Girls Like You”, “Wait”, “What Lovers Do”, em parceria com a cantora SZA, além de “Help Me Out”, com a minha queridinha, Julia Michaels.

É engraçado que agora, ouvindo o álbum inteiro, essa música, pela qual estou muito apaixonada, faz total sentido e se encaixa dentro do todo, seguindo a mesma linha criativa das outras canções, inclusive esse disco inteiro é maravilhoso e vou deixar aqui pra vocês ouvirem:

Porém, quando descobri a bendita música (e aqui não me lembro onde, se tocou na rádio, em algum episódio de série ou trailer de filme) com meu Shazam e coloquei na minha playlist do mês (agosto), fiquei besta em como ela era de um estilo totalmente diferente do que estava acostumada a ouvir dos lábios do Adam Levine.

Ela tem uma vibe bem The Weeknd, que não sei explicar bem, mas é o tipo de música que sempre acaba na minha playlist sensual.

“Lips on You”, a faixa 4 do último álbum do Maroon 5, não entrou imediatamente no meu coração. Foi sim uma canção que gostei assim que ouvi, mas ainda demorei umas semanas pra ouvir ela com atenção no meio de toda a leva que peguei com o Shazam, e então, na semana passada, por algum motivo passei a ouvi-la em looping infinito pelo Spotify e a ficar meio obcecada com a letra dela:

When I put my lips on you
You feel the shivers go up and down your spine for me
Make you cry for me
When I put my lips on you
I hear your voice echoing all through the night for me
Baby, cry for me

Sério gente, é um refrão bem forte e sensual pra mim. Ouvir isso tudo da boca do Adam Levine pode ser, inclusive, meio enlouquecedor, portanto sinto que minha obsessão pela música é totalmente justificada.

Sem mais delongas, deixo vocês com a música que me causou todo um arrebatamento emocional e, infelizmente não tem clipe, então fiquem apenas com o vídeo lyrics:

E aí, o que acharam? Parece uma música do Maroon 5?

Conta pra mim aqui nos comentários 😛

Anúncios

Aquele fogo no rabo pra cortar o cabelo

Eu Mesma, Moda & Beleza

Como já comentei com vocês no post de trauma capilar aqui no blog, houve um tempo em que a simples menção à palavras como “corte” e “tesoura” já me davam dor de barriga. Hoje em dia as coisas são bem diferentes, e as vezes preciso me controlar pra não bater cartão no cabeleireiro a cada 3 meses.

Já que um bom corte de cabelo pede um bom investimento, a partir do momento que meu bolso pesa, tudo muda de figura, então consigo me segurar por pelo menos 6 meses antes de começar a enlouquecer pouco a pouco.

Mesmo assim, sou o tipo de pessoa que acompanha um bocado de perfis de Instagram de hairstylists, então sempre tem aquela vozinha diabólica no fundo dos meus pensamentos me mandando cortar o cabelo.

DIz1dhmXgAAC7S8

A última vez que cortei meu cabelo foi em fevereiro desse ano, ou seja, já estamos há 7 meses sem repaginar esse visual, e pior que nem foi por falta de tentativa.

Quem acompanhou a saga do cálculo renal aqui no blog viu meu drama da vida real, aquele da pessoinha que esperou mais de um mês pra agenda da cabeleireira dela ficar livre e quando finalmente chegou o dia do agendamento teve uma crise de pedra no rim e foi obrigada a desmarcar.

16333211

Como quem acredita sempre alcança, eis que depois de mais um mês de espera, consegui mais uma vaga no agendamento disputadíssimo do VizuHairClub e, se Deus quiser, nada mais ficará entre mim e a tesoura da Carol dos Caracóis na próxima semana.

“Mas Pamzinha, você não podia ir em outro salão cortar esse cabelo? Por que esperar tanto?”

Olha gente, vocês que leram o post do trauma capilar sabem que eu fiquei muito marcada pelo trabalho horrível de uma pessoa que se dizia profissional. Hoje em dia, mesmo acompanhando um monte de cabeleireiro talentoso pelo Instagram, tem só uma pessoa que eu confio pra mexer no meu cabelo, e essa pessoa é a Carol.

Conheci a Carol Castilho quando ela ainda trabalhava na Unidade Augusta do Retrô Hair, e foi uma coisa totalmente por acaso, um alinhamento cósmico maravilhoso (e se você não acredita em alinhamentos cósmicos, por favor leia esse post). Foi num desses dias que me deu a louca pra cortar o cabelo, mas eu não estava mais feliz com a minha antiga cabeleireira e todo mundo me falava muito bem do Retrô, então liguei lá na hora do almoço e pedi pra cortar o cabelo com qualquer pessoa que estivesse disponível naquele mesmo dia.

Engraçado que hoje em dia jamais faria isso. Precisaria estar stalkeando o profissional há meses no Instagram pra decidir cortar assim do nada. É por essas e outras que falo que meu encontro com a Carol em julho de 2016 foi obra do destino.

Lembro claramente como ela me recebeu bem, como falamos sobre a Lua que entrava em Leão naquele dia, como ela reconheceu algumas propriedades do meu cabelo só de olhar e me propôs soluções pra gente lidar com ele.

Eu mostrei uma foto da Scarlett Johansson como inspiração, e diferentemente de outros profissionais, ela não fez EXATAMENTE aquele corte. Ela fez algo que iria funcionar mil vezes melhor no meu cabelo e no meu rosto, e de algum jeito respeitou a inspiração que tinha mostrado.

Depois disso ela virou a minha profissional de confiança. A única pessoa que sento na cadeira e falo “faz o que quiser ai”.

Enfim, normalmente quando me da louca pra cortar o cabelo, eu já tenho em mente o corte que pretendo fazer. Entretanto dessa vez estou bem dividida.

Adoro cabelos curtos e ultimamente meu cabelo não passa do long bob. Por isso mesmo, estava querendo deixar ele crescer. Então uma das minhas opções é apostar num long bob mais longo, e deixar essa cabeleira crescer pela primeira vez em anos, afinal, em maio de 2019 vou ser madrinha de casamento novamente, e queria muuuuuuito um cabelo comprido pra poder brincar melhor com os penteados.

Abaixo, alguns cortes nesse estilo mais longo:

 

O negócio é que, a ultima vez que cortei meu cabelo também foi a vez em que descolori ele tão loucamente que ele ficou branco e muito agredido. Até hoje as pontas quebram facilmente e eu sinto como se meu cabelo estivesse caindo aos pedaços. Quando me olho no espelho a minha vontade é me livrar de toda essa parte mais seca e espigada do cabelo.

Então outra opção seria um blunt bob, que me livraria, além das pontas maltratadas, dos restos de progressiva que ainda permeiam meus fios. É um corte que me agrada muito e estou quase convencida de que vai fazer minha cabeça pelos próximos meses ha-ha-ha:

 

A parte ruim é que o sonho do penteado intrincado no casamento ano vem escorre pelo ralo 😦

Mas ainda assim, como sou uma pessoa super preparada, já comecei a fuçar o Pinterest e descobri que existem algumas opções de penteados bem despojados e maravilhosos pra quem tem o cabelo curto:

 

Anyway, tenho até a próxima terça-feira (18) pra decidir o futuro do meu cabelo e seria ótimo saber a opinião de vocês a respeito!

Então sintam-se livres e desimpedidos pra me dar conselhos e dicas aqui nos comentários ou nas minhas redes sociais 😀

Aquela de quando resolvi fazer meu Mapa Astral

Astros, Nas Estrelas

Olha, se tem uma coisa que eu sempre fui, essa coisa foi ser cética.

Eu sei que hoje em dia é muito fácil pra qualquer amigo meu me apontar como a “louca dos signos” do grupo, mas acreditem, nem sempre foi assim.

tenor (1)

Durante a maior parte da minha vida eu fui a pessoa que só acreditava vendo. Sempre tentei preencher aqueles vazios bizarros com algum tipo de religião, mas rapidinho essas coisas deixavam de fazer sentido pra mim, já que imediatamente começavam meus questionamentos internos e as respostas nunca me satisfaziam por completo.

E se eu já não acreditava muito em religiões, quem dirá em horóscopo.

Por que no fim do dia, a arte da astrologia pra mim nunca passou de horóscopo. E gente, isso é um erro grave. Longe de mim vir aqui dar aula de astrologia pra alguém, logo eu, que sou só uma entusiasta que adora falar umas abobrinhas por ai, mas reduzir e julgar a astrologia pelos horóscopos de revista é a mesma coisa que comparar o ato de misturar água e sabão pra fazer espuma com todo o conceito de Química. Astrologicamente falando, os horóscopos meio que são um ultraje, mas não é sobre isso que eu vou discorrer infinitamente aqui hoje, risos.

Ah, não. Hoje a gente vai conversar sobre Mapa Astral e sobre como ele foi a porta de entrada para drogas mais pesadas pra mim no mundo da Astrologia. Então pode pegar seu balde de pipoca, sentar mais confortavelmente e vir comigo nessa aventura:

michael-jackson-popcorn-gif-12

Tudo começou com uma das minhas fatídicas viagens pra Belo Horizonte, pra visitar a dona Júlia Mascarenhas, membro fundador da Panelinha.

Agora já não me lembro muito bem do ano, mas acontece que a dona Ju também estava nessa onda de Mapa Astral e com apenas algumas palavras e cliques resolvemos fazer o meu.

Mas primeiramente, o que é um Mapa Astral?

O Mapa Astral mostra a posição correta dos astros e dos signos do zodíaco em relação à Terra no momento de nascimento de uma determinada pessoa. De acordo com a astrologia cabalística, a posição dos astros no momento em que nascemos influencia nossa maneira de ser. As configurações de um Mapa Natal se repetem apenas a cada 26.000 anos, portanto ele é quase como uma impressão digital – não existe um igual ao outro. Para interpretação correta do posicionamento dos planetas e seus aspectos, é necessário consultar um astrólogo.

Fonte Wikipédia.

Pra mim, o Mapa Astral é uma ferramenta de autoconhecimento. Não quer dizer que o que é descrito nele tá talhado na pedra, até por que o que faz uma pessoa são as suas escolhas e não a posição de um bando de planetas no céu na hora do nascimento delas. Porém, acredito que esses planetas influenciam em algumas características das pessoas e, no dia em que li meu mapa astral, entrei em choque. Por que, basicamente, aquele texto do site Astro.com estava descrevendo a pessoinha que eu sou.

mapaastral

Enquanto a Ju lia meu mapa pra mim, fui ficando cada vez mais impressionada. Ele não só revelava algumas das minhas características mais básicas, como eu ser espirituosa e impaciente, gostar de artes, música e literatura ou ser apaixonada por coisas bonitas e brilhantes. Mas também algumas coisas mais intrínsecas à mim, como a dificuldade em me relacionar romanticamente com outra pessoa, ou como sou estupidamente indecisa e sempre acabo escolhendo as opções mais “seguras” em vez de seguir meus sonhos.

Pessoas, as vezes a gente tem alguns problemas na vida, mas não sabe quais são. Só sabe que tem alguma coisa errada, e daí, quando a gente não sabe o que é, a gente não sabe como consertar. Essa primeira vez que li meu mapa astral foi como se de repente eu tivesse aberto os meus olhos pra algumas coisas sobre mim mesma e finalmente conseguisse entender o que tava errado dentro de mim.

giphy (1)

Não me entendam mal, eu não to culpando as estrelas pelos meus erros ou nada assim. Não é aquela coisa: “ai, fiz todas essas escolhas bosta na minha vida por que meu signo é de Áries”.

É mais como algo dentro de você fazer sentido.

Depois desse primeiro contato comecei a ficar meio obcecada com o assunto e fui pesquisar mais a fundo. E conforme eu ia pesquisando, também ia enchendo o saco de todos os meus amigos. Cheguei no ponto de fazer Mapa Astral pra todos eles, só pra todo mundo entender que esse negócio É REAL.

tenor

Não consegui muitos seguidores nessa empreitada, mas me identifiquei com outras pessoas que também seguiam por esse caminho e juntos fomos descobrindo coisas novas.

Em agosto de 2017 eu estava passando por uns perrengues muito loucos e tudo que eu queria saber era quando aquela merda toda ia acabar, então me dei de presente uma consulta com um astrólogo profissional, pra uma leitura detalhada do meu Mapa Astral. Por indicação da minha mana Laís (por que não confio muito de procurar qualquer pessoa, já que tem um monte de picareta por aí), me encontrei com a Mônica num espaço super bacana e com uma energia sensacional.

Se a experiência de ler um mapa através de um site já tinha sido super reveladora, vocês não tem noção do que foi pra mim conversar com uma pessoa que estudou isso por anos e tem um entendimento totalmente superior do assunto. A Mônica lia meu mapa detalhadamente e me contava coisas que o site não contou, me falando sobre meus karmas e dharmas e me ajudando a compreender por que as coisas estavam como estavam e também dando aquela força pra eu descobrir como melhorar tudo.

amem-gif-12

Depois disso passei a acreditar em algo. Não é bem uma religião, por que acho que todas elas tem um pouquinho de verdade, mas não acredito nessa coisa louca de dois pesos e duas medidas. É muito hipócrita da parte das pessoas só serem boas por que acham que serão punidas com o inferno se não forem. Isso não é ser bom de verdade.

Mas acredito numa força maior, que a gente pode chamar de Deus ou de Universo, e eu acredito em energias boas e energias ruins. Também acredito na troca dessas energias, e acredito que as coisas que você faz sempre voltam pra você. Boas ou más, cedo ou tarde, elas voltam.

giphy

Enfim, acredito que toda essa jornada que começou lá atrás, comigo sendo convencida por uma amiga a ler um Mapa Astral na internet, teve o proposito de culminar nessa minha fase mais iluminada, entendendo algumas coisas e acreditando em algo e, acima de tudo, tendo a confiança de que as coisas vão dar certo em algum momento e vão acontecer como têm que acontecer.

 


E pra quem chegou até o final e ficou morrendo de curiosidade de como fazer seu Mapa Astral, eu ensino vocês 😀

Primeiramente vocês precisam saber a data e hora exata do nascimento de vocês e também o local, pois tudo isso influencia na posição dos astros. Abaixo vou indicar 3 sites que costumo usar pra fazer um milhão de consultas:

Todos esses sites são bem instintivos e de fácil preenchimento, mas se vocês tiverem qualquer dúvida podem deixar aqui nos comentários ou me enviar mensagens pelas minhas Redes Sociais (Facebook, Instagram, Twitter) que vou ter o maior prazer em ajudar 😀

De todo jeito, não deixem de me contar aqui nos comentários como é a relação de vocês com a Astrologia!

McFly não voltou, mas…

Música, Nos Fones de Ouvido

…Danny Jones sim!

Posso até estar um pouco atrasada com esse post, porém não mais do que os ídolos dos Galaxy Defenders mundo afora, que aguardam ansiosamente por um Álbum 6 da banda desde 2012.

A dura realidade é que quem é fã de McFly tá bem acostumado a fazer papel de trouxa e ser iludido pela banda, que lançou seu ultimo álbum de estúdio, “Above the Noise“, em 2010, terminou de gravar seu famigerado sucessor em 2013 e vem postergando o lançamento do Disco 6 desde então.

Nesse meio tempo, entre “Above the Noise” e o Gasparzinho que se tornou o 6º álbum da banda, rolou de um tudo:

  • Teve o segundo greatest hits da banda, intitulado “Memory Lane: The Best of McFly“, lançado em versão normal e deluxe, com dois CDs, sendo que o segundo é composto de covers e demos;
  • Teve o grande flop, McBusted, uma super banda formada pelos integrantes do McFly e do Busted e eu tenho alguns calafrios quando me lembro desses tempos sombrios;
  • Fomos iludidos mais uma vez, quando o McFly se reuniu novamente para a “Anthology Tour”;
  • A banda inclusive voltou ao estúdio para trabalhar no álbum 6, mas não lançaram e nem divulgaram nada sobre, e a gente segue esperando até hoje;
  • O Doug Poynter virou modelo e até começou a tocar em uma nova banda, chamada INK;
  • O Tom Fletcher teve 3 filhos e ainda virou escritor de livros infantis;
  • O Harry Judd teve 2 filhos e virou algum tipo de guru fitness;
  • Até mesmo Danny Jones começou a se reproduzir nesse mundão de Deus e teve um filho esse ano;

Entretanto, Danny não ficou parado, senhoras e senhores! O frontman da banda seguiu super engajado com a música, como coach do The Voice Kids UK e, mais recentemente,  lançando seu primeiro single solo, que é do que a gente veio falar aqui.

Em 6 de julho deste ano Danny liberou a faixa  “Is This Still Love”.

Abaixo vocês conferem o clipe oficial, naquele estilo “menos é mais” que me arrancou suspiros e fez com que a música subisse pro topo da minha playlist de favoritos do mês:

Eu to seriamente apaixonada por essa canção, principalmente depois de ouvir a versão acústica:

Agora só me resta esperar ansiosamente por mais singles desse deuso e torcer para que todos sejam tão maravilhosos quanto esse primeiro. Ah, sim… e também esperar pelo álbum 6 do McFly né, afinal “Galaxy Defenders stay forever!” ♥️

E vocês, o que acharam desse retorno incrível do Danny para a música?

A Semana e os Últimos Dias de Bienal: O Que Teve?

Literatura

Continuando nossa saga pelos Jogos Vorazes Literários, depois do primeiro sábado e do primeiro domingo exaustivos da 25ª Bienal do Livro de São Paulo, quem poderia me culpar por mal conseguir andar na segunda-feira pós-evento, e seguir tentando me recuperar dessa maratona na terça?

Totalmente fora de combate depois das correrias do fim de semana, só voltei a dar as caras no Pavilhão de Exposições do Anhembi na quarta-feira (08). Como já sou macaca velha de Bienal, compreendi que essas idas à noite (depois do meu expediente de trabalho), durante a semana, seriam essenciais se eu quisesse tirar fotos nos estandes das editoras e garimpar em busca de promoções, pois essas incursões se provaram impossíveis no primeiro fim de semana, e todo mundo sabe como o segundo é infinitamente mais cheio e consequentemente pior.

Sendo assim, concentrei as fotos e as compras durante a semana e deixei para o sábado e o domingo apenas a missão de pegar filas para autografar livros, o que foi, modéstia a parte, a coisa mais sábia que fiz.

Com um tempo infinitamente mais curto, na quarta consegui apenas passar pelo estande da Intrínseca e adquirir os livros “O Dia da Morte de Denton Little” pela bagatela de 5 golpinhos, e “Caçadores de Trolls”, por R$ 10,00, na prateleira de promoções. Estava louca pra achar “Vida e Morte” da Stephenie Meyer, aquela edição especial do aniversário de 10 anos de “Crepúsculo”, onde o sexo dos personagens é invertido, e que eu tinha visto via Instagram da editora nessa parte de promoções, por apenas R$ 5,00. Infelizmente na quarta-feira ele já tinha esgotado, mas eu não iria desistir assim tão fácil, principalmente depois que uma das moças do estande me disse que os livros eram repostos todos os dias.

Na saída do estande aproveitei a baixa movimentação pra finalmente tirar fotos na entrada maravilhosa que eles montaram.

Da Intrínseca parti em direção ao estande da Pólen para tirar fotos na famigerada poltrona de leitura, o lugar que ficou mais lotado que o Trono de Ferro nessa Bienal. Mesmo durante a semana e na parte da noite, ainda havia fila pra fotografar, mas menor, então eu fiquei lá bem bonitinha esperando a minha vez.

Depois disso ainda dei uma garimpada pelos Book Outlets da feira, mas não encontrei nada que fizesse meu coração bater mais forte, então parti em direção à minha casa.


Na quinta me recusei a tirar fotos (estava acabada demais pra isso) e me concentrei na garimpagem de livros. Não que eu tenha sido muito feliz nessa missão. Só voltei à Intrínseca e alcancei a vitória ao botar as mãos no exemplar de “Vida e Morte” que eu tanto queria, além de adquirir também o livro “Apenas Uma Garota”, da Meredith Russo, por R$ 10,00.

Dali fui até o estande da Companhia das Letras com o intuito de comprar o meu “Tempestade de Guerra”, quarto volume da série “Rainha Vermelha”, que eu autografaria no sábado com a Victoria Aveyard. Eu estava com o coração na mão de pagar 45 golpinhos no livro, principalmente depois que perdi uma promoção dele por R$ 30,00 na Livraria Cultura do Conjunto Nacional na semana anterior. Por sorte o estande estava com promoções e acabei pagando mais ou menos o valor da promoção perdida.

Pra não dizer que não tirei nenhuma foto na quinta, eis que passei pelo estande da Amazon para clicar a parede maravilhosa de lambe-lambes deles.


Na sexta-feira consegui sair mais cedo do trabalho, pois tinha uma sessão de autógrafos com o Soman Chainani, autor da série de livros “A Escola do Bem e do Mal”, às 16h.

A sexta se mostrou um dos dias mais produtivos de toda essa Bienal, a começar pelo momento em que cheguei ao evento, fui para fila de autógrafos e já dei de cara com a maravilhosa Larissa Siriani ali pelas redondezas:

Depois, eu, a Sarah e a Nicole, assistimos ao bate-papo com o Soman ali da fila mesmo enquanto aguardávamos a nossa vez de autografar nossos livros.

img_8237

O banho de água fria rolou enquanto eu mantinha os 4 livros da série nos braços, esperando ansiosamente para autografá-los quando alguém da organização da Bienal olhou bem nos meus olhos e disse “Só pode um”.

Fiquei estupidamente frustrada. Primeiro de tudo por que eu tinha arrastado uma bolsa cheia de livros até ali pra nada. Segundo por que, graças a Deus haveria uma sessão extra de autógrafos com o autor no dia seguinte e eu poderia autografar o resto dos meus livros, mas isso ia foder totalmente a minha agenda de sábado.

Estresse à parte, autografei o primeiro volume da série e garanti ao autor que voltaria no dia seguinte para assinar os outros. Ele pareceu meio surpreso, acho que não existem fãs tão loucos como os brasileiros lá fora.

Na saída da Arena Cultural, eu e as meninas acabamos tropeçando na maravilhosa Érica Imenes, co-autora do livro “K-Pop: Manual de Sobrevivência” e mediadora do bate-papo com o autor. Gente, a Érica é muito incrível! Eu não tenho nem palavras pra descrever essa pessoa, então vou deixar aqui só as fotos:

Depois da sessão do Soman, eu e a Sarah partimos para o estande da Submarino para tirar algumas fotos. Havia ali uma cabine de telefone bem interessante e um cosplay de Jason que valia muito a pena.

Além disso, quase infartei ao dar de cara com uma super promoção dos livros ilustrados de Harry Potter. Sério, pessoas do lado de fora do estande puderam ouvir meus gritos quando coloquei as mãos em “Harry Potter e a Pedra Filosofal” e descobri que estava custando apenas 40 golpinhos! Sem pensar duas vezes embolsei ele e os outros dois, totalizando R$ 200,00. Mas se a gente for pensar que só o “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban” ilustrado tá custando R$ 160,00, acho que fiz um ótimo negócio.

De lá fui até o estande do Grupo Editorial Record e tirei fotos sentada no gabinete do Presidente dos Estados Unidos HAHAHAHHAHAHAH, era um espaço para divulgar o livro “O Dia em que o Presidente Desapareceu”, de Bill Clinton e James Patterson.

Depois passei em outro Book Outlet e adquiri algumas preciosidades por apenas R$ 10,00! São elas “Excalibur”, do Bernard Cornwell, “Em Águas Sombrias”, da Paula Hawkins, “Rich e Mad”, do William Nicholson e “A Falta Que Me Faz”, quinto e ultimo volume da série “Desaparecidos”, da Meg Cabot.

Como não podia faltar, também fizemos nossa tradicional foto no Trono de Ferro, no estande da Editora Leya.

img_8327

No meio do caminho trombamos com o ícone acessível, Vítor Martins, autor de “Quinze Dias” e “Um Milhão de Finais Felizes”, no estande da Universo do Livros, e por que estávamos todos muito cansados, sentamos ali no chão mesmo e passamos HORAS jogando conversa fora sobre livros e pessoas.

img_8384

Dali, visitamos o quarto da Lara Jean, de “Para Todos os Garotos que já Amei”, na editora Intrínseca:

img_8359

E fizemos mais uma parada na entrada maravilhosa desse estande que precisa ser exaltada todos os dias!

Pra finalizar minha sexta, dei uma corridinha no estande das Livrarias Loyola e comprei a edição de colecionador de “A Rainha Vermelha” para autografar no dia seguinte, pela bagatela de R$ 50,00!

Saí da Bienal quebradíssima e com a sombra do último fim de semana pairando como uma ameaça sob a minha cabeça.


Minha missão no sábado e no domingo era basicamente simples: entrar na feira, sentar numa fila, autografar livros, ir pra outra fila, autografar mais livros e assim por diante. Isso me permitiria descansar um pouco depois do desgaste todo que tive durante a semana, mas logo no início do sábado percebi que as coisas não seriam lá muito fáceis pra mim.

Cheguei bem cedo, pois queria correr até o estande da Record para garantir uma das primeiras senhas para a sessão da Carina Rissi. Na semana anterior só consegui autografar um livro dela e ainda tinha mais dois no aguardo da assinatura dessa escritora maravilhosa.

Tive minhas esperanças frustradas logo que coloquei o pé no evento. A entrada de credenciados estava um verdadeiro caos. A fila para entrar dava no estacionamento do Anhembi, perto do local onde pegamos os ônibus para ir embora.

bee49cec-f3c8-48e8-83c1-e5410d2f5221

Como resultado, só fui entrar na Bienal depois das 10h30, mas graças a Deus consegui uma senha pra sessão da Carina, quase no número 200, o que requeria todo um replanejamento do meu dia.

Com minha senha na mão, parti para a Arena Cultural à espera da Victoria Aveyard. O lugar estava tão cheio que fomos encaminhados diretamente pra esperar na Arena de Autógrafos e nem vimos o bate-papo. Por sorte fui uma das primeiras a chegar e logo, uma das primeiras a conseguir meu autógrafo.

A Victoria foi a unica autora que liberou mais de 200 senhas (no caso foram 400, e posteriormente mais 200 no domingo em uma sessão extra) e que iria autografar mais de um livro (no caso todos os 4 livros da série Rainha Vermelha).

Como eu estava com 5 livros, os 4 originais e mais a edição de colecionador do primeiro (deixei o livro de contos “Coroa Cruel” em casa, pois sacrifícios precisavam ser feitos), fiz amizade com o pessoal na fila e consegui que uma menina (que INFELIZMENTE não lembro o nome) autografasse o primeiro volume da série pra mim, já que ela estava apenas com um livro.

Quando chegou a hora de conhecer essa fada em forma de autora (que devemos mesmo exaltar, por que imagino que não deva ser fácil autografar 2.400 livros), ela foi incrivelmente simpática, elogiando meu cabelo e sendo extremamente humilde com os elogios que disparei para ela e seus livros. Sério, queria levar a Victoria pra minha casa e servir um cafézinho com bolo de fubá pra ela.

Depois de conhecer essa ídola, veio o segundo golpe doloroso desse sábado.

Eis que a menina que iria autografar meu exemplar de capa comum de “Rainha Vermelha” desaparecera sem deixar vestígios. Com o meu livro. Com o meu livro autografado. GENTE, quem faz um negócio desses? Quem rouba o livro de um colega leitor numa fila de autógrafos? Em todos os meus anos de eventos literários nunca vi nada assim acontecer. Fiquei primeiramente incrédula, depois em choque, depois muito muito muito triste mesmo e, por fim, extremamente pistola. O que me consola é que o karma ta por aí e que vai voltar pra ela mais cedo ou mais tarde, porém se eu trombar com a mau caráter de novo, juro que vou dar um pau nela.

Frustrada, mas correndo contra o tempo, deixei minhas magoas de lado e parti para o estande do Grupo Autêntica, peguei uma das ultimas senhas para ver o Soman Chainani novamente e autografar o resto dos meus livros. Nesse sábado ele estava absolutamente chocado com o tanto de gente visitando a Bienal e lembrou do nosso encontro no dia anterior.

Gente, vocês não imaginam como essa Bienal estava abarrotada de gente nesse ultimo sábado. Mal dava pra andar. Parecia um show de rock.

Depois corri novamente, me espremendo entre as milhares de pessoas, em direção à Arena Cultural, pois a sessão com o David Levithan se aproximava e eu precisava ser mais uma vez uma das primeiras da fila para autografar o meu “Todo Dia” e partir pra outra sessão.

Mal me lembro de ver o bate-papo na Arena e o encontro com o David passou como um borrão de tão rápido. Me lembro apenas agradecer pela história e dizer como tinha adorado o livro, ele assinou meu exemplar, ali de pé mesmo, foi muito simpático e então acabou.

Eu já estava tão exausta à essa altura do campeonato que praticamente me arrastei em direção ao Espaço Suzano para enfrentar minha ultima sessão do dia, com a Carina Rissi.

Fui uma das ultimas da fila, mas em compensação consegui autografar todos os meus livros e ainda bater um papo super bacana com a autora e com o pessoal da Record, que parecia tão morto quanto eu.

img_8528

Quando o relógio bateu 23h, encontrei meus bebês, Sarah e Isa, novamente no estande da Intrínseca e batemos a ultima foto do dia:

img_8537


No domingo eu não faço ideia como consegui sair da minha cama. Acho que um único pensamento em impulsionava: MARISSA MEYER.

Era a única sessão de autógrafos que eu teria no dia e era a que eu mais ansiava. Quem acompanha o blog notou como me encantei pelas “Crônicas Lunares” e a perspectiva de encontrar a criadora da série foi o bastante pra me jogar cedo pra fora da cama.

O fato de ser Dia dos Pais e eu estar esperando um dia mais tranquilo de evento também ajudou, e como eu já havia decidido que não ficaria por lá o dia todo, apenas autografaria meus livros e depois iria pra casa descansar, ousei ainda mais, super confiante no fato da minha Estrela da Morte ter visitado um mecânico recentemente, resolvi ir de carro pra Bienal.

E essa, meu amigos, tinha tudo pra ser uma das minhas decisões mais equivocadas, pois conhecemos bem meu carro e a mania dele de me deixar na mão em momentos de necessidade, principalmente em eventos. Entretanto foi a MELHOR coisa que fiz nessa bienal.

Cheguei rápido e cedo ao evento. Graças a Deus a fila de credenciados estava tranquila. Quando entrei fui direto para a Arena Cultural, esperar na fila pelo bate-papo que começaria às 11h.

Como o estande da Pólen era ali do lado, resolvi tirar a barriga da miséria, aproveitar que as pessoas ainda não tinham chegado e tava tudo vazio, pra pegar todos os lambe-lambes que eles estavam dando no estande.

Depois, o bate-papo com a Marissa foi incrível e cheio de novidades. Foi ótimo conhecer um pouco mais sobre o processo criativo dela, as influências e inspirações. Como a história de Cinder, Scarlett, Cress e Winter surgiu, e ainda como ela teve a ideia para o novo romance, lançado recentemente pela Editora Rocco, “Sem Coração”. Além disso ainda tivemos a confirmação de que a série de super heróis da autora, “Renegades”, chegará em breve aqui no BR.

img_8589

Na Arena de Autógrafos eu posso ter dado uma pequena surtada, agarrado a Marissa e disparado elogios às Cronicas Lunares e a como ela e os livros eram espetaculares. Talvez eu tenha até chorado um pouquinho.

Antes de jogar a toalha e ir embora, quis passar no estande do Grupo Editorial Record, pois tinha ouvido boatos sobre baixa nos preços. Os boatos eram reais e eu consegui botar as mãos em “A Construção de Noah Shaw”, primeiro volume da série spin-off de Michelle Hodkin, que se passa no mesmo universo da trilogia “Mara Dyer”, por apenas R$ 20,00. Também garanti o meu “É Assim que Acaba”, da Collen Hoover, pelo mesmo valor.

Enquanto garimpava enlouquecida pelo estande da Record, passei uma das maiores vergonhas da vida. Eis que estava procurando alguns livros em especifico e comecei a perguntar para um mocinho ali perto sobre esses livros. Ele, super solicito, foi me dando todas as informações: “esse já esgotou”, “esse não baixou o preço”, “ih, esse acabou ontem”, e por aí vai. Só quando ele resolveu me indicar um livro, O DELE PRÓPRIO, foi que eu percebi que estava diante de Lucas Rocha, autor do romance “Você Tem a Vida Inteira”. Olha gente, eu não sabia onde enfiar minha cara. Ele foi um amor, um show de humildade e carisma, tão abençoado que além de levar o livro dele, ainda voltei pra autografar.

Pra finalizar, dei mais um pulo no estande da Amazon pra garantir mais um lambe-lambe pra minha coleção e tirar uma foto naquele mural maravilhoso. A última foto da Bienal do Livro SP 2018.

img_8637

O saldo dessa ultima semana de evento, vocês conferem abaixo:

  • 15 livros comprados;
  • 14 livros autografados;
  • Inúmeros brindes sensacionais;
  • Muitos abraços quentinhos em muita gente querida;

Olha gente, foi um evento incrível. Cheio de altos e baixos. Dias bom e dias ruins, mas principalmente cheio de magia. Não tenho palavras pra descrever a sensação de estar cercada de pessoas com a mesma paixão que você, de dividir esses momentos com os amigos, conhecer nossos ídolos e receber tanto amor de volta.

Minha conta bancária esta estupidamente mais vazia, e minha estante muito mais cheia do que de costume. Ao todo foram 35 livros adquiridos nesses 10 dias de Bienal do Livro e apesar de estar me achando velha demais até pra esse “rolê nerd”, cara, como eu tô feliz e realizada:

img_8746

Acho que a melhor sensação do mundo é aquela da missão cumprida e eu consegui cumprir todos os desafios à que me propus nesse evento maravilhoso.

Então que venha a próxima!

E vocês, gente? Contem pra mim qual evento faz o coração de vocês bater mais forte!

Primeiro Domingo de Bienal: O que teve?

Literatura

Continuando na nossa saga literária pela 25ª Bienal do Livro de São Paulo, voltei pra contar pra vocês minhas aventuras no primeiro domingo em uma das maiores feiras de livros do Brasil.

Já adianto que meu segundo dia de Bienal foi estupidamente mais corrido que o primeiro, que vocês podem conferir nesse post. Se no sábado foquei em comprar livros e tirar algumas fotos pelos estandes, o domingo foi passado na correria de filas e encontros com autores muito queridos.

Força na peruca ai e vem comigo em mais um capítulo dos Jogos Vorazes Literário!

bienal-livro-2018

Já começamos o dia na maior correria pra conseguir as senhas das sessões de autógrafos que iam acontecer no estande do Grupo Editorial Record. Aprendi minha lição e deixei a Estrela da Morte em casa, chegando ao Pavilhão de Exposições do Anhembi pouco depois das 9h, e ficando levemente surpresa pelo lugar já estar uma loucura, com filas enormes pra entrar, e isso por que o evento só começaria às 10h.

Depois que as catracas foram liberadas me senti dentro do livro/filme “Maze Runner”, correndo loucamente em direção ao estande pra garantir minhas senhas. Graças à fada abençoada da Kah Caroline, do blog Caçadores de Livro, que guardou um lugar pra mim na fila, consegui pegar minhas senhas todas e ser uma das primeiras a ser atendida nas sessões. Essa questão de ser uma das primeiras faz toda a diferença quando você tem um horário muito apertado. Ter amigas tão loucas quanto você, que revezam fila contigo, também.

A primeira autora da minha agenda no domingo foi a Bianca Briones, escritora da série “Batidas Perdidas“, do livro “Como se Fosse Magia” e de “Sonhos de Avalon: A Última Profecia” (do qual, inclusive, eu fui beta, cof cof), que eu autografaria naquele momento. A Bianca é uma das minhas autoras favoritas da vida! Ela tem uma sensibilidade muito grande e um jeito só dela de contar uma história. Não consigo nem dizer qual é o meu livro favorito, por que cada um tem uma história diferente que te ensina algo importante.

Ainda no estande do Grupo Editorial Record, aproveitei pra garantir meu “Heroínas“, que iria autografar logo mais com a Ray Tavares, a Pam Gonçalves e a Laura Conrado, inclusive coloquei a mão também no “Uma História de Verão“, também da Pam Gonçalves, pra aproveitar que ela tava autografando, já que estava levando meu “Boa Noite” (também dela) e meu “Os 12 Signos de Valentina” da Ray Tavares.

Depois dos autógrafos com a Bianca e das minhas comprinhas, dei uma corridinha no estande da Editora Qualis, pra achar a Amanda Ághata Costa (que eu tinha perdido no sábado) e comprar e autografar o lançamento dela, “Nunca Olhe para Dentro“, e também o meu “A Escolhida“, que esperava um autógrafo dessa maravilhosa desde a Bienal de 2016.

Dali, eu e a Kah tínhamos um tempo precioso pra comer algo e tirar umas fotos antes da sessão de autógrafos da coletânea de contos “Heroínas“, então comemos rapidinho e passamos no estande da Intrínseca, por que eu precisava muito dessa foto:

img_7890.jpg

Com nosso horário super apertado, marchamos para uma das melhores sessões de autógrafos dessa Bienal. Eu tava muito ansiosa pra conhecer a Ray Tavares, escritora de “Os 12 Signos de Valentina“, livro que li ano passado e que me deixou completamente obcecada pela autora, principalmente depois de começar a acompanhá-la pelo Instagram e Twitter e desejar do fundo do coração que ela fosse minha amiga. Creepy, eu sei, mas guardei esses sentimentos pra mim mesma e não sai por aí perseguindo a menina, só acompanhando… de longe.

Enfim, naquela mesma semana eu tinha twittado pra Ray que levaria meu Mapa Astral pra ela autografar. E levei mesmo HAHAHAHAHA e durante a sessão, que também contava com a linda da Laura Conrado e a fada maravilhosa da Pam Gonçalves, houve um momento em que todo mundo estava discutindo o meu Mapa, além do fato de eu ser xará da Pam.

Foi incrivelmente divertido e fui basicamente enxotada pela moça da editora que precisava fazer a fila andar. No fim das contas nunca vou saber se a Ray autografou ou não o meu Mapa Astral, por que ela simplesmente ESQUECEU de me devolver e ficou pra ela.

Dessa sessão, precisei correr para a fila do A.J. Finn, onde encontrei com a Nicole, do Crie Unicórnios, e a Stephanie, e pouco depois com a Karina. Acabamos acompanhando o bate-papo com ele na Arena Cultural ali da fila mesmo, mas garantimos os primeiros lugares na sessão de autografo.

img_79161.jpg

O A.J. é o escritor do thriller psicológio “A Mulher na Janela“, lançado esse ano aqui no Brasil pela Arqueiro (inclusive ganhei o livro da editora durante o evento para livreiros), e que em breve deve ganhar as telas na adaptação cinematográfica estrelada por nomes como Julianne Moore, Amy Adams e Gary Oldman, apenas.

Nesse ponto já passavam das 14h e a gente tava bem cansada, mas ainda mantivemos nossos sorrisos no rosto e matamos o tempo tirando muita foto divertida na fila. Perto da hora de autografar, encontramos a Frini Georgakopoulos, que mediou o bate-papo, ali na fila e nos engajamos em um papo maravilhoso sobre o musical “O Fantasma da Ópera“, que estreou esse mês no Teatro Reanault, aqui em São Paulo.

Mas, o mais legal de tudo o que rolou nessa sessão, é que o A.J., além de ser MUITO BONITO (sério, eu fui muito pedreira e passei o bate-papo inteiro assobiando pra ele e querendo perguntar se ele era solteiro), também é estupidamente simpático e eu fiquei muito muito muito encantada mesmo por essa figura.

Saindo da sessão de “A Mulher na Janela“, era hora de autografar o meu “Amor Plus Size” e o lançamento da sereia acessível Larissa Siriani, “O Amante da Princesa“. Gente, a Larissa, além de talentosa, é a melhor pessoa do mundo. Super alto astral, super gente boa, acessível até dizer chega. Além dos autógrafos e das fotos, ganhei brindes, abraços e gargalhadas.

Dali, parti para o estande da Astral Cultural, morrendo de medo de perder o horário da sessão de autógrafos do novo livro do Maurício Gomyde, “Todo Tempo do Mundo“. Graças a Deus esse autor maravilhoso é muito talentoso e prestigiado, quando cheguei lá com mais de uma hora de atraso para a sessão, ele ainda estava autografando e eu consegui garantir mais uma assinatura dele em um dos meus livros.

Como nessa Bienal não dava pra perder tempo, corremos em direção à Arena Cultural, pois estava começando o bate-papo com as autoras Laura Conrado, Ana Beatriz Brandão e Carina Rissi, que acompanhamos ali da fila para a sessão de autógrafos mesmo, nos divertindo, como sempre, em tirar fotos.

Com a Ana Bia eu autografei o lançamento “Sob a Luz da Escuridão” e com a Carina Rissi foi a vez do “Quando a Noite Cai“, já que a organização da Bienal esse ano estava um COCOZÃO e não tava deixando ninguém autografar mais de um livro na Arena de Autógrafos. Felizmente ainda teria mais um evento com a Carina, no próximo sábado, e nesse eu conseguiria autografar meus outros dois livros.

Depois disso, saí mais uma vez em busca do Vitor Martins, autor de “Quinze Dias” e do lançamento “Um Milhão de Finais Felizes“, lá no estande da Globo Alt. Graças a Deus, dessa vez encontrei ele lá e consegui autografar o livro novo. Mesmo não lembrando da minha pessoa (nos conhecemos na Bienal do Rio, em 2017), o Vitor é uma das melhores pessoas, aquele ícone bem acessível, e um autor tão talentoso que chega a doer.

img_8066

Pra finalizar a minha agenda de autógrafos do domingo, só faltava ela, que me encantou em seus romances anteriores: “Enquanto a Chuva Caia“, “Sob a Luz dos Seus Olhos” e “Sob um Milhão de Estrelas“, Chris Melo.

Nessa bienal ela está lançando seu novo romance, “Uma Noite e a Vida“, e obviamente li a sinopse e me encantei com a história, mas acho que compraria qualquer livro da Chris, mesmo sem saber do que se trata. Ela é aquela escritora sensível e poética, que escreve com o coração. Parece que te pega pela mão durante a leitura e te leva suavemente pelas páginas. Sou estupidamente apaixonada por ela, e mesmo que a gente só se veja uma vez por ano (geralmente nas sessões de autógrafos dos livros dela), sempre rola muito amor e muitas lágrimas, isso por que sempre começamos a discutir suas histórias e tudo volta, daí não seguro o chororô todo.

Nesse dia deixei a Bienal mais cedo. Eram mais ou menos 18h30 quando joguei a toalha e resolvi ouvir os gritos de socorro do meu corpo cansado. Durante o fim de semana foram mais de 20 horas nessa maratona, carregando cerca de 10kg de livros nas costas e percorrendo os corredores lotados como se não houvesse amanhã. Minhas costas estavam gritando, os pés latejando e não vou nem mencionar os ombros e as pernas.

No fim das contas, não foi um dia de muitas compras e nem de muitos brindes. Com a agenda apertada, a correria ficou entre as filas de autógrafos e os encontros e reencontros com os meus autores favoritos. Apesar disso, ainda rolaram umas comprinhas e o saldo segue abaixo:

  • 04 livros comprados;
  • 15 livros autografados;
  • Inúmeros brindes sensacionais;
  • Muitos abraços quentinhos em muita gente querida;

img_8094

Fiquem ligados, por que minha saga na Bienal do Livro 2018 ainda não acabou! Ainda vai ter post sobre minhas visitas durante a semana e também a loucura do ultimo fim de semana de evento.

E vocês, visitaram a feira? Me contem tudo aqui nos comentários!

Primeiro Sábado de Bienal: O que teve?

Literatura

No post anterior aqui do blog deu pra perceber toda a minha empolgação com o inicio da 25ª Bienal do Livro de São Paulo, e agora venho por meio deste contar pra vocês tudo o que rolou no meu primeiro dia nesse evento incrível.

Será que consegui cumprir minha agenda? Comprei muito livro? Peguei muito marcador? Recebi muitos brindes? Essas e outras questões serão respondidas a seguir, então vem comigo!

Bom gente, primeiramente vocês precisam saber que a minha Estrela da Morte deu piripaque de novo! E se você não sabe o que é a minha Estrela da Morte, tá na hora de dar uma olhadinha nesse post. Essa é uma história para ser contada na série “Meu Carro, Minha Cilada“, mas em resumo as coisas começaram a degringolar logo cedo na manhã de sábado (04), e eu acabei perdendo a chance de chegar cedíssimo ao Pavilhão de Exposições do Anhembi.

O evento começava as 10h, assim como a maior parte das distribuições de senhas para autógrafos com os autores que eu planejava ver naquele sábado. Somando a quebra do carro à fila quilométrica que tive que pegar para entrar, quando cheguei aos estandes tudo já havia se esgotado.

Mas como a Bienal do Livro é uma espécie de Jogos Vorazes Literário, bola pra frente, nada de parar e chorar pelo leite derramado (embora eu possa ter dado alguns pitis antes de colocar a cabeça no lugar e seguir o jogo), pois o tempo urge e é muito precioso.

Corri para a minha próxima sessão de autógrafos, que não precisava de senhas, no estande da HarperCollins Brasil, e finalmente me encontrei com a Lola Salgado, autora do livro “Sol em Júpiter“, um dos meus favoritos desse ano e mais do que indicado pra quem ama um romance super contemporâneo e que não é só um clichê água com açúcar, apesar de ter uma escrita jovem e leve, aborda temas como bullying, depressão e uma grande crítica ao uso das redes sociais e de como elas podem controlar nossa vida.

Dali parti para o estande do Grupo Editorial Record e garanti minha senha para sessão de autógrafos com a Marina Carvalho e a Laura Conrado, que aconteceria às 18h.

Senha na mão, era hora de adquirir alguns dos livros que autografaria naquele dia. Vou dizer, achei que não iria comprar muita coisa nessa Bienal. Apesar de ter passado o ano inteiro sem comprar nem sequer um livro (eu sei! Difícil de acreditar, mas eu estava desempregada e matando cachorro à grito, além de ter mais de 400 livros comprados e não lidos parados na minha estante), tava me julgando bem controlada. Separei 6 livros, porém faltava um, que já estava “esgotado” no estande, por isso estavam esperando o caminhão trazer lá do estacionamento pra repor.

No meio da espera, acabei trombando com a minha fabulosa amiga e fada das trevas, Sarah, do Instagram @sahliterariando e os livros FORAM ESQUECIDOS! Mentira, escondemos a minha seleção em meio à outros livros pra eu poder voltar e pegar mais tarde, já que estava demorando horrores pro tal do caminhão chegar com a reposição de livros, e resolvemos partir para outros estandes.

No estande do Grupo Autêntica garanti 2 livros: o lançamento da Babi Dewet, “Allegro em Hip-Hop“, segundo volume da série “Cidade da Música”, que eu autografaria naquele mesmo dia; e o quarto volume da série “A Escola do Bem e do Mal”, “Em Busca da Glória“, que eu só vou autografar no próximo fim de semana com o Soman Chainani, mas como a regra nos estandes é “quanto mais livro, mais desconto”, já preferi comprar de uma vez. Por se tratar de dois livros juvenis, ganhei de brinde o livro da Flavia Pavanelli, “S.O.S. Amor“, um desses livros de colorir para adultos e vários bottons e marcadores.

Demos uma boa olhada nos Outlets de livros e nos seus exemplares à R$ 10,00, e consegui colocar as mãos no livro “Wicked“, do Gregory Maguire, que sempre quis, mas nunca consegui ter coragem de pagar os 50 golpinhos que a editora exigia. Foi o único desses livros promocionais que me permiti comprar nesse primeiro dia, precisava seguir com foco nos livros que ia autografar.

Depois disso, encontramos nosso brother, aquele que é quase um prefeito nesse mundo literário, sabe como é, conhece todo mundo, para pra falar com todo mundo, etc, etc, etc HAAHAHAHAHHAHAHA, depois de trombar com o Luiz Santana, partimos para tirar as melhores fotos dessa bienal!

Retornei ao estande da HarperCollins Brasil pra fotografar na entrada da casa Hobbit e na maleta gigante do Newt Scamander que eles montaram, inclusive encontramos um dos melhores cosplayers de “Animais Fantásticos” que já encontrei:

Depois passamos no estande da Companhia das Letras, que estava maravilhoso demais, cheio de capas de livros penduradas com os maiores sucessos da editora. Passamos pela Intrínseca e o túnel incrível de livros que eles montaram na entrada! Não deu pra tirar fotos com mais qualidade, pois estava IMPOSSÍVEL de tanta gente, mas estou providenciando pra essa semana. Depois fomos até a Faro Editorial, que está com um estande todo lindão, inclusive com um trono cheio de caveiras que eu achei bem mais emocionante que o batido Trono de Ferro. Finalizando a parte da manhã, seguimos para o estande da Astral Cultural, que conta com uma Barraca do Beijo, inspirada no filme da Netflix de mesmo nome, já que estão trazendo o livro aqui pro BR.

No almoço me separei da Sarah e do Luiz e fui encontrar a Flavinha, que trabalhou comigo por uns anos na Revista Pais & Filhos e está fazendo um freela na assessoria de imprensa do evento. Essa parte do almoço valeu por eu ter conseguido dar uma esmagada nela e fofocar um pouquinho, por que a Praça de Alimentação estava IMPOSSÍVEL!

Além de não ter lugar pra sentar (e eu sou uma pessoa que precisa fazer as refeições de maneira confortável), a fila para fazer os pedidos estava ultrapassando os 40 minutos, e até a comida ficar pronta estavam indo mais uns 40 minutos de espera também. Como não da pra perder tempo em Bienal, partimos para o estande das Lojas Americanas, onde garanti um salgadinho, uma bolacha recheada e um Toddynho (meu coração chorou por não ter Coca-Cola, mas tenho certeza que meus rins agradeceram) e arranjamos um lugar vazio no chão pra sentar.

Quando a Flavinha precisou voltar para os seus deveres, encontrei com minhas melhores companheiras de Comic Con Experience, a Nicole e a Michelle, do blog Crie Unicórnios, e partimos em direção à novos estandes, depois de morrer por um tempinho ali no chão e tentar recuperar as nossas forças.

img_7720.jpg

Visitamos o estande da Editora Rocco, onde já botei a mão no lançamento da Chris Melo, “Uma Noite e a Vida“, que eu autografaria no dia seguinte; e em “Sem Coração“, o novo livro da Marissa Meyer, escritora de “As Crônicas Lunares”, que vou autografar no próximo domingo.

Esse ano o estande da Rocco não está tão glamouroso quanto nas bienais passadas, tanto as de São Paulo, quanto as do Rio de Janeiro, mas em compensação está bem mais prático. Em vez de toda aquela parafernália encantadora do mundo de Harry Potter, esse ano contamos com vitrines especiais em homenagem aos maiores sucessos da editora, aproveitando muito melhor o espaço dentro do estande.

Dali fomos para o estande da Plataforma 21, onde comprei meu “Mensageira da Sorte“, o novo livro da Fernanda Nia, autora, ilustradora e publicitária carioca, que começou o trabalho autoral em 2011 ao criar o site Como eu realmente, e em 2014 conquistou uma série de livros publicados pela Editora Nemo. Já garanti meu autógrafo com ela, que foi uma querida, e descobrimos que nossos lados bons para fotos se complementam ❤

Ali na fila encontrei a dona Karen, do Instagram @lendodepijamas, que eu não via há, literalmente, anos! Nesse ponto já tinha reencontrado a Sarah, e batemos aquela foto safada pra não deixar esse reencontro rápido passar batido!

facd9c1f-b69b-4a05-abab-497d0674bd11

A dona Sarah,  que já estava acompanhada da Pivetinha (no caso a Isabela Piveta) me acompanharia na sessão de autógrafos de “Allegro em Hip-Hop”, no estande da Gutenberg, então me despedi da Nicole e da Michelle, pra poder seguir com elas em direção à Babi Dewet, que é a pessoa mais linda desse mundo inteiro, tanto por dentro quanto por fora. Sério, toda vez que tiro fotos com ela fico me sentindo uma monstrenga perto de tanta maravilhosidade!

Com meu autógrafo na mão, logo na saída do estande, dou de cara com ela, a rainha absoluta dos romances dramáticos, Bianca Briones! Fazia muito tempo que a gente não se via, e depois de garantir à ela que participaria do bate-papo na Arena Cultural logo mais, e que estaria na sua sessão de autógrafos no dia seguinte, eu e as meninas partimos para mais uma filinha básica.

De volta ao estande do Grupo Editorial Record, fui em busca dos livros que escondi logo cedo, já que a sessão de autógrafos com a Marina Carvalho e a Laura Conrado estava prestes a começar. Não posso dizer que fiquei surpresa pelos livros já não estarem mais lá, mas fiquei em choque ao descobrir que um deles, a coletânea de contos “Heroínas“, havia esgotado. Por sorte eu só autografaria este no domingo, e o pessoal do estande me garantiu que seria reposto até a sessão.

Mesmo assim, botei na sacola o “Literalmente Amigas“, lançamento que eu autografaria naquele momento, “Sonhos de Avalon“, da Bianca Briones, “O Amante da Princesa“, da Larissa Siriani, “Quando a Noite Cai” e “Desencantada” da Carina Rissi e “Sob a Luz da Escuridão” da Ana Beatriz Brandão, ambos que eu autografaria no dia seguinte, além do livro “Todo Dia“, do David Levithan, que vai ser autografado no próximo sábado.

Livros na mão, só nos restou encarar mais uma fila, até chegar a nossa vez. A parte boa da Bienal é que mesmo que a gente passe horas nas filas de autógrafos, sempre acabamos passando esse tempo com muita gente querida, e até se você está sozinho, acaba fazendo amizades e colocando mais pessoas maravilhosas dentro do seu coração. As filas podem até ser chatas, mas a gente se diverte mesmo assim, como as imagens abaixo podem comprovar:

Depois de muita espera, foi maravilhoso reencontrar as autoras espetaculares que escreveram juntas “Literalmente Amigas”. Eu tenho um carinho todo especial pela Marina Carvalho, desde que li “Azul da Cor do Mar” e a partir daí devorei todas as coisas que ela escreveu em que pude colocar as minhas mãos. Inclusive foi ela quem me apresentou o trabalho da Laura Conrado, na ultima Bienal de São Paulo, lá em 2016, quando comprei e autografei o livro “Quando Saturno Voltar“, por indicação dela.

Saindo da sessão no estande do Grupo Editorial Record, não podíamos deixar de registrar nossos respeitos à Rainha de Terrasen, o ícone badass: Celaena Sardothien! A estátua em tamanho natural retratando a protagonista da série de livros “O Trono de Vidro“, da Sarah J. Maas, é espetacular e deixou todo mundo de queixo caído.

img_7708

De lá demos um pulo na Arena Cultural para conferir o bate-papo do “Encontro de Fãs e Escritores de Romances de Hot e Contemporâneos”, com Bianca Briones, Lola Salgado, Samanta Holtz, Leila Rego, Fernanda França, Nana Pauvolih, A.C. Meyer e Mila Wander.

img_7827.jpg

Depois, correndo muito pra tentar cumprir minha agenda, fui em busca do Vitor Martins, autor do livro “Quinze Dias” e do lançamento “Um Milhão de Finais Felizes” no estande da Globo Livros. Infelizmente ele já tinha ido embora, mas mesmo assim adquiri seu livro novo e de quebra, graças à promoção onde todos os livros da Globo Alt estavam por R$ 19,90, ainda levei o “Leis da Atração“, segundo volume da série “Química Perfeita“, escrita pela Simone Elkeles.

Minha busca se voltou para o estande da editora Qualis, onde eu iria autografar o lançamento da Amanda Ághata Costa, “Nunca Olhe Para Dentro“. Infelizmente ela já tinha ido embora também, e eu teria que rebolar um bocado no dia seguinte pra conseguir encaixar esses dois na agenda já corrida do dia.

No fim do dia restavam de pé apenas a Sarah e eu, e a gente ainda deu aquela passada básica no estande da Pólen Livros. Não deu pra tirar foto na poltrona cheia de livros (e isso eu vou providenciar durante a semana), mas conseguimos alguns cliques com a parede de posters sensacionais que eles montaram.

Pra finalizar, depois de muita dor nas costas, nos pés e nas pernas e sem perceber que eu mal comi ou bebi água ou fui ao banheiro durante o dia inteiro, vem o saldo do dia:

  • 15 livros comprados;
  • 04 livros autografados;
  • Inúmeros brindes sensacionais;
  • Inúmeros reencontros fabulosos;
  • E um bocado de fotos fantásticas;

Enfim, essa foi só a maratona do meu primeiro dia na Bienal do Livro 2018, fiquem de olho por que no próximo post eu volto pra contar como foi o meu domingo nesse Jogos Vorazes Literário!

E vocês? Já foram visitar a feira?

Me contem tudo aqui nos comentários!

Vem aí a 25ª Bienal do Livro de São Paulo

Literatura

Começa amanhã aquele evento cultural que a gente espera ansiosamente a cada dois anos, a 25ª Bienal do Livro de São Paulo! Contando com 10 dias de programação cultural, encontros, sessões de autógrafos e bate-papo com autores nacionais e internacionais, a Bienal de SP ainda é uma das maiores feiras de livro do Brasil.

A 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontecerá de 03 a 12 de Agosto de 2018 no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

O evento é palco para o encontro das principais editoras, livrarias e distribuidoras do país, apresentando seus mais importantes lançamentos para aproximadamente 700 mil visitantes em um espaço total de 70 mil m².

Além da grande oferta de livros, a Bienal do Livro ainda conta com uma programação cultural abrangente, mesclando literatura, gastronomia, cultura, negócios e muita diversão!

Como boa maníaca que sou, esse ano deixei a lista de compras de livro de lado (já que nunca me atenho à ela mesmo), e resolvi investir meu tempo listando os principais autógrafos que pretendo pegar e os encontros que quero participar, dessa forma eu não me perco e consigo traçar um roteiro certeiro pra tirar o melhor proveito desse evento maravilhoso.

bienal-livro-2018

Daí, pensando nos meus amigos e leitores queridos, resolvi dividir minha agenda completa e insana! A gente nunca sabe quais eventos nossos amigos vão querer acompanhar, e compartilhar informação é o melhor jeito de fazer todo mundo feliz.

Só lembrando que esses são os eventos que eu quero participar. Tá longe de ser uma agenda completa com tudo o que vai rolar nessa Bienal, mas é claro que vocês sempre podem me sugerir algo, às vezes na correria a gente acaba perdendo uma data, um autor querido, etc.

E vocês também vão notar que vários autores se repetem no decorrer dos dias. Os motivos variam, desde aqueles que a gente só vai conseguir autografar um livro por vez, por isso pretendemos vê-los mais de uma nessa Bienal; até os conflitos de agenda e imprevistos que sempre podem acontecer, então se eu perder uma data, sempre tem a outra ali pra me lembrar que ainda não acabou.

Sem mais delongas, vamos à agenda:


Data: 03/08

Hora: 18h00

Autor: Mary C. Müller

Livro: Antes de Tudo Acabar

Editora: Planeta

Local: Estante da editora Planeta

Observação: Não precisa de senha


Data: 03/08

Hora: 20h00

Autores: Marina Carvalho, Babi A. Sette, Larissa Siriani, entre outras

Evento: Encontro de Fãs e Escritores de Romances de Época

Local: Arena Cultural

Observação: Evento com diversas autoras


Data: 03/08

Hora: 20h00

Autor: Paola Aleksandra

Livro: Volte para Mim

Editora: Planeta

Local: Estante da editora Planeta

Observação: Não precisa de senha


 Data: 04/08

Hora: 10h00

Autor: Paola Aleksandra

Livro: Volte para Mim

Editora: Planeta

Local: Estante da editora Planeta

Observação: Não precisa de senha


 Data: 04/08

Hora: 11h00

Autor: Lola Salgado

Livro: Sol em Júpiter

Editora: HarperCollins Brasil

Local: Estande da editora HarperCollins Brasil

Observação: Não precisa de senha


 Data: 04/08

Hora: 12h00

Autor: Bel Rodrigues

Livro: 13 Segundos

Editora: Galera Record

Local: Estande do Grupo Editorial Record

Observação: Retirar senha às 10h no estande da editora


 Data: 04/08

Hora: 13h00

Autor: Carina Rissi

Livro: Série Perdida, e mais um montão

Editora: Verus

Local: Estande do Grupo Editorial Record

Observação: Retirar senha às 10h no estande da editora


 Data: 04/08

Hora: 14h00

Autor: Vitor Martins

Livro: Um Milhão de Finais Felizes

Editora: Globo Alt

Local: Estande da editora Globo Alt

Observação: Não precisa de senha


 Data: 04/08

Hora: 16h00

Autor: Fred Elboni

Livro: Você e Outros Pensamentos que Provocam Arrepios

Editora: Sextante

Local: Estande da editora Sextante

Observação: A editora não deu informações sobre a retirada de senhas, mas haverá limite de 2 livros por pessoa, sendo que um deles precisa ser o lançamento


 Data: 04/08

Hora: 17h00

Autor: Babi Dewet

Livro: Allegro em Hip-Hop

Editora: Gutenberg

Local: Estande Grupo Autêntica

Observação:  A fila para a sessão será formada somente 1h antes do evento


 Data: 04/08

Hora: 18h00

Autor: Amanda Ághata Costa

Livro: Nunca Olhe Para Dentro

Editora: Qualis

Local: Estande da editora Qualis

Observação: Não precisa de senha


 Data: 04/08

Hora: 18h00

Autor: Marina Carvalho e Laura Conrado

Livro: Literalmente Amigas

Editora: Bertrand Brasil

Local: Estande do Grupo Editorial Record

Observação: Retirar senha as 10h no estande da editora


 Data: 04/08

Hora: 18h30

Autor: Samanta Holtz

Livro: Quando o Amor Bater à Sua Porta

Editora: Arqueiro

Local: Estande da editora Arqueiro

Observação: Não precisa de senha


 Data: 04/08

Hora: 20h00

Autores: Bianca Briones, Lola Salgado, Samanta Holtz, Leila Rego, Fernanda França, Nana Pauvolih, A.C. Meyer e Mila Wander

Evento: Encontro de Fãs e Escritores de Romances de Hot e Contemporâneos

Local: Arena Cultural

Observação: Evento com diversas autoras


 Data: 05/08

Hora: 10h00

Autor: Tessa Dare

Livro: Como se Livrar de um Escândalo

Editora: Gutenberg

Local: Espaço Suzano

Observação: Sessão Extra! Retirar senha as 10h no Espaço Suzano


 Data: 05/08

Hora: 10h00

Autor: Paola Aleksandra

Livro: Volte para Mim

Editora: Planeta

Local: Estante da editora Planeta

Observação: Não precisa de senha


 Data: 05/08

Hora: 11h00

Autor: Bianca Briones

Livro: Sonhos de Avalon

Editora: Bertrand Brasil

Local: Estande do Grupo Editorial Record

Observação: Retirar senha as 10h no estande da editora


 Data: 05/08

Hora: 12h00

Autor: Ray Tavares, Pam Gonçalves e Laura Conrado

Livro: Heroínas

Editora: Galera Record

Local: Estande do Grupo Editorial Record

Observação: Retirar senha as 10h no estande da editora


 Data: 05/08

Hora: 13h30

Autor: AJ Finn

Livro: A Mulher na Janela

Editora: Arqueiro

Local: Arena de Autógrafos

Observação: Senha retirada com antecedência no site da Bienal


 Data: 05/08

Hora: 14h00

Autor: Mauricio Gomyde

Livro: Todo o Tempo do Mundo

Editora: Astral Cultural

Local: Estande da editora Astral Cultural

Observação: Não precisa de senha


 Data: 05/08

Hora: 16h00

Autor: Carina Rissi

Livro: Série Perdida, e mais um montão

Editora: Verus

Local: Arena de Autógrafos

Observação: Senha retirada com antecedência no site da Bienal


 Data: 05/08

Hora: 16h00

Autor: Ana Beatriz Brandão

Livro: Sob a Luz da Escuridão

Editora: Verus

Local: Arena de Autógrafos

Observação: Senha retirada com antecedência no site da Bienal


Data: 05/08

Hora: 16h00

Autor: Laura Conrado

Livro: Heroínas

Editora: Galera Record

Local: Arena de Autógrafos

Observação: Senha retirada com antecedência no site da Bienal


 Data: 05/08

Hora: 17h00

Autor: Chris Melo

Livro: Uma Noite e a Vida

Editora: Fábrica 231

Local: Estande da editora Rocco

Observação: Não precisa de senha


 Data: 05/08

Hora: 19h00

Autor: Lola Salgado

Livro: Sol em Júpiter

Editora: HarperCollins Brasil

Local: Estande da editora HarperCollins Brasil

Observação: Não precisa de senha


 Data: 06/08

Hora: 16h00

Autor: Lauren Blakely

Livro: Mister O

Editora: Faro Editorial

Local: Estande da editora Faro Editorial

Observação: Sessão Extra! Não precisa de senha


 Data: 06/08

Hora: 18h30

Autor: Nathalia Arcuri

Livro: Me Poupe

Editora: Sextante

Local: Estande da editora Sextante

Observação: Não precisa de senha


 Data: 07/08

Hora: 13h30

Autor: Yoav Blum

Livro: Os Criadores de Coincidências

Editora: Planeta

Local: Arena de Autógrafos

Observação: Senha retirada com antecedência no site da Bienal


 Data: 08/08

Hora: 16h00

Autor: Charlie Donlea

Livro: A Garota do Lago

Editora: Faro Editorial

Local: Arena de Autógrafos

Observação: Senha retirada com antecedência no site da Bienal


 Data: 08/08

Hora: 20h00

Autor: Charlie Donlea

Livro: A Garota do Lago

Editora: Faro Editorial

Local: Estande da editora Faro Editorial

Observação: Sessão Extra! Não precisa de senha


 Data: 10/08

Hora: 16h00

Autor: Soman Chainani

Livro: A Escola do Bem e do Mal

Editora: Gutenberg

Local: Arena de Autógrafos

Observação: Senha retirada com antecedência no site da Bienal


 Data: 10/08

Hora: 19h00

Autor: Larissa Siriani

Livro: O Amante da Princesa

Editora: Verus

Local: Estande do Grupo Editorial Record

Observação: Retirar senha as 16h no estande da editora


 Data: 11/08

Hora: 11h00

Autor: Ana Beatriz Brandão

Livro: Sob a Luz da Escuridão

Editora: Verus

Local: Estande do Grupo Editorial Record

Observação: Retirar senha as 10h no estande da editora


 Data: 11/08

Hora: 13h30

Autor: Victoria Aveyard

Livro: Série A Rainha Vermelha

Editora: Seguinte

Local: Arena de Autógrafos

Observação: Senha retirada com antecedência no site da Bienal


 Data: 11/08

Hora: 14h00

Autor: Chris Melo

Livro: Uma Noite e a Vida

Editora: Fábrica 231

Local: Estande da editora Rocco

Observação: Não precisa de senha


 Data: 11/08

Hora: 15h00

Autores: M.S. Fayes, Ray Tavares, Babi A. Sette e Paula Toyneti Benalia

Evento: The Gift Day na Bienal de SP

Local: Espaço Suzano

Observação: Retirar senha as 10h no estande da The Gift Box


 Data: 11/08

Hora: 16h00

Autor: Soman Chainani

Livro: A Escola do Bem e do Mal

Editora: Gutenberg

Local: Estande Grupo Autêntica

Observação: Sessão Extra! Retirar de senha às 15h no estande do Grupo Autêntica


 Data: 11/08

Hora: 18h00

Autor: Amanda Ághata Costa

Livro: Nunca Olhe Para Dentro

Editora: Qualis

Local: Estande da editora Qualis

Observação: Não precisa de senha


 Data: 11/08

Hora: 18h30

Autor: David Levithan

Livro: Todo Dia

Editora: Galera Record

Local: Arena de Autógrafos

Observação: Senha retirada com antecedência no site da Bienal


 Data: 11/08

Hora: 19h00

Autor: Carina Rissi

Livro: Série Perdida, e mais um montão

Editora: Galera Record

Local: Estande do Grupo Editorial Record

Observação: Retirar senha às 10h no estande da editora


 Data: 11/08

Hora: 19h00

Autor: Babi A. Sette

Livro: Senhorita Aurora

Editora: Galera Record

Local: Estande do Grupo Editorial Record

Observação: Retirar senha às 16h no estande da editora


 Data: 12/08

Hora: 11h00

Autor: Marissa Meyer

Livro: As Crônicas Lunares

Editora: Rocco

Local: Arena de Autógrafos

Observação: Senha retirada com antecedência no site da Bienal


 Data: 12/08

Hora: 15h00

Autor: Babi Dewet

Livro: Allegro em Hip-Hop

Editora: Gutenberg

Local: Estande Grupo Autêntica

Observação:  A fila para a sessão será formada somente 1h antes do evento


Os ingressos para a 25ª Bienal do Livro de SP podem ser adquiridos através desse link, assim você só precisa imprimir seu e-ticket e levar no dia do evento, sem precisar pegar filas! Claro que também dá garantir seu ingresso nas bilheterias do evento, a partir das 9h.

Enfim gente, espero que minha humilde agenda possa acrescentar algo à Bienal de vocês! Caso estejam por lá nesses dias me chamem nas Redes Sociais e vamos nos encontrar! Conversar nas filas, tirar fotos, comprar livros e nos divertir!

E que seja uma Bienal do Livro incrível pra todos nós!

 

O Primeiro Episódio de Cálculo Renal a Gente Nunca Esquece…

Eu Mesma, Minha Vida Maravilhosa

Vocês devem ter notado que andei meio sumida essa semana… normalmente faço posts aqui no blog pelo menos duas vezes a cada 7 dias, porém dessa vez não rolou, e a culpa é de um vilão dos mais parrudos que já enfrentei.

Normalmente escrevo todos os textos que pretendo postar durante o fim de semana, já que de segunda à sexta fico atarantada demais com o trabalho pra conseguir me focar em escrever. Acontece que no fim de semana passado eu já estava meio jururu por causa de cólica menstrual, que acabou de deixando pra baixo a semana passada toda e eis que no domingo o bicho pegou de um jeito que nunca vi.

Foi uma cólica diferente de todas que já senti antes, e olha que eu sou campeã em ir pro hospital tomar medicação na veia por causa de cólica menstrual… mas aquela era bem diferente e eu não soube bem descrever, só tomei todos os Buscofem em que consegui botar as mãos, deitei e rezei pra passar. Acabei inclusive dormindo o dia todo, de tão exaustivo que foi sentir tanta dor, e no fim das contas não consegui escrever nada pro blog.

Na segunda acordei ainda com o fantasma do desconforto, não era o monstro gigante que tinha me assolado no dia anterior, mas eu ainda estava meio dolorida. Com a agitação do dia acabei esquecendo a dor e na terça eu já estava perfeitamente bem.

Só que o bicho pegou na quarta-feira.

Acordei super bem. Sai com o carro em direção ao metrô, fazendo os vídeos do “Minha Vida Maravilhosa” pro Instagram normalmente, cheia de planos, já que o casamento da dona Mariana, membro fundador da Panelinha (e se você não sabe o que é Panelinha, tá na hora de acessar esse post), tava se aproximando e entre as loucuras de escolher vestido, sapato, bolsa, penteado e maquiagem, eu estava com um horário no cabeleireiro (um que tive que esperar mais de um mês, já que a agenda da minha profissional de confiança é uma loucura), pronta pra dar um corte bem do necessário na minha cabeleira naquele mesmo dia.

Acontece, meus amigos, que todas essas coisas foram varridas da minha cabeça quando cheguei ao metrô Jabaquara. Primeiramente por que deu ruim nas linhas de metrô da cidade de São Paulo e tudo estava um caos total. E segundo por que aquela mesma dorzinha que tinha sentido no domingo, e confundido com cólica menstrual, foi deslizando sorrateiramente pelas minhas costas e me deixando meio enjoada.

Na mesma hora mandei uma mensagem pro meu Boss, avisando da merda do metrô e falando sobre a dor estranha, resolvi abandonar a estação e chamar um Uber pra chegar ao trabalho, já que minha Estrela da Morte não é muito de confiança pra enfrentar o trânsito de São Paulo.

No Uber a dorzinha começou a ficar deveras insuportável, mas acreditem, ainda estava longe de ser o pior que eu sentiria naquele dia.

Cheguei ao trabalho meio pálida, meio trêmula. A geral botou os olhos em mim e já saíram procurando hospital público ali por perto pra me carregar.

Aquele desconforto tinha virado uma dorzona. Começava nas costas, na parte direita, e irradiava pra barriga, descia queimando pela região do útero e me dava a impressão horrível de que meus ovários, ou qualquer coisa que estivesse ali por perto, estavam se torcendo, dando nós, queimando e doendo, doendo.

Cheguei lá na Santa Casa já em desespero, me revirando de dor, não conseguia nem PENSAR em nada, só no meu sofrimento todo. Demorei séculos pra ser atendida. Séculos na triagem, onde julgaram que o que eu estava sentindo não era nada demais, me jogaram numa sala e me deixaram lá, me balançando em agonia pra todos os lados. Quando eu cai da cadeira e me embolei em posição fetal se tocaram de que o bicho tava pegando REAL pro meu lado, me reclassificaram como “quase urgente” e me atenderam.

Diagnóstico: primeiro episódio de cólica renal.

Lá vou eu pra analgesia, esperar pelo alivio da medicação, que parecia nunca vir.

Mais alguns séculos me revirando de dor naquela sala também, enquanto a enfermeira ARROMBADA que deveria fazer minha medicação resolveu que era melhor esperar pela troca de turno e, a partir daí chega um paciente convulsionando, em estado muito mais urgente que o meu, e daí, meus amigos, eu perdi totalmente a noção do tempo que fiquei CHORANDO de dor, por que sim, cheguei no estágio humilhante em que já estava as lágrimas e ninguém se importava.

Esse descaso todo não foi só comigo não. Em certo momento, aquele mesmo paciente que chegou convulsionando teve outra convulsão, bem ali na maca no corredor, e o médico na frente dele só olhou, e voltou a mexer no celular, encostado na parede.

No fim das contas tomei uma primeira medicação, aliviou, mas não levou a dor embora. Depois subi pra fazer um ultrassom, e o mocinho me assustou umas duas vezes me dizendo quão enormes eram as pedras nos meus rins, só pra supervisora dele chegar e dizer que não tinha nada lá. Ele esperou ela sair pra chamar ela de vaca na minha frente.

Conclusão: as pedras, se é que existem, são muito pequenas para serem vistas no ultrassom, então tomei mais uma dose de Tramal, peguei uma receitinha pra dor e outra pra diluir e expelir a pedra e chamei um Uber pra ir pra casa, me sentindo um cocô gigantesco.

Atualmente estou atormentada com o tal do Sódio, bebendo água loucamente e tomando Dipirona como se não houvesse amanhã, bem alerta a qualquer tipo de dor nos rins, já que a cada movimento rolam umas pontadas sinistras do lado esquerdo do meu corpinho.

E vocês? Já tiveram uma experiência terrível com cálculo renal? Ou até mesmo um atendimento de bosta no hospital público? Conta pra mim aqui nos comentários!

“Os Incríveis 2”

Cinema, Nas Telonas

Atrasada como sempre, lá vou eu trazendo a critica do filme quase um mês depois da sua estreia aqui no BR. O engraçado é que esse eu assisti logo no final de semana em que saiu, mas como a minha agenda está louquíssima ultimamente, e ainda tô tentando organizar uma grade de postagens bem decente aqui pro blog, equilibrando todas as minhas pamelisses pra vocês verem um pouquinho de cada por semana e não ficarem muito saturados com um assunto só, minha opinião sobre a nova animação da Disney e Pixar tá saindo só agora do forninho.

Depois de 14 anos de espera, chegou aos cinemas brasileiros, em 28 de junho de 2018, a sequência de um dos maiores sucessos de critica e bilheteria: “Os Incríveis 2”. Será que o novo filme, que traz de volta todos os personagens que conhecemos e amamos e nos apresenta alguns novos, faz jus ao original?

Vem comigo descobrir!

os-incríveis-2

O longa tem início exatamente no momento em que o filme anterior terminou. Vemos nossa família de super-heróis favorita enfrentando o vilão Escavador, numa sequência inicial de tirar o fôlego e gargalhadas dos espectadores.

Infelizmente o ato de heroísmo da família Incrível não é muito bem visto pela sociedade, já que provoca mais estragos do que benefícios e os heróis continuam sendo ilegais. Para reconquistar a opinião publica e trazer de volta o heroísmo de forma sancionada, surge um casal de irmãos cheios da grana, que recrutam a Mulher-Elástica para convencer as pessoas que ser super é tudo de bom. Eles só não contavam com o surgimento de um novo vilão sinistro, que ameaça botar fim ao heroísmo de uma vez por todas.

Na trama, Helena Pêra é chamada para voltar a lutar contra o crime como a super-heroína Mulher-Elástica, e cabe ao seu marido, Roberto, a tarefa de cuidar das crianças, especialmente o bebê Zezé. O que ele não esperava era que o caçula da família também tivesse superpoderes, que surgem sem qualquer controle.

Olha gente, primeiramente eu só queria exaltar a Pixar por sempre ter um cuidado mais do que especial com as sequências dos filmes que produz. Se você parar pra pensar, não importa quanto tempo passe, cada vez que o estúdio anuncia a continuação de um de seus grandes sucessos, é praticamente garantia de que vai ser maravilhoso. Assim como “Toy Story”, “Monstros S/A” e “Procurando Nemo”, que tiveram sequências brilhantes, “Os Incríveis 2” segue pelo mesmo caminho.

Com o mesmo espirito do longa de 2004, a história é bem ritmada, leve e engraçada, com elementos e acontecimentos muito bem distribuídos por toda a estrutura da trama. Quando a Mulher-Elástica é recrutada, a narrativa se divide em dois núcleos, o dela, enquanto combate o crime e o do Sr. Fantástico, enquanto cuida das crianças e da casa.

blogib_os-incriveis-2_feat

As duas partes da história são igualmente interessantes, não deixando a galera entediada em nenhum momento. Se nas cenas da Mulher-Elástica a gente tem ação sem limites, a apresentação de novos personagens (e heróis) e a inserção do vilão, num núcleo mais “agitado”, com o Sr. Incrível a gente curte o homem tentando se adaptar à vida de “dono de casa”, se descabelando pra dar conta de todos os filhos e percebendo que o trabalho da mulher não é assim tão fácil, tudo isso com muito humor e comédias exageradas para fazer o público gargalhar.

Essa é uma das coisas que mais adorei no filme, essa reflexão sobre a inversão dos papéis desse sistema patriarcal imposto pela nossa sociedade. Por que o Sr. Incrível se sente reduzido quando a mulher dele, e não ele, é escolhida para combater o crime, que que tem mais efetividade? Por que ficar em casa e cuidar das crianças faz ele se sentir rebaixado? Não deveria, afinal nenhum desses dois papéis é simples e, mesmo sendo diferentes, possuem igual valor.

naom_5b27c4488080d

Outro dos melhores pontos do filme é o bebê Zezé. No final do primeiro longa descobrimos que ele possui poderes, e não qualquer poder, mas basicamente TODOS, e é uma coisa muito louca e sem controle, que ninguém da família descobriu ainda, até que explode na mão do pai e ele não conta para a mulher, porque meio que é uma questão de honra resolver essa treta sozinho.

Zezé e seus poderes, rendem as melhores sequências cômicas do filme e, ainda arrisco dizer, que a melhor cena de ação e luta de todos os tempos é protagonizada pelo bebê e um guaxinim mais que azarado. Hilário é pouco para descrever.

zeze-os-incriveis

Talvez seja por isso que a parte mais legal desse filme seja seu humor. Não é forçado e não tem piadas que insultam os pais ou os filhos na sala de cinema. É tudo muito bem pensado e inteligente, com situações reais do cotidiano de qualquer um, só levemente exageradas e que fazem com que qualquer um, adultos ou crianças, deem gostosas risadas.

Tecnicamente falando, o filme não deixa de fazer jus à seu nome e ser incrível. Honrando os traços do original, ele não deixa pra trás toda a evolução tecnológica que tivemos nesses 14 anos entre um e outro, e podemos conferir isso nos efeitos especiais deslumbrantes, na montagem ágil das cenas de ação, que são instigantes e exploram muito bem todas as possibilidades que os poderes especiais dos supers tem à oferecer para aquele entretenimento ficar visualmente estonteante na tela.

A direção de arte segue com aquela mistura de retrô e futurista, que funciona super bem pra esse universo fantasioso que a Disney criou pra abrigar os personagens, tudo embalado pela trilha sonora regida à muito jazz e imprimindo todo um clima de espionagem ao longa.

mulher-elastica-em-acao-em-os-incriveis-2-1529953681662_v2_1920x1080

O roteiro é bem amarradinho, com uma trama super dinâmica, mas não consegue fugir muito da formula básica e sem grandes surpresas, chegando a ser até meio previsível em alguns momentos.

Pra mim, a unica coisa que deixou esse filme abaixo do primeiro foi o vilão. Não me entendam mal, os meios, os “poderes”, e todo o modus operandi dele são ótimos e poderia ter sido genial, se não fosse o fato do objetivo ser meio merda. Além da motivação ruim, se ele tivesse ficado no canto dele, sem se envolver, talvez teria conseguido o que queria de uma forma mais fácil.

Screenslaver-increibles-3-compressor-e1523831180748

Enfim, dica para o final de semana com as crianças ou até sem elas, feito para divertir pessoas de todas as idades, o filme é sensacional e vale a pena conferir com a família inteira.

E vocês? Já assistiram? Deixem aqui nos comentários a opinião de vocês 😀